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	<title>Geomorfologia &#8211; Geografia Opinativa</title>
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	<title>Geomorfologia &#8211; Geografia Opinativa</title>
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		<title>Marrocos: Características gerais, relevo, clima e hidrografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2020 00:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Características Gerais Capital: Rabat;Área: 446,5 mil km²;Moeda: Dirrã;População: 35 milhões de habitantes (2019);Densidade Demográfica: 73 hab./km²;PIB: 103 bilhões (nominal);Idioma: Árabe e Berbere. Relevo O relevo marroquino é, em geral, elevado, com uma média de altitude de cerca de 800 metros. Duas cadeias de montanhas destacam-se na paisagem do país. No extremo norte, temos as Montanhas [&#8230;]]]></description>
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<h2>Características Gerais</h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-medium"><img width="300" height="199" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/bandeira-300x199.png" alt="Bandeira do Marrocos." class="wp-image-4719" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/bandeira-300x199.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/bandeira-768x509.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/bandeira.png 923w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption>Bandeira do Marrocos.</figcaption></figure></div>



<p>Capital: Rabat;<br>Área: 446,5 mil km²;<br>Moeda: Dirrã;<br>População: 35 milhões de habitantes (2019);<br>Densidade Demográfica: 73 hab./km²;<br>PIB: 103 bilhões (nominal);<br>Idioma: Árabe e Berbere.</p>



<h2>Relevo</h2>



<p>O relevo marroquino é, em geral, elevado, com uma média de altitude de cerca de 800 metros.</p>



<p>Duas cadeias de montanhas destacam-se na paisagem do país. No extremo norte, temos as <strong>Montanhas Rif</strong>, que segue a costa mediterrânea do Marrocos.</p>



<p>É uma continuidade do Sistema Bético, terras altas encontradas na península Ibérica, que há 3 milhões de anos estava ao território marroquino ligado.</p>



<p>As Montanhas Rif atingem seu cume no Monte Tidirhine, com 2.450 metros.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" width="566" height="278" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/relevo_marrocos.png" alt="Relevo do Marrocos." class="wp-image-4716" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/relevo_marrocos.png 566w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/relevo_marrocos-300x147.png 300w" sizes="(max-width: 566px) 100vw, 566px" /><figcaption>Relevo do Marrocos.</figcaption></figure></div>



<p>A <strong>Cordilheira do Atlas</strong> é a principal cadeia de montanhas do país, rasgando o território nacional em seu centro. É composta por três estruturas principais.</p>



<p>A principal delas é o <strong>Alto Atlas</strong>, que inicia-se na costa atlântica do país e segue a leste com leve inclinação ao norte. É onde encontramos as maiores altitudes do país, que facilmente ultrapassam os 2.000 metros. O ponto mais alto do Marrocos fica nesta cordilheira: é o <strong>Monte Toubkal</strong>, com 4.165 metros.</p>



<p>O <strong>Médio Atlas</strong> tem altitudes um pouco menores, chegando a 3.300 metros. Parte do centro do Alto Atlas e segue em sentido nordeste.</p>



<p>Já o <strong>Anti-Atlas </strong>segue ao sul mais ou menos paralelo ao Alto Atlas e chega até o Atlântico. Entre as duas cadeias de montanhas, temos o abrupto vale do Rio Suz.</p>



<p>Mas não apenas de montanhas que é constituído o território marroquino.</p>



<p>Entre o Médio Atlas e as Montanhas Rif, temos o <strong>vale de Taza</strong>, que permite a ligação entre leste e oeste do país. É onde corta, inclusive, uma importante rodovia, que liga Rabat a Oujda.</p>



<p>Seguindo a leste, a partir de Taza, temos como destaque a <strong>Bacia do Rio Moulouya</strong>, marcada pela aridez e por ser o limite noroeste do Saara. Já na fronteira com a Argélia, sobem terras elevadas, conhecidas como <strong>Alto Planalto</strong>, chegando a 1.300 metros.</p>



<p>À oeste do Médio Atlas e ao sul das Montanhas Rif, encontramos a <strong>planície aluvial do Rio Cebu</strong>, importante área fértil do país.</p>



<p>No Centro-Oeste do país, ao sul do vale do Rio Cebu, temos uma sequência de terras altas conhecidas como <strong>Planalto Marroquino</strong>.</p>



<h2>Clima</h2>



<p>O Marrocos é um país bastante diverso do ponto de vista climático. O norte do país, em geral, apresenta um <strong>clima mediterrâneo</strong>, muito similar do sul da península Ibérica.</p>



<p>Conforme classificação climática de Koppen, este é o clima Csa, clima meditarrâneo quente.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" width="441" height="381" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/marrocos_koppen.png" alt="Climas do Marrocos conforme classificação climática de Koppen." class="wp-image-4715" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/marrocos_koppen.png 441w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/marrocos_koppen-300x259.png 300w" sizes="(max-width: 441px) 100vw, 441px" /><figcaption>Climas do Marrocos conforme classificação climática de Koppen. Ali Zafan.</figcaption></figure></div>



<p>Apesar disso, a costa atlântica do Marrocos apresenta temperaturas moderadas, mesmo no verão, por conta da influência da Corrente das Canárias.</p>



<p>Nas cidades costeiras do norte do país, as temperatruas variam de 18 a 28°C no verão. Todavia, entre a primavera e o verão, um vento quente proveniente do Saara &#8211; <strong>sharqī</strong> &#8211; pode atravessar as montanhas e elevar as temperaturas das planícies para acima de 40°C.</p>



<p>No inverno, o efeito da maritimidade faz com que as cidades litorâneas tenham temperaturas mais amenas, entre 8 e 17°C.</p>



<p>Nas terras baixas do interior do país, a sudeste do Atlas, porém, a situação é bem diferente. No verão, a temperatura média é de 35°C, enquanto no inverno podem registrar valores abaixo de zero.</p>



<p>A pluviosidade também varia bastante conforme latitude e altitude.</p>



<p>Nas planícies costeiras do norte do país, a média de chuvas é de 800 mm na altura do vale do Cebu, chegando a 200 mm no vale do Suz, mais ao sul. No extremo-sul, tem-se um cenário de profunda aridez.</p>



<p>As montanhas do Atlas criam uma importante sombra sobre as áreas ao sul, impedindo as nuvens de chuva de chegarem lá.</p>



<p>Conforme as altitudes aumentam, os índices pluviométricos também são maiores. Nas Montanhas Rif, por exemplo, chove 2.030 mm ao ano, enquanto que no Alto Atlas &#8211; mais ao sul, onde os índices pluviométricos em geral são menores &#8211; chove 760 mm.</p>



<h2>Hidrografia</h2>



<p>A organização espacial das montanhas no Marrocos marcam o modo como os rios correm pelo território. Por receberem nuvens de chuva carregadas, é na encosta noroeste do Atlas onde nascem os principais rios perenes marroquinos, desembocando no Oceano Atlântico.</p>



<p>O rio Cebu é o com maior volume de águas no país. Nasce no Médio Atlas, seguindo a norte até a altura de Fez e depois para oeste, desembocando em Mehdiya.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" width="300" height="243" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/rio-cebu-300x243.png" alt="Rio Cebu, principal do Marrocos." class="wp-image-4717" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/rio-cebu-300x243.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/rio-cebu.png 695w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption>Rio Cebu, principal do Marrocos. Sting.</figcaption></figure></div>



<p>Tem 450 km de extensão e drena uma importante área agrícola do país, onde se produz azeitona, arroz, trigo, beterraba, uva e frutas cítricas. Na bacia hidrográfica ainda localiza-se a hidrelétrica de El-Kansera.</p>



