<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Demografia &#8211; Geografia Opinativa</title>
	<atom:link href="https://www.geografiaopinativa.com.br/tag/demografia/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.geografiaopinativa.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 25 Feb 2019 00:29:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=5.9.3</generator>

<image>
	<url>https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/cropped-id-3-32x32.png</url>
	<title>Demografia &#8211; Geografia Opinativa</title>
	<link>https://www.geografiaopinativa.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Pirâmide Etária</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2016/12/piramide-etaria.html</link>
					<comments>https://www.geografiaopinativa.com.br/2016/12/piramide-etaria.html#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Dec 2016 20:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[da População]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Humana]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Demografia]]></category>
		<category><![CDATA[População]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.geografiaopinativa.com.br/2016/12/piramide-etaria.html</guid>

					<description><![CDATA[Pirâmide etária é um gráfico que relaciona três variáveis: número de habitantes, gênero e idade. A partir dele, é possível depreender uma série de informações de cunho demográfico sobre o país ou região que ele representa. Como todo gráfico de barras, a pirâmide etária é composta por dois eixos, um vertical e um horizontal. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p>Pirâmide etária é um gráfico que relaciona três variáveis: número de habitantes, gênero e idade. A partir dele, é possível depreender uma série de informações de cunho demográfico sobre o país ou região que ele representa.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Como todo gráfico de barras, a pirâmide etária é composta por dois eixos, um vertical e um horizontal. A diferença, porém, aparece no fato do eixo horizontal (x) ser dividido em duas partes, uma representando a população masculina (sempre do lado esquerdo), e outra representando a população feminina (sempre do lado direito).</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>O eixo y representa as faixas de idade. Quanto mais acima, mais idosa é a população representada. Já o eixo x diz respeito ao número absoluto de habitantes. Quanto mais próximo das extremidades, maior o número de pessoas do gênero e da faixa especificada.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<p><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/pop1.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/pop1.png" border="0" /></a></p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Para obter informações destes gráficos, precisamos, logo, relacionar estes três elementos. Uma barra (ou trecho da linha) só vai ser definida por estas três variáveis.</p>
<div style="text-align: justify;">
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/pir-gene.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/pir-gene.png" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Pirâmide etária genérica</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: left;">
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">Observe a pirâmide acima. A faixa destacada em amarelo pode ser definida por:</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p><b>Gênero:</b> masculino (lado esquerdo)</p>
<div style="text-align: justify;">
<p><b>Faixa de idade:</b> 24-28 anos</p>
<div style="text-align: left;">
<div style="text-align: justify;">
<p><b>Número de habitantes: </b>600.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p><b>Interpretando uma pirâmide etária</b></p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>A partir do formato da pirâmide etária de um país ou região, podemos entender melhor a composição de sua população, além de caracteres socioeconômicos e demográficos.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Veja a pirâmide abaixo:</p>
<div style="text-align: justify;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<p><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/pir-gene-2.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/pir-gene-2.png" border="0" /></a></p>
<div style="text-align: justify;">
<p>A base da pirâmide apresenta-se muito larga, denotando uma grande proporção de crianças e adolescentes. Note que, a grande população jovem vai se reduzindo, de forma cada vez mais acelerada, quando chega nas fases adulta e idosa, ao ponto que o topo da pirâmide se torna muito menor que a base.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Disto, depreendemos duas características da população analisada:</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>&#8211; Altas taxas de natalidade (base larga);</p>
<div style="text-align: justify;">
<p>&#8211; Altas taxas de mortalidade/Baixa expectativa de vida (topo estreito).</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Esta pirâmide, logo, é típica de um <b>país subdesenvolvido</b>, onde as condições sanitárias, sociais e médico-hospitalares inibem uma grande longevidade, ao mesmo tempo que fatores culturais pressionam casais a terem um grande número de filhos.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Agora, observe este outro gráfico:</p>
<div style="text-align: justify;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<p><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/pir-gene-3.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/pir-gene-3.png" border="0" /></a></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;">
