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	<title>Urbana &#8211; Geografia Opinativa</title>
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	<title>Urbana &#8211; Geografia Opinativa</title>
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		<title>Hierarquia Urbana Brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2019 22:25:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geografia do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Humana]]></category>
		<category><![CDATA[Região Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Urbana]]></category>
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					<description><![CDATA[As cidades, no Brasil e no mundo, são organizadas conforme uma ordem lógica de grandeza ou, falando &#8220;geografiquês&#8221;, de centralidade. Esta centralidade está relacionada com o grau de dependência de uma cidade perante a outra. Sob o escopo desta dependência, estão necessidades da população, como deslocamento por escola, universidade ou saúde, e de corporações, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As cidades, no Brasil e no mundo, são organizadas conforme uma ordem lógica de grandeza ou, falando <em>&#8220;geografiquês&#8221;</em>, de <strong>centralidade</strong>.</p>



<p>Esta centralidade está relacionada com o grau de dependência de uma cidade perante a outra. Sob o escopo desta dependência, estão necessidades da população, como deslocamento por escola, universidade ou saúde, e de corporações, que buscam em outras regiões bens, pessoas ou capital.</p>



<p>Exemplificando. Augusto mora no município de Palhoça, na Região Metropolitana de Florianópolis. Sendo estudante de ensino superior, desloca-se diariamente para Florianópolis. Trabalha na mesma cidade. Com base no caso particular de Augusto, <strong>interpretamos que Florianópolis exerce grande nível de polaridade sobre Palhoça</strong>.</p>



<p>Todavia, Augusto fará uma viagem internacional. Para viajar, se deslocará do Aeroporto de Florianópolis para o Aeroporto de Guarulhos/São Paulo e, em seguida, irá ao seu destino. Isto quer dizer que, para uma atividade mais complexa, Florianópolis são suprirá as necessidades de Augusto. <strong>São Paulo, assim, exerce polaridade sobre Florianópolis</strong>.</p>



<p>Foi a partir desta base teórica que, em 2007, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) formulou o estudo intitulado &#8220;Regiões de Influência das Cidades&#8221;, o <strong>REGIC</strong>, que passou a balizar as discussões acerca da hierarquia urbana brasileira.</p>



<p>Para este estudo, apontou-se duas modalidades de <strong>Centros de Gestão de Território</strong>: de Gestão Federal e de Gestão Empresarial.</p>



<p>Estes centros são, mais especificamente, cidades que possuem em seus limites determinados locais cujas decisões impactam local, regional e nacionalmente.</p>



<p>É o caso por exemplo de Agências da Previdência Social, sedes do Ministério do Trabalho ou sedes e filiais de empresas de relevância.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img width="680" height="324" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/ibge.png" alt="" class="wp-image-3534" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/ibge.png 680w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/ibge-300x143.png 300w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /><figcaption>Organograma indicativo do método por trás da definição dos Centros de Gestão do Território. IBGE (2007).</figcaption></figure></div>



<p>Além disso foram consideradas atividades secundárias que também capacitam as cidades onde se localizam de certa centralidade. Incluem-se:</p>



<ul><li>Diversidade de comércios e serviços;</li><li>Oferta de serviços bancários;</li><li>Existência de Universidades, Faculdades ou Centros Universitários com cursos de Graduação e Pós-Graduação;</li><li>Serviços de saúde;</li><li>Oferta de domínios de internet;</li><li>Existência de sedes e de filiais de emissoras de TV;</li><li>Conexões aéreas.</li></ul>



<p>A partir do cruzamento destas informações e de outras de cunho secundário, foi possível categorizar as cidades conforme sua posição na hierarquia urbana nacional.</p>



<h2>Hierarquia dos centros urbanos</h2>



<p>Assim, classificou-se as cidades brasileiras em cinco níveis principais, alguns contendo subdivisões. Quanto mais elevado o nível, maior grau de polarização a cidade exerce sobre a vizinhança.</p>



<h3>1. Metrópole</h3>



<p>As metrópoles são as cidades classificadas no topo da hierarquia urbana brasileira. Isto quer dizer que exercem grande centralidade sobre regiões de grande proporção do território nacional.</p>