<p>Na foz do rio localiza-se o importante porto de Kenitra.</p>



<p>Na faixa noroeste do Atlas Central nasce o rio Moulouya, único dos importantes rios do país que desagua no Mar Mediterrâneo. Tem 515 km de extensão.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" width="563" height="436" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/rio-moulouya.png" alt="Bacia do Rio Moulouya." class="wp-image-4718" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/rio-moulouya.png 563w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/rio-moulouya-300x232.png 300w" sizes="(max-width: 563px) 100vw, 563px" /><figcaption>Bacia do Rio Moulouya. Tekken, Kropp (2012).</figcaption></figure></div>



<p>O maior rio marroquino, todavia, é intermitente e nasce na face sudeste do Alto Atlas. O Rio Drá tem 1.100 km de extensão a corre a sul até tangenciar a fronteira com a Argélia. Desemboca no Atlântico.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-medium"><img loading="lazy" width="300" height="205" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/rio_dra-300x205.png" alt="Rio Drá." class="wp-image-4714" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/rio_dra-300x205.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/rio_dra.png 546w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption>Rio Drá. OpenStreetMaps.</figcaption></figure></div>



<p>A fachada leste do Atlas ainda drena alguns córregos que fluem para o Saara, como o Guir, o Rheris e o Ziz.</p>



<p>A fachada norte das Montanhas Rif também drenam alguns córregos curtos que desaguram no Mediterrâneo.</p>
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		<title>Ucrânia: Características gerais, relevo, clima e hidrografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2020 16:02:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Características Gerais Capital: Kiev;Área: 603,6 mil km²;Moeda: Grívnia;População: 42 milhões de habitantes (2019);Densidade Demográfica: 76 hab./km²;PIB: 175 bilhões (nominal);Idioma: Ucraniano. Relevo Se partirmos em uma viagem pela Ucrânia entrando no país através de seus vizinhos de oeste, como Polônia e Eslováquia, encontraremos logo após a fronteira os pontos mais altos do país. Estendendo-se através de [&#8230;]]]></description>
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<h2>Características Gerais</h2>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" width="344" height="215" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/bandeira-1.png" alt="Bandeira da Ucrânia" class="wp-image-4689" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/bandeira-1.png 344w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/bandeira-1-300x188.png 300w" sizes="(max-width: 344px) 100vw, 344px" /><figcaption>Bandeira da Ucrânia</figcaption></figure></div>



<p>Capital: Kiev;<br>Área: 603,6 mil km²;<br>Moeda: Grívnia;<br>População: 42 milhões de habitantes (2019);<br>Densidade Demográfica: 76 hab./km²;<br>PIB: 175 bilhões (nominal);<br>Idioma: Ucraniano.</p>



<h2>Relevo</h2>



<p>Se partirmos em uma viagem pela Ucrânia entrando no país através de seus vizinhos de oeste, como Polônia e Eslováquia, encontraremos logo após a fronteira os pontos mais altos do país.</p>



<p>Estendendo-se através de 240 km, as montanhas da região dos Cárpatos Ucranianos alcançam entre 600 e 2.000 metros, chegando a 2.060 metros no Monte Hoverla, ponto mais alto do país.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" width="501" height="343" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/relevo-ucrania.png" alt="Relevo ucraniano" class="wp-image-4690" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/relevo-ucrania.png 501w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/relevo-ucrania-300x205.png 300w" sizes="(max-width: 501px) 100vw, 501px" /><figcaption>Relevo ucraniano. Wikipedia Commons,</figcaption></figure></div>



<p>Continuando o caminho ao leste e atravessando o Rio Pivdennyi Buh (Rio Bug Meridional), encontramos um planalto de terras pouco elevadas. É o Planalto de Dnieper, dissecado por rios, vales e gargantas que atingem até 300 metros de profundidade.</p>



<p>Se aproximando do Rio Dnieper, os índices altimétricos reduzem e chegamos à planície de Dnieper, importante feição altimétrica que corta a Ucrânia de norte a sul.</p>



<p>Ao sul, entre o Mar Negro e o Mar de Azov, se estende outra planície, ligada a anterior pelo trajeto do Rio Dnieper. É a Planície do Mar Negro.</p>



<p>Por fim, no extremo leste do país, próximo a fronteira com a Rússia, novamente se eleva um planalto de baixa altitude, alcançando em média 300 metros.</p>



<h2>Clima</h2>



<p>Conforme classificação climática de Koppen, os climas ucranianos se encaixam no grupo D, isto é, Continental e Subártico.</p>



<p>As regiões mais próximas ao Mar Negro são de clima Dfa, clima úmido de verão quente.</p>



<p>Já o centro e o norte do país apresentam clima Dfb, úmido de verão fresco.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" width="479" height="336" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/clima.png" alt="Tipos climáticos da Ucrânia conforme classificação de Koppen" class="wp-image-4693" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/clima.png 479w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/clima-300x210.png 300w" sizes="(max-width: 479px) 100vw, 479px" /><figcaption>Tipos climáticos da Ucrânia conforme classificação de Koppen. Ali Zifan.</figcaption></figure></div>



<p>A Ucrânia tem um clima influenciado pelas correntes quentes e úmidas do Oceano Atlântico, que faz com que as temperaturas não sejam tão baixas quanto esperado pela localização geográfica. A média anual de temperatura no centro e no norte do país é de 5,5 a 7°C, enquanto no sul é de 11 a 13°C.</p>



<p>Ainda, existe uma variação de temperatura longitudinal. Invernos no oeste são em geral mais leves que o oeste. Já os verões são mais quentes no leste que no oeste.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" width="648" height="206" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/donetksy_clima.png" alt="Variação média mensal da temperatura em Donetsky. Google." class="wp-image-4694" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/donetksy_clima.png 648w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/donetksy_clima-300x95.png 300w" sizes="(max-width: 648px) 100vw, 648px" /><figcaption>Variação média mensal da temperatura em Donetsk, sudeste do país. Google.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" width="646" height="207" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/lviv_clima.png" alt="Variação média mensal da temperatura em Lviv. Google." class="wp-image-4695" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/lviv_clima.png 646w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/lviv_clima-300x96.png 300w" sizes="(max-width: 646px) 100vw, 646px" /><figcaption>Variação média mensal da temperatura em Lviv, noroeste do país. Google.</figcaption></figure>



<p>Já as precipitações são concentradas nos meses mais quentes e bastante desiguais geograficamente. As regiões dos Cárpatos (oeste) são as que mais recebem precipitação (1.200 mm anuais), enquanto as planícies do Mar Negro (sul) são as menos chuvosas (400 mm).</p>



<h2>Hidrografia</h2>



<p>Os rios ucranianos, em geral, nascem nas regiões norte e noroeste do país (Cárpatos) e desembocam no Mar Negro ou no Mar de Azov.</p>



<p>O principal e maior rio do país é o <strong>Dnieper</strong>, que nasce na Rússia e atravessa o território da Bielorússia antes de cortar a Ucrânia, até ter sua foz no Mar Negro. É muito utilizado para produção de energia elétrica, contando com muitas hidrelétricas e barragens.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" width="349" height="362" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/bacia_hidro_dnipro.png" alt="Bacia Hidrográfica do Rio Dnipro. Francis McLloyd." class="wp-image-4692" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/bacia_hidro_dnipro.png 349w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/bacia_hidro_dnipro-289x300.png 289w" sizes="(max-width: 349px) 100vw, 349px" /><figcaption>Bacia Hidrográfica do Rio Dnieper. Francis McLloyd.</figcaption></figure></div>



<p>Tem 2.200 km de extensão, onde quase 1.000 estão na Ucrânia, e recebe as águas de mais de 50% do território nacional.</p>