<p>Aqui, não temos mais o formato triangular de antes. A base é estreita, evidenciando uma pequena população jovem, enquanto que o centro e o topo são largos, evidenciando uma grande população adulta e idosa.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;">
<p>Podemos depreender, então, que nascem menos crianças e que os habitantes da região analisada estão vivendo mais. Logo, esta população presencia:</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;">
<p>&#8211; Baixas taxas de natalidade (base estreita);</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;">
<p>&#8211; Baixas taxas de natalidade/Alta expectativa de vida (topo largo).</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Esta pirâmide, então, pertence certamente a um <b>país desenvolvido</b>, onde as condições médicas e sanitárias, os tratamentos de doenças e as aplicações de vacinas permitem uma grande longevidade, ao mesmo tempo que a inserção da mulher no mercado de trabalho e a difusão de métodos contraceptivos diminuem o número de filhos por casal.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Em países com esta configuração etária, é recorrente o surgimento de problemas relacionados à previdência social, visto que a população ativa, que contribui com o fundo de previdência, é cada vez menor em relação aos idosos, que recebem a partir deste fundo.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p><b>Veja algumas pirâmides etárias reais:</b></p>
<div style="text-align: justify;">
<h4 style="clear: both; text-align: center;"><b>Brasil &#8211; 2016</b></h4>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<p><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/2016.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/2016.png" border="0" /></a></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<div style="text-align: center;">
<h4 style="text-align: center;">Brasil &#8211; 1950</h4>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<p><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/1950.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/1950.png" border="0" /></a></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<h4 style="clear: both; text-align: center;">Brasil &#8211; 2050 (projeção)</h4>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<p><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/2050.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/2050.png" border="0" /></a></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<h4 style="clear: both; text-align: center;">Alemanha &#8211; 2016</h4>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<p><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/germ.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/germ.png" border="0" /></a></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<h4 style="clear: both; text-align: center;">México &#8211; 2016</h4>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<p><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/mexico.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/mexico.png" border="0" /></a></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<h4 style="clear: both; text-align: center;">Mali &#8211; 2016</h4>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<p><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/mali.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/mali.png" border="0" /></a></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<h4 style="clear: both; text-align: center;"><b>Rússia &#8211; 2016</b></h4>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<p><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/russia.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/russia.png" border="0" /></a></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<p><b>Fonte dos gráficos: <a href="http://www.btlas.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">BTLAS</a></b></p>
<div style="text-align: center;"></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.geografiaopinativa.com.br/2016/12/piramide-etaria.html/feed</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fases do crescimento demográfico</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2016/12/fases-crescimento-demografico.html</link>
					<comments>https://www.geografiaopinativa.com.br/2016/12/fases-crescimento-demografico.html#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Dec 2016 01:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[da População]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Humana]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Demografia]]></category>
		<category><![CDATA[População]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.geografiaopinativa.com.br/2016/12/fases-crescimento-demografico.html</guid>