<p>São divididas em:</p>



<p><strong>Grande metrópole nacional: </strong>São Paulo (SP);</p>



<p><strong>Metrópole nacional: </strong>Rio de Janeiro (RJ) e Brasília (DF);</p>



<p><strong>Metrópole:</strong> Manaus (AM), Belém (PA), Fortaleza (CE), Recife (PE), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Goiânia (GO) e Porto Alegre (RS).</p>



<p>Note: Enquanto Brasília tinha em 2007 uma população de 3,2 milhões de habitantes, Belo Horizonte tinha 5,1 milhões. O fato de ser maior são coloca Belo Horizonte em posição hierárquica superior a Brasília.</p>



<h3>2. Capital Regional</h3>



<p>Exercem centralidade sobre uma área menor que as metrópoles e são polarizadas por uma delas. São subdivididas em:</p>



<p><strong>Capital Regional A: </strong>Maioria das capitais estaduais não incluídas como metrópoles (por exemplo, Florianópolis (SC), Campo Grande (MS) e Cuiabá (MT)) e a cidade de Campinas. </p>



<p><strong>Capital Regional B:</strong> Cerca de vinte cidades, dentre as quais Joinville (SC), Uberlândia (MG) e Porto Velho (RO).</p>



<p><strong>Capital Regional C: </strong>39 cidades. Por exemplo: Sorocaba (SP), Criciúma (SC) e Rio Branco (AC).</p>



<h3>3. Centro sub-regional</h3>



<p>Cidades com centralidade reduzida, geralmente intra-estadual. São subjugadas a uma ou mais capitais regionais.</p>



<p>São divididas em:</p>



<p><strong>Centro sub-regional A: </strong>169 cidades, dentre as quais Barra dos Garças (MT), Macaé (RJ) e Barbacena (MG).</p>



<p><strong>Centro sub-regional B: </strong>79 cidades, dentre as quais Parintins (AM) e Itapipoca (CE)</p>



<h3>4. Centro de zona</h3>



<p>Cidades com nível de polarização limitado a sua vizinhança. São 559 cidades, divididas em Centros de Zona A (192 cidades) e Centros de Zona B (364 cidades).</p>



<h3>5. Centro local</h3>



<p>Demais 4.473 municípios, cuja centralidade se limita aos seus limites municipais. </p>



<p>Assim, a hierarquia urbana brasileira se constitui em:</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" width="433" height="224" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hierarquia.png" alt="" class="wp-image-3543" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hierarquia.png 433w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hierarquia-300x155.png 300w" sizes="(max-width: 433px) 100vw, 433px" /><figcaption>Ordem hierárquica dos centros urbanos brasileiros</figcaption></figure></div>



<p>É importante entender que o Centro Local liga-se à Metrópole, passando por  todos ou pela maioria dos graus hierárquicos dispostos acima, este que, por sua vez, podem incluir uma ou mais cidades.</p>



<p>Veja abaixo um exemplo de &#8220;mapa&#8221; a hierarquia urbana de um município litorâneo de Santa Catarina:</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" width="479" height="238" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hierarquia_itapema.png" alt="" class="wp-image-3544" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hierarquia_itapema.png 479w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hierarquia_itapema-300x149.png 300w" sizes="(max-width: 479px) 100vw, 479px" /><figcaption>Hierarquia Urbana do município de Itapema (SC)</figcaption></figure></div>



<p>Neste caso, é válido lembrar que Florianópolis é um <strong>centro com múltiplas vinculações</strong>, pois é polarizado em mesmo grau por Porto Alegre (SC) e por Curitiba (PR). É o que também ocorre com Juiz de Fora (MG), ligada a Belo Horizonte e ao Rio de Janeiro, por exemplo.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" width="900" height="592" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hierarquia_mapa-min.png" alt="Detalhe de uma porção da Região de Influência da cidade de Florianópolis (SC)." class="wp-image-3549" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hierarquia_mapa-min.png 900w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hierarquia_mapa-min-300x197.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hierarquia_mapa-min-768x505.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/hierarquia_mapa-min-791x520.png 791w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption>Detalhe de uma porção da Região de Influência da cidade de Florianópolis (SC). IBGE (2007)</figcaption></figure></div>