<p>Já o <strong>Rio Bug Meridional </strong>nasce nos Cárpatos Ucranianos e corre diagonalmente até desembocar no Mar Negro. É o segundo mais longo do país e o maior totalmente ucraniano.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" width="396" height="275" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/rio_bug.png" alt="Rio Bug." class="wp-image-4696" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/rio_bug.png 396w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/rio_bug-300x208.png 300w" sizes="(max-width: 396px) 100vw, 396px" /><figcaption>Rio Bug. Naudotojas.</figcaption></figure></div>



<p>O<strong> Rio Dniester</strong> nasce também nos Cárpatos Ucranianos, adentrando o território da Moldária e voltando para a Ucrânia para desembocar no Mar Negro. Tem uma extensão de aproximadamente 1.300 km.</p>



<p>No leste do país, destaque para o<strong> rio Donets</strong>, afluente do Rio Don, que desagua no Mar de Azov.</p>



<p>Um dos rios mais longos da Europa, o <strong>rio Danúbio</strong>, também tem sua foz na Ucrânia.</p>
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		<title>Polônia – Características gerais, clima, relevo e hidrografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2019 20:55:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Características gerais Capital: Varsóvia;Área: 312,7 mil km²;Moeda: Złoty;População: 38,4 milhões de habitantes (2017);Densidade Demográfica: 122 hab./km²;PIB: 1,193 trilhões;Idioma: Polaco. Relevo O relevo da Polônia inclui variadas morfologias, indo desde as planícies do norte até as montanhas dos Cárpatos, passando por áreas planaltinas centrais. Podemos dividir o relevo polonês em cinco faixas que estendem-se de norte [&#8230;]]]></description>
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<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" width="220" height="138" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/02/220px-Flag_of_Poland.svg.png" alt="" class="wp-image-3218"/><figcaption>Bandeira da Polônia</figcaption></figure></div>



<h2>Características gerais</h2>



<p>Capital: Varsóvia;<br>Área: 312,7 mil km²;<br>Moeda: Złoty;<br>População: 38,4 milhões de habitantes (2017);<br>Densidade Demográfica: 122 hab./km²;<br>PIB: 1,193 trilhões;<br>Idioma: Polaco.</p>



<h2>Relevo</h2>



<p>O relevo da Polônia inclui variadas morfologias, indo desde as planícies do norte até as montanhas dos Cárpatos, passando por áreas planaltinas centrais.</p>



<p>Podemos dividir o relevo polonês em cinco faixas que estendem-se de norte a sul. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" width="359" height="350" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/02/relevo_poland.jpg" alt="" class="wp-image-3214" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/02/relevo_poland.jpg 359w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/02/relevo_poland-300x292.jpg 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/02/relevo_poland-768x748.jpg 768w" sizes="(max-width: 359px) 100vw, 359px" /><figcaption>Relevo da Polônia<br> By Captain Blood at english Wikipedia &#8211; Own work, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=474497</figcaption></figure></div>



<p>A primeira compreende a <em><strong>planície costeira</strong></em>, envolvendo mais ou menos a região histórica da <strong>Pomerânia</strong>. A costa tem um formato regular, formado a partir do derretimento dos glaciares do Mar Báltico e elevação do nível do mar. Esta regularidade só é quebrada na Baía Pomerânia, localizada a oeste, próximo à divisa com a Alemanha, e no Golfo de Gdansk, no litoral central do país.</p>



<p>A segunda inclui as <em><strong>planícies centrais</strong></em>, generalização para o cinturão ao sul da planície costeira que inclui também lagos, colinas e vales. Além de serem a principal área povoada desta partimentação do relevo, os vales ainda dividem esta região em três partes: a Região dos Lagos da Pomerânia, a oeste do rio Vístula e a norte do rio Notec, a Região dos Lagos da Grande Polônia, a oeste do Vístula e ao sul do Notec, e a Região dos Lagos da Masúria, a leste do Vístula. </p>



<p>A terceira corresponde aos <strong><em>planaltos da Pequena Polônia</em></strong>, que envolve as regiões históricas da Silésia e da Cracóvia. Inclui as elevações de Silésia-Cracóvia, a oeste, e as Montanhas Santa Cruz, a leste, esta última chegando aos 600 metros. É uma área rica em minérios, como ferro, zinco, chumbo e carvão, importantes para o estabelecimento de sítios industriais na região.</p>



<p>A quarta inclui as <em><strong>montanhas dos Sudetos</strong></em>, orientadas em sentido noroeste-sudeste, incorporando a fronteira entre Polônia, Alemanha e Rep. Tcheca. O ponto mais alto é o monte Karkonosze, com 1.600 metros. É uma área rica em carvão metalúrgico, o que impulsionou a criação da importante área industrial de Walbrzych.</p>



<p>Por fim, a quinta região inclui a <strong><em>cadeia de montanhas dos Cárpatos,</em></strong> importante cordilheira que atravessa, além da Polônia, Romênia, Ucrânia e Eslovênia. É onde está localizado o ponto mais alto do país, o monte Rysy, com cerca de 2.500 metros de altitude.</p>



<h2>Clima</h2>



<p>Conforme a Classificação Climática de Koppen, o clima predominante na Polônia é o clima continental úmido com verão fresco (Dfb). É um clima similar ao de boa parte do leste europeu e parte da Alemanha.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" width="512" height="626" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/02/Poland_Köppen.svg.png" alt="" class="wp-image-3215" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/02/Poland_Köppen.svg.png 512w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/02/Poland_Köppen.svg-245x300.png 245w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /><figcaption> <br>Clima da Polônia, conforme classificação climática de Koppen<br>Por Adam Peterson [CC BY-SA 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0)]</figcaption></figure></div>



<p>Na porção oeste, todavia, a configuração climática altera-se para um clima oceânico temperado (Cfb). Por ser um clima de influência oceânica, apresenta-se com menores amplitudes térmicas. É um clima similar ao encontrado na França, Alemanha, Reino Unido e norte da Espanha.</p>



<p>Nas elevações dos Cárpatos, também encontram-se uma minoria de climas sub-ártico e de tundra.</p>



<p>O balanço do clima polonês também é definido pela atuação das diferentes massas de ar que atuam no país. Dentre elas, destacam-se a massa polar da Escandinávia, o ar subtropical proveniente do sul e a massa oceânica de oeste.</p>



<h2>Hidrografia</h2>



<p>Os rios mais importantes da Polônia são o <strong><em>Oder</em></strong>, que define a divisa do país com a Alemanha, e o <strong><em>Vístula</em></strong>, que atravessa o centro do país, drenando cidades importantes como Cracóvia e Varsóvia.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" width="323" height="350" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/02/vistula.png" alt="" class="wp-image-3216" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/02/vistula.png 323w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/02/vistula-277x300.png 277w" sizes="(max-width: 323px) 100vw, 323px" /><figcaption>By Kmusser &#8211; Own work, Elevation data from SRTM, drainage basin boundary from USGS, all other features from Natural Earth., CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=24543621</figcaption></figure></div>



<p>Ambos os rios fazem o trajeto norte-sul, nascendo nas montanhas do sul e desembocando no Mar Báltico. Destaque aqui para o Vístula, que drena cerca de metade das águas continentais do país para o mar.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" width="330" height="350" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/02/oden.png" alt="" class="wp-image-3217" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/02/oden.png 330w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/02/oden-283x300.png 283w" sizes="(max-width: 330px) 100vw, 330px" /><figcaption>Rio Oder. Por NordNordWest &#8211; Own work, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=3588973</figcaption></figure></div>



<p>Pelo fato da nascente da maioria dos rios poloneses estarem localizadas em regiões elevadas do sul do país, a alimentação ocorre, em geral, por via nival. </p>



<p>O país também dispõe de um número elevado de lagos. Cerca de 1% da superfície nacional é coberta por corpos d&#8217;água do tipo.</p>



<p><strong>Artigo&nbsp;baseado&nbsp;em:</strong></p>



<p>ASIEWICZ, Krzysztof; DAVIES, Norman.&nbsp;<strong>Enciclopedia Britannica.&nbsp;</strong>Disponível em: &lt;https://www.britannica.com/place/Poland/Land#ref256672&gt;. Acesso em: 19 fev. 2019.</p>
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		<title>Domínios Morfoclimáticos: Amazônico, Cerrado, Mares de Morros, Caatinga, Araucária e Pradarias</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2019/01/dominios-morfoclimaticos-amazonico-cerrado-mares-de-morros-caatinga-araucaria-e-pradarias.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jan 2019 20:29:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biogeografia]]></category>
		<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geomorfologia]]></category>
		<category><![CDATA[Região Centro-Oeste]]></category>
		<category><![CDATA[Região Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Região Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Região Sudeste]]></category>
		<category><![CDATA[Região Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Domínios Morfoclimáticos (morfo = relevo) são uma classificação da paisagem natural brasileira elaborada pelo geógrafo Aziz Ab&#8217;Saber na década de 1960. Este tipo de classificação busca reconhecer regiões &#8211; aqui chamadas de domínios &#8211; que tragam certa homogeneidade em sua paisagem natural. Utilizou-se como critério de cruzamento dois fatores: o relevo e o clima. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os Domínios Morfoclimáticos (<em>morfo = relevo</em>) são uma classificação da paisagem natural brasileira elaborada pelo geógrafo Aziz Ab&#8217;Saber na década de 1960.</p>



<p>Este tipo de classificação busca reconhecer regiões &#8211; aqui chamadas de domínios &#8211;  que tragam certa homogeneidade em sua paisagem natural. Utilizou-se como critério de cruzamento dois fatores: o relevo e o clima. </p>



<p>Assim, foram definidos seis domínios morfoclimáticos no Brasil. São eles:</p>



<p><strong><em>Domínio amazônico: </em></strong>Fator morfológico &#8211; terras baixas; Fator climático: equatorial, com florestas equatoriais.</p>



<p><em><strong>Domínio do cerrado:</strong></em> Fator morfológico &#8211; chapadões interiores; Fator climático &#8211; tropical continental, com cerrados e matas de galeria.</p>



<p><strong><em>Domínio dos mares de morros:</em></strong> Fator morfológico &#8211; mares de morros/ áreas mamelonares, com pequenas elevações arredondadas (mamelões); Fator climático &#8211; tropical atlântico florestado.</p>



<p><strong><em>Domínio da caatinga:</em></strong> Fator morfológico &#8211; depressões intermontanas e interplanálticas; Fator climático &#8211; semi-árido.</p>



<p><em><strong>Domínio da araucária:</strong></em> Fator morfológico &#8211; planaltos; Fator climático &#8211; subtropical, com araucárias.</p>



<p><em><strong>Domínio das pradarias:</strong></em> Fator morfológico &#8211; coxilhas (colinas de elevação variada coberta por campos); Fator climático &#8211; subtropical com pradarias mistas.</p>



<p>Assim:</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" width="629" height="253" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/01/dominios_morfoclimaticos.png" alt="" class="wp-image-3115" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/01/dominios_morfoclimaticos.png 629w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/01/dominios_morfoclimaticos-300x121.png 300w" sizes="(max-width: 629px) 100vw, 629px" /><figcaption>Quadro-resumo: Domínios Morfoclimáticos</figcaption></figure></div>



<p>Dentre os domínios, existem áreas de transição, cujo aspecto morfoclimático é de transição entre dois ou mais domínios.</p>