<p>Desta forma, temos um importante referencial teórico para análises espaciais. Entender a hierarquia urbana auxilia na melhor distribuição de recursos, na alocação de empresas e equipamentos urbanos e no entendimento da dinâmica regional brasileira.</p>
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		<title>Poluição Visual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2014 01:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Humana]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>
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					<description><![CDATA[Poluição visual na Times Square. CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=79327 A poluição é um dos principais problemas do mundo atual. Porém, ao contrário do que muitos acreditam, existem muito mais tipos de poluição que as já conhecidas poluições atmosférica e da água, por exemplo. Um destes tipos, é o que chamados de poluição visual, que nada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;">
<div style="text-align: center;">
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://3.bp.blogspot.com/-m9T0OkreGQI/VrtZ8e9sn1I/AAAAAAAAC1Q/HjWXgE68iUc/s1600/polu.jpg"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2014/04/polu.jpg" width="400" height="300" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Poluição visual na Times Square. CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=79327</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<div style="text-align: left;">
<p style="text-align: justify;">A poluição é um dos principais problemas do mundo atual. Porém, ao contrário do que muitos acreditam, existem muito mais tipos de poluição que as já conhecidas poluições atmosférica e da água, por exemplo.</p>
<div style="text-align: left;">Um destes tipos, é o que chamados de poluição visual, que nada mais é que o uso excessivo de elementos de comunicação visual, como placas, outdoors, pichações, anúncios, efeitos luminosos nas fachadas de comércios, entre outros, que poluem a paisagem das grandes cidades e atrapalham o bem estar da população.</p>
<p style="text-align: justify;">Este tipo de poluição, apesar de não parecer, pode trazer bastante prejuízos. Além de provocar um verdadeiro choque de informações pouco necessárias e um desvio crítico de atenção, estes tipos de anúncios incomodam e descaracterizam a cidade, podendo inclusive trazer doenças psicológicas, principalmente quando aliado ao barulho (poluição sonora).</p>
<p style="text-align: justify;">Poucas ações tem sido feitas para conter a poluição visual, principalmente pelo fato de não causar danos tão aparentes.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>As cidades mais perigosas do mundo em 2013</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2014 19:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[da População]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Humana]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[San Pedro Sula encabeça a lista. By Gervaldez &#8211; Own work, GFDL, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=3836101 No ano passado mostramos aqui uma lista com as cidades mais perigosas do ano de 2012, feito pelo Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal, uma respeitada ONG mexicana. A alguns dias, este mesmo instituto fez uma nova lista. Esta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"></div>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://3.bp.blogspot.com/-PUvgIZkA4X4/Vru_kedk3eI/AAAAAAAAC28/L6_eKJFgYlA/s1600/san%2Bpedro%2Bsula.jpg"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2014/03/sanpedrosula.jpg" width="640" height="216" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">San Pedro Sula encabeça a lista. By Gervaldez &#8211; Own work, GFDL, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=3836101</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No ano passado mostramos <a href="http://www.geografiaopinativa.com.br/2013/05/lugares-mais-perigosos-do-mundo-cidades.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a> uma lista com as cidades mais perigosas do ano de 2012, feito pelo Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal, uma respeitada ONG mexicana.</p>
<p>A alguns dias, este mesmo instituto fez uma nova lista. Esta nova publicação considerou todas as cidades do mundo com mais de 300 mil hab. que não encontram-se em cenário de guerra e calculou o número de homicídios por 100 mil habitantes de cada lugar, gerando então o ranking.</p>
<p>Em primeiro lugar, <b>San Pedro Sula</b>, pelo terceiro ano seguido, foi considerada a cidade mais perigosa do mundo, com 187,14 homicídios por 100 mil habitantes.</p>
<p>Em seguida, <b>Caracas</b> (134,36), a capital da Venezuela, subiu uma posição e agora ocupa o preocupante 2º lugar. O top 3 conta também com <b>Acapulco </b>(112, 80), cidade mexicana que caiu uma posição em relação ao ano passado.</p>
<p>Entre as cidades brasileiras, a &#8220;melhor&#8221; colocada no ranking é <b>Maceió</b>, no estado do Alagoas, com uma média de 79,76 homicídios por 100 mil habitantes, na <b style="text-decoration: underline;">5º posição no ranking geral.</b></p>