<p>O conceito de Domínio Morfoclimático dista do concento de Bioma pois, enquanto o primeiro se refere a totalidade dos elementos do espaço, como fauna e vegetação, inclusive aquática, o segundo limita-se a aspectos terrestres.</p>
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		<title>Croácia &#8211; Características gerais, clima, relevo e hidrografia</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2018/07/croacia-caracteristicas-gerais-clima-relevo-e-hidrografia.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jul 2018 00:23:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Europa de Leste]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Geomorfologia]]></category>
		<category><![CDATA[Hidrografia]]></category>
		<category><![CDATA[Países em foco]]></category>
		<category><![CDATA[clima da croácia]]></category>
		<category><![CDATA[geografia da croácia]]></category>
		<category><![CDATA[hidrografia da croácia]]></category>
		<category><![CDATA[relevo da croácia]]></category>
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					<description><![CDATA[Características Gerais Capital: Zabreg; Área: 56.542 km²; Moeda: Kuna croata; População: 4,2 milhões de habitantes (2016); Densidade Demográfica: 81 hab./km²; PIB: 87,3 bilhões; Idioma: Croata. Relevo Cerca da metade do território croata corresponde à Planície da Panônia, se estendendo do norte ao nordeste do país, na região conhecida como Eslavônia. A Planície da Panônia se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_2887" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2887" loading="lazy" class="size-medium wp-image-2887" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/07/croacia-bandeira-300x151.png" alt="Bandeira da Croácia" width="300" height="151" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/07/croacia-bandeira-300x151.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/07/croacia-bandeira.png 301w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-2887" class="wp-caption-text">Bandeira da Croácia</p></div></p>
<p><div id="attachment_2889" style="width: 285px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2889" loading="lazy" class="size-full wp-image-2889" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/07/mapa-croacia.png" alt="Mapa da Croácia" width="275" height="299" /><p id="caption-attachment-2889" class="wp-caption-text">Mapa da Croácia</p></div></p>
<h4>Características Gerais</h4>
<p>Capital: Zabreg;<br />
Área: 56.542 km²;<br />
Moeda: Kuna croata;<br />
População: 4,2 milhões de habitantes (2016);<br />
Densidade Demográfica: 81 hab./km²;<br />
PIB: 87,3 bilhões;<br />
Idioma: Croata.</p>
<h4>Relevo</h4>
<p style="text-align: justify;">Cerca da metade do território croata corresponde à Planície da Panônia, se estendendo do norte ao nordeste do país, na região conhecida como Eslavônia.</p>
<p style="text-align: justify;">A Planície da Panônia se estende por diversos países da Europa Central e foi formada a partir da seca do Mar da Panônia no Plioceno. É uma região de solo fértil.</p>
<p>A oeste, um braço dos Alpes Dináricos atravessa a Croácia em sentido noroeste-sudeste. É onde se localizam as maiores altitudes do país, dentre as quais a maior, o monte Dinara, que chega a 1.830 metros.</p>
<p>É um conjunto de montanhas de constituição calcária que segue a costa croata da região de Rijeka até mais ou menos a altura de Zadar, onde adentra mais o continente, embora continue com a mesma orientação.</p>
<p>Atravessando os Alpes Dináricos, encontramos o litoral croata. Este compartimento do relevo envolve a península da Istria, ao norte, onde as planícies avançam por mais de 50km ao interior do país, o centro-norte, entre Rijeka e Zadar, onde o litoral de estreita, avançando não mais que poucos quilômetros e o sul, a partir de Zadar, onde a planície litorânea volta a adquir maiores proporções.</p>
<p>O litoral croata é bastante recortado, envolvendo mais de 1.000 ilhas e apresentando uma peculiar orientação noroeste-sudeste.</p>
<h4>Clima</h4>
<p style="text-align: justify;">A Croácia pode ter seu clima categorizado em dois tipos principais.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro engloba desde a região da Panônia croata até os Alpes Dináricos. São regiões onde predomina o clima continental.</p>
<p style="text-align: justify;">A continentalidade determina uma amplitude térmica mais ou menos elevada, com verões temperados e invernos frios.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela classificação climática de Koppen, esta região corresponderia ao clima do tipo Dfb, caracterizado por ser um clima continental, úmido e de verão temperado.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o litoral croata apresenta um clima do tipo mediterrâneo, com verões quentes e secos, característico dos climas Cfa e Csa, os mesmos predominantes em quase toda Itália e no sul de Portugal e Espanha.</p>
<p style="text-align: justify;">A atuação das massas de ar são bastante marcantes no litoral croata. No norte, os ventos bora e mistral diminuem as temperaturas no inverno e no verão, respectivamente, e deixam o clima mais seco. Já no sul, o siroco eleva as temperaturas e traz secura no verão.</p>
<h4>Hidrografia</h4>
<p style="text-align: justify;">Os dois principais rios croatas correm em sentido noroeste-sudeste. São eles: o Sava e o Drava.</p>
<p style="text-align: justify;">O rio Sava nasce na Eslovênia, cortando Zagreb e delimitando a fronteira entre a Croácia e a Bósnia e Herzegovina, desembocando no Rio Danúbio, já em território sérvio. Tem cerca de 940 km de extensão.</p>
<p style="text-align: justify;">Os seus afluentes mais importantes são os rios Ljubljanica, Mirna, Krka, Kupa, Lonja, Orljava e Una.</p>
<p><div id="attachment_2892" style="width: 296px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2892" loading="lazy" class="wp-image-2892 size-full" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/07/mapa-croacia-1-1.png" alt="Rio Sava. Por Kmusser CC BY-SA 2.5, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=1651337" width="286" height="285" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/07/mapa-croacia-1-1.png 286w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/07/mapa-croacia-1-1-150x150.png 150w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/07/mapa-croacia-1-1-160x160.png 160w" sizes="(max-width: 286px) 100vw, 286px" /><p id="caption-attachment-2892" class="wp-caption-text">Rio Sava. Por Kmusser CC BY-SA 2.5, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=1651337</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Já o Rio Drava nasce na Itália, próximo a fronteira com a Suíça, atravessando a Planície da Panônia e delimitando boa parte da divisa entre Croácia e Hungria. Assim como o Rio Sava, deságua no Rio Danúbio, próximo a Osijek. Tem cerca de 750 km de extensão.</p>
<p><div id="attachment_2893" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2893" loading="lazy" class="wp-image-2893 size-full" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/07/mapa-croacia-2.png" alt="Rio Drava. CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=73382." width="296" height="159" /><p id="caption-attachment-2893" class="wp-caption-text">Rio Drava. CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=73382.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">No sul do país, se destacam os rios Krka e Cetina, com grande potencial hidrelétrico.</p>
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		<title>Angola – Características gerais, clima, relevo e hidrografia</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2018/05/angola-caracteristicas-gerais-clima-relevo-e-hidrografia.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 May 2018 21:52:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[África Subsaariana]]></category>
		<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Humana]]></category>
		<category><![CDATA[Geomorfologia]]></category>
		<category><![CDATA[Hidrografia]]></category>
		<category><![CDATA[Países em foco]]></category>
		<category><![CDATA[clima de angola]]></category>
		<category><![CDATA[geografia de angola]]></category>
		<category><![CDATA[hidrografia de angola]]></category>
		<category><![CDATA[relevo de angola]]></category>
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					<description><![CDATA[Características gerais Capital: Luanda; Área: 1.246.700 km²; Moeda: Kwanza; População: 23,3 milhões de habitantes (2017); Densidade Demográfica: 20,6 hab./km²; PIB: 131 bilhões; Idioma: Português. Relevo O relevo angolano pode ser dividido em três compartimentos principais. O primeiro deles corresponde à planície costeira, que tem extensão bastante variável. No norte do país, nas proximidades de Luanda, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_2901" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2901" loading="lazy" class="size-medium wp-image-2901" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/05/angola-bandeira-300x196.png" alt="" width="300" height="196" /><p id="caption-attachment-2901" class="wp-caption-text">Bandeira de Angola</p></div></p>
<h4>Características gerais</h4>
<p>Capital: Luanda;<br />
Área: 1.246.700 km²;<br />
Moeda: Kwanza;<br />
População: 23,3 milhões de habitantes (2017);<br />
Densidade Demográfica: 20,6 hab./km²;<br />
PIB: 131 bilhões;<br />
Idioma: Português.</p>
<h4>Relevo</h4>
<p style="text-align: justify;">O relevo angolano pode ser dividido em três compartimentos principais.</p>
<p><div id="attachment_2898" style="width: 290px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2898" loading="lazy" class="size-medium wp-image-2898" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/05/angola-1-280x300.png" alt="Relevo de Angola. Por Sadalmelik - Obra do próprio, Domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=2276307" width="280" height="300" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/05/angola-1-280x300.png 280w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/05/angola-1.png 289w" sizes="(max-width: 280px) 100vw, 280px" /><p id="caption-attachment-2898" class="wp-caption-text">Relevo de Angola. Por Sadalmelik &#8211; Obra do próprio, Domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=2276307</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro deles corresponde à planície costeira, que tem extensão bastante variável. No norte do país, nas proximidades de Luanda, chega até 200 km, enquanto que na região central, nas redondezas de Benguela, se estreita para cerca de apenas 25 km.</p>