<p>Destaque negativo também para <b>Fortaleza </b>(72,81)<b>, </b>no Ceará, <b><u>cidade-sede de alguns dos jogos da Copa do Mundo de 2014, ocupando o 7º lugar na lista geral, segunda cidade mais violenta do Brasil.</u></b></p>
<p>Ainda no Brasil, temos também o aparecimento no TOP 50 de João Pessoa (PB) em 9º, <b><u>Natal (RN) em 12º</u></b>, <b><u>Salvador (BA) em 13º</u></b>, Vitória (ES) em 14º, São Luís (MA) em 15º, Belém (PA) em 23º, Campina Grande (PB) em 25º, Goiânia (GO) em 28º, <b><u>Cuiabá (MT) em 29º</u></b>,<b><u> Manaus (AM) em 31º, Recife (PE) em 39º</u></b>, Macapá (AP) em 40º, <b><u>Belo Horizonte (MG) em 44º</u></b> e Aracaju (SE) em 46º.</p>
<p>A maior parte das cidades ficam na América Latina. Além do Brasil, México, Colômbia, Venezuela, África do Sul, EUA e Porto Rico apresentam um número considerável de cidades na lista. Fora dos eixo latino-americano, a posição mais alta no ranking ficaria com a Cidade do Cabo (África do Sul &#8211; 20º), seguida por Detroit (EUA &#8211; 24º) e Nova Orleans (EUA &#8211; 26º).</p>
<p>O instituto leva em consideração os dados oficiais dos governos.</p>
<div style="text-align: right;"><b>Fonte: </b><a href="http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2014/01/17/brasil-tem-16-cidades-entre-as-50-mais-violentas-do-mundo-diz-ong-mexicana.htm#comentarios" target="_blank" rel="noopener noreferrer">UOL</a></div>
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		<title>As ilhas de calor</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2013/11/as-ilhas-de-calor.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2013 01:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Humana]]></category>
		<category><![CDATA[Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>
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					<description><![CDATA[Ilha de calor é como é conhecido o fenômeno de aumento anormal da temperatura das áreas das grandes cidades em relação as zonas rurais. Isto acontece por conta que, com a ausência de áreas verdes e também a existência materiais como ferro, concreto e asfalto nos núcleos urbanos, ocorre uma retenção de calor nestas áreas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/11/ILHA-DE-C.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/11/ILHA-DE-C.png" border="0" /></a></div>
<div style="text-align: left;">
<p>Ilha de calor é como é conhecido o fenômeno de aumento anormal da temperatura das áreas das grandes cidades em relação as zonas rurais.</p>
<div style="text-align: left;">
<p>Isto acontece por conta que, com a ausência de áreas verdes e também a existência materiais como ferro, concreto e asfalto nos núcleos urbanos, ocorre uma retenção de calor nestas áreas, que cria um grande contraste de temperatura entre as regiões urbanizadas e as periferias.</p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/11/ILHA-DE-CALOR.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/11/ILHA-DE-CALOR.png" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Ilhas de calor: alta variação de temperatura entre cidade e campo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Nas noites, por exemplo, as zonas rurais perdem temperatura rapidamente por causa das árvores e vegetação, já nas zonas de ilhas de calor, isto não acontece e os materiais que retém calor durante o dia continuam aquecidos ao anoitecer. As variações de temperatura chegam a 10ºC</p>
<p>A poluição, algo comum nas grandes cidades, também agrava a situação ainda mais. A aumento do consumo de energia e o desconforto são alguns problemas causados pelas ilhas de calor.</p>
</div>
</div>
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		<title>Inversão Térmica e o Efeito Smog</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2013 22:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Humana]]></category>
		<category><![CDATA[Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>
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					<description><![CDATA[Naturalmente, em nosso planeta, ocorre um fenômeno conhecido como Inversão Térmica. Ele consiste em uma mudança de posição entre as camadas mais frias e mais quentes do ar. Em dias comuns, o ar quente, por ser mais leve, ocupa as camadas mais próximas a superfície, pois esta encontra-se naturalmente com uma temperatura mais alta. Por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Naturalmente, em nosso planeta, ocorre um fenômeno conhecido como Inversão Térmica. Ele consiste em uma mudança de posição entre as camadas mais frias e mais quentes do ar.</p>
<p>Em dias comuns, o ar quente, por ser mais leve, ocupa as camadas mais próximas a superfície, pois esta encontra-se naturalmente com uma temperatura mais alta. Por sua vez, o ar mais frio (mais pesado) paira em camadas mais altas.</p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://4.bp.blogspot.com/-tuNBVOdiD4M/UoqV52OxgzI/AAAAAAAABA8/3bhCxHe4tww/s1600/INVERS1.PNG"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/11/INVERS1.png" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Nos dias normais, o ar mais leve fica na parte próxima ao solo, enquanto o mais<br />