<p style="text-align: justify;">Indo para leste, escarpas abruptas marcam o início do segundo compartimento. A partir delas, se elevam planaltos acidentados, dentre os quais o mais expressivo é o Planalto de Bié, onde a altitude supera facilmente os 1.500 metros, atingindo seu ápice no Monte Moco, com 2.600 metros, o ponto culminante de Angola.</p>
<p>Anexo ao Planalto de Bié, ascendem terras altas de proporções menores, conhecidas como Malanje.</p>
<p style="text-align: justify;">O planalto central angolano se inclina gradualmente para o centro do continente, onde marca o terceiro compartimento do relevo do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Com altitudes que variam de 500 até 1.000 metros, este platô inexpressivo encobre cerca de dois terços do país.</p>
<h4>Clima</h4>
<p style="text-align: justify;">O clima de Angola varia muito em sentido norte-sul e em relação à proximidade com a costa.</p>
<p style="text-align: justify;">O norte do país apresenta um clima tropical típico (Aw/As), com índices pluviométricos elevados. O exclave de Cabinda, por exemplo, tem cerca de 1.800 mm anuais de chuva.</p>
<p style="text-align: justify;">Na parte central interior do país, os índices pluviométricos continuam elevados, como em Huambo, no Planalto de Bié, que recebe cerca de 1.450 mm de chuva anuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia, o aumento da altitude traz uma diminuição de temperatura. Na região do Planalto de Bié, temos um clima próximo ao tropical de altitude (Cwb), enquanto que nas regiões de planaltos mais baixos no leste do país, predomina um clima subtropical com verões quentes (Cwa).</p>
<p style="text-align: justify;">Na costa, todavia, a situação se altera profundamente. O clima com bons índices pluviométricos dá lugar a um ambiente seco. Luanda, no litoral norte, por exemplo, recebe apenas cerca de 330 mm anuais de chuva, apresentando um clima do tipo árido de estepe (BSh).</p>
<p>No sul do litoral, porém, as chuvas são ainda mais escassas. Anualmente, esta região recebe apenas 50 mm anuais de chuva, se enquadrando em um clima desértico (BWh).</p>
<h4>Hidrografia</h4>
<p style="text-align: justify;">Os planaltos do centro de Angola funcionam como os principais divisores de águas do país. A maioria dos rios nasce nesta região, seguindo a oeste para o Atlântico, a norte para o Rio Congo ou ainda para o sudeste onde infiltram o interior do continente.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os rios que fluem para o Oceano Atlântico, destacam-se dois principais: o Cuanza e o Cunene.</p>
<p style="text-align: justify;">O rio Cuanza tem cerca de 1000 km de extensão e é o maior rio inteiramente dentro das fronteiras angolanas. Nascendo no Planalto de Bié, o rio segue em sentido norte até se encaixar entre a escarpa do planalto e do Malanje, seguindo a partir daí sentido oeste.</p>
<p><div id="attachment_2787" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2787" loading="lazy" class="size-medium wp-image-2787" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Cuanza_River_Angola-300x262.png" alt="Rio Cuanza" width="300" height="262" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Cuanza_River_Angola-300x262.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/05/Cuanza_River_Angola.png 495w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-2787" class="wp-caption-text">Rio Cuanza</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">O rio Cunene nasce também na região central do país, seguindo sentido sul, até dobrar bruscamente em sentido oeste, marcando a divisa entre Angola e a Namíbia.</p>
<p><div id="attachment_2900" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2900" loading="lazy" class="size-medium wp-image-2900" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/05/angola-3-300x196.png" alt="Rio Cunene" width="300" height="196" /><p id="caption-attachment-2900" class="wp-caption-text">Rio Cunene</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os rios que seguem a norte, desembocando no Rio Congo, os principais deles são o Cuango e o Chicapa, ambos nascendo também nos planaltos centrais do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda, parte dos rios seguem em sentido sudeste, para o interior do continente africano. É o caso do Cubango e do Cuando.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Espanha &#8211; Características gerais, clima, relevo e hidrografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 May 2018 22:06:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
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		<category><![CDATA[clima da espanha]]></category>
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					<description><![CDATA[Características Gerais Capital: Madrid; Área: 505.991 km²; Moeda: Euro; População: 46,4 milhões de habitantes (2017); Densidade Demográfica: 92,2 hab./km²; PIB: 1,2 trilhão; Idioma: Espanhol. Relevo O território espanhol é predominantemente marcado por elevações, estando a maior parte inserido sobre um planalto, conhecido como Meseta Central. Este platô é cortado em sentido leste-oeste pela Serra Central. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_2775" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2775" loading="lazy" class="size-medium wp-image-2775" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/05/640px-Flag_of_Spain.svg-300x200.png" alt="Bandeira da Espanha" width="300" height="200" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/05/640px-Flag_of_Spain.svg-300x200.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/05/640px-Flag_of_Spain.svg.png 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-2775" class="wp-caption-text">Bandeira da Espanha</p></div></p>
<h4>Características Gerais</h4>
<p>Capital: Madrid;<br />
Área: 505.991 km²;<br />
Moeda: Euro;<br />
População: 46,4 milhões de habitantes (2017);<br />
Densidade Demográfica: 92,2 hab./km²;<br />
PIB: 1,2 trilhão;<br />
Idioma: Espanhol.</p>
<h4>Relevo</h4>
<p style="text-align: justify;">O território espanhol é predominantemente marcado por elevações, estando a maior parte inserido sobre um planalto, conhecido como Meseta Central.</p>
<p style="text-align: justify;">Este platô é cortado em sentido leste-oeste pela Serra Central. Já perto da planície do rio Ebro, a Serra Central se liga com a Cordilheira Ibérica, esta última que se inclina em sentido noroeste-sudeste.</p>
<p><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-2904 aligncenter" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/10/espanha-relevo_2-300x203.png" alt="" width="300" height="203" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/10/espanha-relevo_2-300x203.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/10/espanha-relevo_2-768x519.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/10/espanha-relevo_2.png 799w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: center;">Relevo da Espanha. Fonte: <a href="http://www.studentsoftheworld.info/sites/country/spain.php?Page=23">http://www.studentsoftheworld.info/sites/country/sp</a></p>
<p style="text-align: justify;">Nos limites da Meseta Central, encontramos outras cordilheiras importantes. São elas: a Cordilheira Cantábrica, na região da Galícia, a noroeste, e a Cordilheira Baética, do sul.</p>
<p style="text-align: justify;">A Cordilheira Baética mergulha sob o Mar Mediterrâneo, emergindo há alguns quilômetros da costa e formando as Ilhas Baleares.</p>
<p style="text-align: justify;">Já na divisa com a França, sobe a cadeia de montanhas do Pirineus.</p>
<p style="text-align: justify;">As depressões ocorrem nas redondezas dos rios Ebro (entre Cordilheira Ibérica e Pirineus) e Guadalquivir (entre a Cordilheira Baética e a Sierra Morena).</p>
<p style="text-align: justify;">As planícies costeiras têm extensão reduzida, atingindo maior relevância na comunidade autônoma de Valência.</p>
<h4>Clima</h4>
<p style="text-align: justify;">A Espanha apresenta uma quantidade relativamente elevada de tipos climáticos em seu território.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto pode ser explicado pela conformação do relevo, onde as cadeias de montanhas criam regiões de sombra de chuvas, similar ao que acontece no Sertão Nordestino com o Planalto da Borborema, e pelo tamanho da Península Ibérica, que possibilita a existência de climas oceânicos e continentais.</p>
<p style="text-align: justify;">Na faixa norte do país, entre a Catalunha e a Galícia, predomina um clima temperado úmido, com índices pluviométricos elevados. Corresponde ao clima Cfb na classificação climática de Koppen.</p>
<p style="text-align: justify;">Fora desta zona, todavia, os índices pluviométricos costumam ser muito baixos.</p>
<p style="text-align: justify;">A região central e sudeste do país, mais precisamente as regiões de Castilla-la-Mancha, Valência, Murcia e o sul de Aragão, apresenta um clima notadamente árido e quente (BSk).</p>
<p style="text-align: justify;">Este clima é em boa parte sustentado pela existência de uma corrente de ar quente e seca que é barrada pela Cordilheira Cantábrica e pelos Pirineus, ficando presa em território espanhol durante o verão.</p>
<p style="text-align: justify;">A maior parte da Andaluzia, bem como uma estreita faixa que vai do centro ao oeste do país (noroeste de Castilla-la-Mancha até a Extremadura), é caracterizada por um clima temperado com verões quentes (Csa).</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, de Castilla y León até a Galícia, predomina um clima temperado com verões temperados (Csb).</p>
<p style="text-align: justify;">Os climas não-montanhosos espanhóis são notadamente influenciados pela continentalidade.</p>
<h4>Hidrografia</h4>
<p style="text-align: justify;">A hidrografia ibérica é, quando consideramos o número de rios e sua extensão, bem desenvolvida.</p>
<p><div id="attachment_2903" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2903" loading="lazy" class="wp-image-2903 size-medium" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Spain-basins_3-300x234.png" alt="Principais Bacias Hidrográficas da Espanha. Por FDV – Obra do próprio, CC BY-SA 4.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=3787551" width="300" height="234" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Spain-basins_3-300x234.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Spain-basins_3.png 503w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-2903" class="wp-caption-text">Principais Bacias Hidrográficas da Espanha. Por FDV – Obra do próprio, CC BY-SA 4.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=3787551</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Podemos dividir as bacias hidrográficas espanholas em dois grandes grupos. O primeiro drena para o Oceano Atlântico, e engloba os principais rios do país. São eles: o Tejo (1.007 km), o Douro (895 km), o Guadiana (818 km) e o Guadalquivir (657 km). Todos, com exceção do último, têm sua foz em Portugal.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o segundo grupo corresponde aos rios que drenam para o Mar Mediterrâneo. Esta rede hidrográfica é, todavia, bem mais pobre, especialmente por este rios atravessarem as regiões mais secas da Meseta.</p>
<p style="text-align: justify;">A exceção deste grupo fica pelo Rio Ebro, com 909 km, nascendo na Cordilheira Cantábrica e desaguando na província de Tarragona, entre Barcelona e Valência.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, apesar de ter alguns dos maiores rios da Europa, a Península Ibérica é drenada por rios, em geral, com pouco volume anual e com regimes irregulares.</p>
<p style="text-align: justify;">A maior exceção a esta regra é o Rio Ebro, que apresenta um fluxo elevado, de aproximadamente 540 metros cúbicos por segundo. Esta característica ocorre por conta da constante alimentação do rio pelo degelo dos Pirineus e pelas constantes chuvas nesta área do país.</p>
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		<title>Holanda &#8211; Características gerais, clima, relevo e hidrografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2018 21:40:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[Características Gerais Capital: Amsterdã; Área: 41.500 km²; Moeda: Euro; População: 17,1 milhões de habitantes (2017); Densidade Demográfica: 405,6 hab./km²; PIB: 880,3 bilhões; Idioma: Holandês. Relevo A Holanda apresenta um relevo muito plano, com cerca de um quarto do seu território abaixo do nível do mar. Se não fossem as obras de canalização e a construção [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_2711" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2711" loading="lazy" class="size-medium wp-image-2711" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/holanda-band-300x199.png" alt="Bandeira da Holanda" width="300" height="199" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/holanda-band-300x199.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/holanda-band-768x509.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/holanda-band.png 864w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-2711" class="wp-caption-text">Bandeira da Holanda</p></div></p>
<h4>Características Gerais</h4>
<p>Capital: Amsterdã;<br />
Área: 41.500 km²;<br />
Moeda: Euro;<br />
População: 17,1 milhões de habitantes (2017);<br />
Densidade Demográfica: 405,6 hab./km²;<br />
PIB: 880,3 bilhões;<br />
Idioma: Holandês.</p>
<h4>Relevo</h4>
<p style="text-align: justify;">A Holanda apresenta um relevo muito plano, com cerca de um quarto do seu território abaixo do nível do mar.</p>
<p style="text-align: justify;">Se não fossem as obras de canalização e a construção de diques desde a Idade Média, boa parte do país, incluindo as regiões mais industrializadas, estariam debaixo d&#8217;água.</p>
<p style="text-align: justify;">Cerca de 15% da área total do país (6.500 km²) foi recuperada do mar pelas obras de drenagem. Em tais áreas, conhecidas como <em>Polders,</em> a drenagem é constante e é feita através de moinhos de vento, hoje patrimônios pela UNESCO. São regiões utilizadas para agricultura ou para ocupação.</p>
<p><div id="attachment_2712" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2712" loading="lazy" class="size-medium wp-image-2712" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/polder-300x200.png" alt="Pôlder" width="300" height="200" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/polder-300x200.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/polder-768x512.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/polder.png 525w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-2712" class="wp-caption-text">Pôlder. Por Martina Nolte, Lizenz</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">É apenas no sul do país que o relevo holandês atinge mais de 100 metros. O ponto mais alto é o Monte Vaalserberg, que chega apenas a 322 metros de altitude.</p>
<h4>Clima</h4>
<p style="text-align: justify;">A Holanda apresenta a peculiaridade de estar entre dois importantes <a href="http://www.geografiaopinativa.com.br/2016/12/circulacao-geral-da-atmosfera.html">centros de ação</a>: a baixa da Islândia e a alta dos Açores.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, o país se coloca em uma posição onde massas de ar quentes e frias se chocam, causando instabilidade e nebulosidade. Estima-se que o país tenha menos de um mês de tempo aberto por ano, geralmente concentrados na primavera, enquanto outono e verões costumam ter os maiores índices pluviométricos.</p>
<p style="text-align: justify;">Somado a isto, o relevo plano do país favorece a circulação dos ventos, especialmente os vindos do oeste e do sul. Os ventos deste último quadrante, porém, costumam ser freados pelas elevações austrais holandesas.</p>
<p style="text-align: justify;">Acerca das temperaturas, elas costumam não ser muito rígidas, com verões não muito quentes e invernos amenos. A ação da Corrente do Golfo, que leva as águas quentes da Flórida e do México para o oeste europeu, tem papel fundamental na regulação climática do país.</p>
<h4>Hidrografia</h4>
<p style="text-align: justify;">A drenagem das águas holandesa foi, em boa parte, desenhada pelo homem desde a Alta Idade Média através da construção de diques e canais.</p>
<p style="text-align: justify;">A principal feição litorânea do país, o Golfo Zuiderzee, foi formado após uma inundação de áreas planas e pantanosas pelas águas do Mar do Norte, entre os anos 250 e 600 d.C. Anteriormente, a região se constituía como um estuário do Rio Reno.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre 1927 e 1932, com o objeto de impedir um novo avanço do mar na região mais industrializada do país, onde, inclusive, se localiza a capital Amsterdã, foi construído o dique Afsluitdijk, de 32 quilômetros de comprimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Este dique transformou o Zuiderzee em um grande lago, o IJsselmeer, o separando do Waddenzee, este último compreendido entre o dique e as Ilhas Frísias.</p>
<p><div id="attachment_2916" style="width: 545px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2916" loading="lazy" class="wp-image-2916 size-full" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/10/zui_0.png" alt="Golfo Zuiderzee e dique Afsluitdijk" width="535" height="401" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/10/zui_0.png 535w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/10/zui_0-300x225.png 300w" sizes="(max-width: 535px) 100vw, 535px" /><p id="caption-attachment-2916" class="wp-caption-text">Golfo Zuiderzee e dique Afsluitdijk</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">A construção do Afsluitdijk permitiu a formação de quatro pôlderes (Wieringermeer, North East, South Flevoland Polder e East Flevoland Polder), que totalizam juntos mais de 1.700 km².</p>
<p style="text-align: justify;">Os principais rios do país são o Reno, o Waal e o Mosa, todos correndo de leste para oeste e desembocando no sudoeste holandês, onde se localiza a importante cidade portuária de Roterdã.</p>
<p style="text-align: justify;">O Reno nasce nos Alpes suíços, dobrando para oeste assim que entra no território da Holanda.</p>
<p style="text-align: justify;">O Waal é um defluente do Reno, formado na região de fronteira com a Alemanha.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, o Mosa nasce em território francês, se curvando a oeste em região próxima ao Reno.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Erosão eólica: deflação e corrasão</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2017/12/erosao-eolica-corrasao-deflacao.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Dec 2017 18:33:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geomorfologia]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[O vento, além de trabalhar na deposição e no transporte de sedimentos, também erode o terreno, criando formas específicas. A erosão eólica ocorre através de dois principais processos: a deflação e a corrasão (ou abrasão). Deflação A deflação é um processo relacionado com a seleção de partículas na superfície. Em um ambiente com substrato de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O vento, além de trabalhar na <a href="http://www.geografiaopinativa.com.br/2017/12/tipos-dunas.html">deposição</a> e no <a href="http://www.geografiaopinativa.com.br/2017/12/transporte-particulas-suspencao-saltacao-arrasto.html">transporte</a> de sedimentos, também erode o terreno, criando formas específicas.</p>
<p style="text-align: justify;">A erosão eólica ocorre através de dois principais processos: a deflação e a corrasão (ou abrasão).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Deflação</h4>
<p style="text-align: justify;">A deflação é um processo relacionado com a <em>seleção</em> de partículas na superfície.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um ambiente com substrato de material inconsolidado, como desertos ou em região costeira, a superfície é composta por grãos de variados tamanhos.</p>
<p style="text-align: justify;">O vento, como visto na postagem sobre <a href="http://www.geografiaopinativa.com.br/2017/12/transporte-particulas-suspencao-saltacao-arrasto.html">transporte eólico</a>, tem mais facilidade em carregar partículas de menor tamanho, fazendo este transporte por longas distâncias por suspensão.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo mais suscetível ao transporte, aos poucos, o material mais fino vai sendo removido da superfície, restando grãos mais grossos.</p>