frio em cima</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Porém, com a inversão térmica, acontece algo diferente. Geralmente o fenômeno ocorre em dias de inverno, onde naturalmente a superfície está mais gelada.</p>
<p>A inversão entre as camadas de ar ocorrem justamente por este motivo. O ar mais pesado (frio) fica &#8220;aprisionado&#8221; na parte mais próxima da superfície, ocupando o lugar onde deveria estar o ar mais quente. Este, por sua vez, encontra a parte logo acima do ar frio para ocupar.</p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://2.bp.blogspot.com/-BVTncbGOL4c/UoqWZ62WWQI/AAAAAAAABBE/yFvCGegTqks/s1600/invers2.PNG"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/11/invers2.png" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Já em dias em que ocorre a inversão térmica, o ar frio é quem fica<br />
próximo ao solo, enquanto o mais quente fica sobre ele</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h4><b>SMOG</b></h4>
<p>Como explicado acima, a inversão térmica é um processo em que o ar mais frio fica retido nas camadas mais próxima da superfície e o ar quente logo acima dele. Porém, este processo que parece ser inofensivo, na verdade torna-se um grande problema para a sociedade nas áreas urbanas: é o Efeito Smog (Smoke/Fumaça + Fog/Neblina).</p>
<p>O problema está que, nos centros urbanos, muitos gases tóxicos são liberados na atmosfera. Com o efeito de reversão térmica, os poluentes, ao invés de serem liberados para as partes mais altas da atmosfera, ficam ali, retidos junto a respiração humana, isto é, fica sempre sendo &#8220;respirados&#8221; por nós a todos momento.</p>
<p>Enquanto isso, a camada mais quente de ar funciona como um &#8220;tampão&#8221; que impede a saída de todos estes gases.</p>
<p>Isto é responsável por muitas doenças respiratórias que podem levar a morte, configurando como um grande problema social atualmente, pois o fato da emissão de poluentes faz com que o fenômeno natural da Inversão Térmica seja responsável por mais um problema da sociedade de hoje.</p>
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		<item>
		<title>Maiores cidades europeias por população</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Nov 2013 18:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[da População]]></category>
		<category><![CDATA[Europa de Leste]]></category>
		<category><![CDATA[Europa Ocidental]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Humana]]></category>
		<category><![CDATA[Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[População]]></category>
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					<description><![CDATA[A Europa é um continente que traz consigo belas cidades, entre elas algumas das com as maiores qualidades de vida do planeta. Como negar a beleza de lugares como Paris, Veneza e Londres? Além de todos estes encantos, o velho continente ainda conta com algumas cidades muito populosas, isto é, contam com um alto número [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://3.bp.blogspot.com/-UUrDq1HupmI/UnVHWYnqOwI/AAAAAAAAA9A/PLr8_XZ4jJc/s1600/europaa.PNG"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/11/europaa.png" border="0" /></a></div>
<p>A Europa é um continente que traz consigo belas cidades, entre elas algumas das com as maiores qualidades de vida do planeta. Como negar a beleza de lugares como Paris, Veneza e Londres?</p>
<p>Além de todos estes encantos, o velho continente ainda conta com algumas cidades muito populosas, isto é, contam com um alto número de habitantes totais. Veja agora uma lista com as cidades mais populosas do continente europeu (em milhões de habitantes):</p>
<div style="text-align: center;"></div>
<table class=" aligncenter" style="border-collapse: collapse; text-align: center; width: 354px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr style="height: 14.25pt;">
<td class="xl64" style="height: 14.25pt; width: 24pt;" width="32" height="19"><b>POS</b></td>
<td class="xl65" style="width: 105pt;" width="140"><b>Cidade</b></td>
<td class="xl65" style="width: 52pt;" width="69"><b>Pop.</b></td>
<td class="xl65" style="width: 85pt;" width="113"><b>País</b></td>
</tr>
<tr style="height: 14.25pt;">
<td class="xl63" style="height: 14.25pt; padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;" height="19">1</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;">Istambul*</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;">13,8</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;"> Turquia</td>
</tr>
<tr style="height: 14.25pt;">
<td class="xl63" style="height: 14.25pt; padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;" height="19">2</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;">Moscou</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;">11,9</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;"> Rússia</td>
</tr>
<tr style="height: 14.25pt;">