<p><div id="attachment_2574" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2574" loading="lazy" class="wp-image-2574 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/IMG_20171228_022619-1024x340.jpg" alt="Esquema do processo de deflação" width="1024" height="340" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/IMG_20171228_022619-1024x340.jpg 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/IMG_20171228_022619-300x100.jpg 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/IMG_20171228_022619-768x255.jpg 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/IMG_20171228_022619.jpg 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2574" class="wp-caption-text">Esquema do processo de deflação</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Por vezes, esta remoção seletiva de material mais fino rebaixa o nível de algumas áreas, formando <em>bacias de deflação</em>. Se este rebaixamento for grande o suficiente para atingir o lençol freático, temos a formação de oásis.</p>
<p style="text-align: justify;">A deflação também pode revelar rochas do substrato rochoso na superfície, criando os pavimentos rochosos, também conhecidos como <em>regs</em>.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Corrasão</h4>
<p style="text-align: justify;">A corrasão, também conhecida como abrasão eólica, é a erosão provocada pelo jateamento feito por partículas em suspensão ou saltação no ar.</p>
<p style="text-align: justify;">O impacto de tais partículas em corpos maiores causa a desagregação do material, esculpindo formas típicas de ambiente de ação eólica, como ocorre na paisagem ruiniforme¹ em arenito no Parque Estadual de Vila Velha (PR).</p>
<p><div id="attachment_2571" style="width: 235px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2571" loading="lazy" class="size-medium wp-image-2571" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/vila-velha-225x300.jpg" alt="&quot;A Taça&quot;, elevação com formato peculiar no Parque Estadual de Vila Velha. Imagem: Ana Paula Hirama." width="225" height="300" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/vila-velha-225x300.jpg 225w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/vila-velha-768x1024.jpg 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/vila-velha.jpg 262w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /><p id="caption-attachment-2571" class="wp-caption-text">&#8220;A Taça&#8221;, elevação com formato peculiar no Parque Estadual de Vila Velha. Imagem: Ana Paula Hirama.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Além da desagregação, a corrasão também tem poder de polimento sobre os materiais estáticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os principais registros dessa ação polidora do vento, podemos citar os ventifactos e os <em>yardangs</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Ventifactos são rochas com duas ou mais faces polidas, formadas através da ação dos jateamentos de partículas. Geralmente, o polimento ocorre a princípio em apenas uma face e, a partir do rolamento da rocha, passa a atuar em outra parte da mesma.</p>
<p><div id="attachment_2570" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2570" loading="lazy" class="size-medium wp-image-2570" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ventifacto-300x278.jpg" alt="Ventifacto na Califórnia. Imagem: De Wilson44691 - Trabalho do próprio, CC0." width="300" height="278" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ventifacto-300x278.jpg 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ventifacto-768x711.jpg 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/ventifacto.jpg 378w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-2570" class="wp-caption-text">Ventifacto na Califórnia. Imagem: De Wilson44691 &#8211; Trabalho do próprio, CC0.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Já os yardangs são protuberâncias alongadas com orientação bem definida formadas pela ação de ventos unidirecionais sobre um terreno argiloso.</p>
<p><div id="attachment_2569" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2569" loading="lazy" class="size-medium wp-image-2569" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/yardang-300x195.jpg" alt="Yardang no Texas (EUA)" width="300" height="195" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/yardang-300x195.jpg 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/yardang.jpg 538w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-2569" class="wp-caption-text">Yardang no Texas (EUA)</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Uma característica interessante do polimento causado pelo vento é que as faces trabalhadas por ele apresentam brilho fosco.</p>
<p style="text-align: justify;">¹ Segundo o Dicionário Histórico e Geográfico dos Campos Gerais, da UEPG, relevo ruiniforme é uma &#8220;feição morfológica semelhante a ruínas, isto é, forma de relevo que ocorre em conseqüência da erosão que esculpe principalmente os arenitos, elaborando esculturas naturais na paisagem, em conseqüência da ação da água das chuvas, do sol e da atividade biológica&#8221;.</p>
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		<title>Transporte éolico: Suspensão, saltação e arrasto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Dec 2017 17:35:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Geologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geomorfologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Suspensão, saltação e arrasto são três modalidades de transporte de partículas pelo vento. Tal diferenciação se dá principalmente pelo tamanho do grão a ser transportado, pela energia do vento e pela existência ou não de obstáculos. Se considerarmos ambientes planos e sem obstáculos, com uma velocidade de vento constante, podemos generalizar que quanto menores as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Suspensão, saltação e arrasto são três modalidades de transporte de partículas pelo vento.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal diferenciação se dá principalmente pelo tamanho do grão a ser transportado, pela energia do vento e pela existência ou não de obstáculos.</p>
<p style="text-align: justify;">Se considerarmos ambientes planos e sem obstáculos, com uma velocidade de vento constante, podemos generalizar que quanto menores as partículas, maiores são as distâncias que as mesmas são carregadas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Suspensão</h4>
<p style="text-align: justify;">A suspensão é o tipo de movimentação que ocorre com partículas pequenas, como areia muito fina, silte e argila.</p>
<p><div id="attachment_2550" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2550" loading="lazy" class="size-medium wp-image-2550" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Imagem-37-300x132.jpg" alt="Croqui de uma partícula em suspensão" width="300" height="132" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Imagem-37-300x132.jpg 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Imagem-37.jpg 522w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-2550" class="wp-caption-text">Croqui de uma partícula em suspensão</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">As partículas são retiradas de seu local de origem e permanecem sendo carregadas pelo vento por longas distâncias, sem voltar a tocar a superfície.</p>
<p style="text-align: justify;">As partículas suspensas são depositadas quando o vento não mais consegue dar conta do transporte, seja por uma perda de sua energia, seja pelo aporte crescente de grãos no ar. É comum esta deposição ocorrer após um obstáculo, onde ocorre turbulência e consequente perda da energia do vento.</p>
<p style="text-align: justify;">Em termos de volume de material transportado, a suspensão é a principal modalidade de transporte.</p>
<h4>Saltação</h4>
<p style="text-align: justify;">A saltação ocorre com partículas de tamanho compreendido entre a areia fina e a areia muito grossa.</p>
<p><div id="attachment_2551" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2551" loading="lazy" class="size-medium wp-image-2551" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Imagem-37-Copia-300x155.jpg" alt="Croqui de uma partícula em saltação" width="300" height="155" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Imagem-37-Copia-300x155.jpg 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Imagem-37-Copia.jpg 450w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-2551" class="wp-caption-text">Croqui de uma partícula em saltação</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Seu deslocamento ocorre através de pequenos saltos. O grão fica em suspensão por alguns segundos, e, por conta de seu peso, acaba voltando à superfície.</p>
<p style="text-align: justify;">Corresponde a um deslocamento de massa intermediário se comparado com a suspensão e o arrasto.</p>
<p style="text-align: justify;">É a principal modalidade de movimentação na constituição de <a href="http://www.geografiaopinativa.com.br/2017/12/tipos-dunas.html">dunas</a> e outras feições geomorfológicas de ambientes desérticos e costeiros.</p>
<h4>Arrasto</h4>
<p style="text-align: justify;">O arrasto é uma modalidade de transporte muito mais restrita no que diz respeito a quantidade de material. Ocorre apenas com grãos maiores, como areia grossa, areia muito grossa e seixos.</p>
<p><div id="attachment_2552" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2552" loading="lazy" class="size-medium wp-image-2552" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Imagem-37-Copia-Copia-300x170.jpg" alt="Croqui de uma partícula em arrasto" width="300" height="170" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Imagem-37-Copia-Copia-300x170.jpg 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/12/Imagem-37-Copia-Copia.jpg 397w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-2552" class="wp-caption-text">Croqui de uma partícula em arrasto</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Partículas movimentadas de outras maneiras (suspensão e saltação), ao entrarem em contato com a superfície novamente, podem acabar empurrando estes grãos de maior diâmetro, provocando o arrasto. A própria velocidade do vento também pode proporcionar este deslocamento.</p>
<p style="text-align: justify;">No arrasto, a partícula não perde o contato com a superfície e tem seu deslocamento travado pelo atrito com o solo.</p>
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