<td class="xl63" style="height: 14.25pt; padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;" height="19">3</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;">Londres</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;">8,1</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;"> Reino Unido</td>
</tr>
<tr style="height: 14.25pt;">
<td class="xl63" style="height: 14.25pt; padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;" height="19">4</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;">São Petersburgo</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;">5,0</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;"> Rússia</td>
</tr>
<tr style="height: 14.25pt;">
<td class="xl63" style="height: 14.25pt; padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;" height="19">5</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;">Berlim</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;">3,5</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;"> Alemanha</td>
</tr>
<tr style="height: 14.25pt;">
<td class="xl63" style="height: 14.25pt; padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;" height="19">6</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;">Madrid</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;">3,2</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;"> Espanha</td>
</tr>
<tr style="height: 14.25pt;">
<td class="xl63" style="height: 14.25pt; padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;" height="19">7</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;">Atenas</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;">2,0</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;"> Grécia</td>
</tr>
<tr style="height: 14.25pt;">
<td class="xl63" style="height: 14.25pt; padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;" height="19">8</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;">Kiev</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;">2,8</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;"> Ucrânia</td>
</tr>
<tr style="height: 14.25pt;">
<td class="xl63" style="height: 14.25pt; padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;" height="19">9</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;">Roma</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;">2,7</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;"> Itália</td>
</tr>
<tr style="height: 14.25pt;">
<td class="xl63" style="height: 14.25pt; padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;" height="19">10</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;">Paris</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;">2,4</td>
<td class="xl66" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;"> França</td>
</tr>
<tr style="height: 14.25pt;">
<td class="xl64" style="height: 14.25pt; padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;" height="19"><b>70</b></td>
<td class="xl65" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;"><b>Lisboa</b></td>
<td class="xl65" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;"><b>0,5</b></td>
<td class="xl65" style="padding-bottom: .2em; padding-top: .2em;"><b> Portugal</b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left;">*Istambul compreende boa parte da população em território asiático, já que a cidade é divida entre dois continentes, Ásia e Europa, sendo que por vezes aparece fora da lista de cidade mais populosas da Europa por este motivo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O problema do lixo urbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2013 01:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Humana]]></category>
		<category><![CDATA[Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos principais problemas que assola a sociedade atual é a acumulação do lixo em locais inapropriados, como por exemplo nos lixões a céu aberto, que além de serem muito prejudiciais a saúde, também contaminam a visão e deixam mau cheiro, principalmente quando localizam-se próximos a grandes centros urbanos, incomodando muito a vida das pessoas. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/10/LIXO.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/10/LIXO.png" border="0" /></a></div>
<p style="text-align: justify;">Um dos principais problemas que assola a sociedade atual é a acumulação do lixo em locais inapropriados, como por exemplo nos lixões a céu aberto, que além de serem muito prejudiciais a saúde, também contaminam a visão e deixam mau cheiro, principalmente quando localizam-se próximos a grandes centros urbanos, incomodando muito a vida das pessoas.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Por parte da saúde, o lixo descartado em lugares impróprio lançam na atmosfera gases tóxicos e também, por meio do chorume, líquido que é resultado do acúmulo de resíduos orgânicos que, em contato com os lençóis freáticos, contaminam a água que muitas vezes alimentam nascentes de rios e lagos, transformando-as em impróprias para o consumo.</p>
<p style="text-align: justify;">A solução para tais problemas variam de acordo com o tipo de resíduo. A reciclagem é a saída para materiais que podem ser reaproveitados, como é o exemplo do plástico e do papel. É importante destacar que, nestes casos, o primeiro passo deve ser dado por nós mesmos. Separar o lixo orgânico dos inorgânicos é fundamental para o processo de reciclagem. Materiais como garrafas PET e latas de alumínio são grande fontes para o reaproveitamento.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/10/RECICLAGEM.png"><img class="aligncenter" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/10/RECICLAGEM.png" border="0" /></a></div>
<p style="text-align: justify;">Em outros casos, como o lixo hospitalar, este que pode trazer sérios riscos a saúde em curto prazo, deve ser incinerado, além de passar por diversos processos, assim tirando totalmente o risco do estrago ambiental que tais produtos fazem na natureza.</p>
<p style="text-align: justify;">Para reduzir o número de lixões a céu aberto, existem algumas alternativas, inclusive algumas que já são amplamente empregadas em alguns países. Os aterros sanitários, que consistem no soterramento do lixo, além do tratamento do chorume e de todo um cauteloso processo para prevenir a ida de materiais poluentes aos lençóis freáticos são uma saída.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, já sabemos que o primeiro passo deve ser dado por você, exemplos nas mídias sobre isso é o que não faltam. Reclamar sempre da falta de amparo de órgãos públicos não resolve nada, pois se cada um fizer a sua parte desde cedo, com a reciclagem de resíduos domiciliares, nosso mundo poderá transformar-se em um local muito mais agradável para se viver.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Poluição Sonora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Oct 2013 00:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao contrário do que muitos pensam, poluição não é sinônimo apenas de substâncias tóxicas que são liberadas no ar e prejudicam a saúde, na verdade, até mesmo os sons exaustivos nas ruas, que vão desde barulhos de veículos até fones de ouvido, tudo isso é poluição: a chamada poluição sonora. Este tipo de poluição está [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-3199" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/10/Screenshot_20190219_154940.png" alt="" width="253" height="178" /></div>
<p>Ao contrário do que muitos pensam, poluição não é sinônimo apenas de substâncias tóxicas que são liberadas no ar e prejudicam a saúde, na verdade, até mesmo os sons exaustivos nas ruas, que vão desde barulhos de veículos até fones de ouvido, tudo isso é poluição: a chamada poluição sonora.</p>
<p>Este tipo de poluição está tornando-se cada vez mais comum nos grandes centros urbanos. Propagandas, buzinas de carros, entre outros, tudo isso contribui para diversos problemas causados por esse tipo de poluição moderna.</p>
<p>Assim como a poluição atmosférica traz muitos problemas respiratórios, grande níveis de decibéis (&#8220;nível de barulho&#8221;) também podem prejudicar e muito nossa saúde.</p>
<p>Entre os problemas mais conhecidos, temos a insônia, o estresse, dores de cabeça e, em casos mais graves, perda parcial ou completa da audição.</p>
<p>O recomendável pela Organização Mundial da Saúde é um nível de decibéis que gire em torno de 65 dB, o aceitável para o barulho não trazer prejuízos diretos a nosso organismo.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Chuva Ácida: um dos principais problemas ambientais da atualidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Aug 2013 15:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Humana]]></category>
		<category><![CDATA[Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>
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					<description><![CDATA[A Chuva Ácida é um dos maiores problemas ambientais das grandes metrópoles atuais. Apesar de levar o nome de &#8220;chuva&#8221;, a acidez pode vir acompanhada de névoa ou qualquer outra precipitação atmosférica. É provocada pela liberação de gases nas chaminés das indústrias, escapamentos de carros, etc. Tais gases sobem até a atmosfera, onde entram em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/08/chuva.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/08/chuva.png" border="0" /></a></div>
<p>A Chuva Ácida é um dos maiores problemas ambientais das grandes metrópoles atuais. Apesar de levar o nome de &#8220;chuva&#8221;, a acidez pode vir acompanhada de névoa ou qualquer outra precipitação atmosférica.</p>
<p>É provocada pela liberação de gases nas chaminés das indústrias, escapamentos de carros, etc. Tais gases sobem até a atmosfera, onde entram em contato com as precipitações de chuva comuns. Quando as nuvens despejam a água em forma de gotas de chuva na Terra, elas vem acompanhadas dos gases que concentram grande acidez, daí formando a &#8220;Chuva Ácida&#8221;.</p>
<p>Elas podem causar inúmeros riscos para a saúde humana, por conta das partículas ácidas no ar, além de provocar a deterioração de estátuas, bancos de praça, prejuízos na agricultura e destruição de florestas.</p>
]]></content:encoded>
					
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