					<description><![CDATA[Durante a história da ciência, muito esforço foi colocado em busca da identificação de leis gerais que regiriam a ordem dos fenômenos do mundo natural e do mundo humano. Dentro da demografia, não foi diferente. No final da década de 1920, o demógrafo americano Warren Thompson criou o chamado demografic transition model, ou, em português, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p>Durante a história da ciência, muito esforço foi colocado em busca da identificação de leis gerais que regiriam a ordem dos fenômenos do mundo natural e do mundo humano. Dentro da demografia, não foi diferente.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>No final da década de 1920, o demógrafo americano Warren Thompson criou o chamado <i>demografic transition model, </i>ou, em português, <b>modelo de transição demográfica. </b>Este modelo, criado a partir da observação da realidade europeia, nada mais é que uma ferramenta teórica para a leitura, compreensão, interpretação e planejamento acerca da dinâmica do crescimento populacional global. Thompson defendia que as sociedades passariam por um longo período de transição, onde se deixaria um rarefeito e/ou nulo crescimento populacional, provocado por elevados índices de natalidade e de mortalidade, para um ainda rarefeito e/ou nulo crescimento populacional, mas, desta vez, provocado por baixos índices de natalidade e de mortalidade.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p><a href="http://www.geografiaopinativa.com.br/2014/09/conceitos-demograficos.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><i>Conceitos demográficos: saiba diferenciar termos como taxa de natalidade, mortalidade, fecundidade, etc.</i></a></p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Neste processo de transição, as taxas de mortalidade cairiam antes que as taxas de natalidade, causando, por consequência, neste período, um rápido crescimento populacional, referenciado por alguns estudiosos como um período de <i>explosão demográfica</i>. Observe o que foi descrito no gráfico genético abaixo.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<p><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/cresc.pop_..png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/cresc.pop_..png" border="0" /></a></p>
<div style="text-align: left;">
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Estes períodos de oscilação histórica nas taxas de crescimento populacional foram categorizados em <b>fases, </b>cada uma com um conjunto de características específicas que explicaria a relação taxa de natalidade/taxa de mortalidade no período analisado. Dependendo da abordagem, podemos falar em três, quatro ou até cinco fases. Aqui, trabalharemos com quatro fases e discorreremos um pouco sobre a quinta.</p>
<div style="text-align: left;">
<div style="text-align: justify;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<p><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/cresc.pop_.2.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/cresc.pop_.2.png" border="0" /></a></p>
<div style="text-align: center;">
<div style="text-align: justify;">
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="https://4.bp.blogspot.com/-vYKMjP9otSM/WFxq9f91q4I/AAAAAAAADhM/5Mh23JrmSfcxqpoo-NNCZ_h3yPtStmDmwCLcB/s1600/Llinha_de_tempo.PNG"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/Llinha_de_tempo.png" width="640" height="61" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Linha do tempo da evolução das fases do crescimento demográfico. Clique para ampliar. Datas aproximadas.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: center;">
<div style="text-align: justify;"><b>Primeira fase &#8211; Fase do equilíbrio primitivo (início da humanidade &#8211; século XVIII)</b></div>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Esta fase ocorreu na Europa desde a formação das primeiras civilizações até meados do século XVIII. No Brasil, se estendeu até a década de 1940.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>É uma fase marcada por altas taxas de natalidade e altas taxas de mortalidade, causando um crescimento vegetativo bastante retraído. Dentre os motivos para estes índices, podemos citar o pouco desenvolvimento da medicina no período, as péssimas condições sanitárias, as constantes guerras e epidemias, entre outros. O planejamento familiar era quase nulo, sendo comum casais terem muitos filhos. Isto relaciona-se também ao fato cultural dos filhos, neste período, significarem mão-de-obra para os trabalhos familiares.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>É uma fase onde tipicamente as populações concentram-se no meio rural, sem as facilidades da vida urbana.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Atualmente, nenhum país no mundo encontra-se nesta fase.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p><b>Taxa de natalidade:</b> muito alta;</p>
<div style="text-align: justify;">
<p><b>Taxa de mortalidade: </b>muito<b> </b>alta;</p>
<div style="text-align: justify;">
<p><b>Crescimento vegetativo:</b> baixo.</p>
<div style="text-align: justify;">
<h4 style="text-align: justify;"><b>Segunda fase &#8211; Fase do crescimento acelerado (século XVIII até final do século XIX)</b></h4>
<div style="text-align: justify;">
<p>Nesta fase, a taxa de mortalidade começa a cair, enquanto que a taxa de natalidade continua elevada, provocando um crescimento acelerado da população. Ocorreu do século XVIII ao final do século XIX nos chamados países &#8220;industrializados velhos&#8221; (Reino Unido e França) e do século XVIII ao século início do século XX nos &#8220;industrializados novos&#8221; (Estados Unidos, Alemanha, Japão). No Brasil, ocorreu entre 1940 e 1970.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Nos países do centro do sistema capitalista, esta fase está muito relacionada com a Revolução Industrial, que trouxe novas condições de vida para o mundo moderno. Surgiam tratamentos para doenças, se produzia alimentos em larga escala e se melhoravam as condições sanitárias e médico-hospitalares. Todos estes fatores cooperaram para a diminuição da taxa de mortalidade da população. Também é o período marcado pelo início da urbanização e da superação da condição rural.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>No Brasil, relaciona-se também com a introdução do combate à doenças como a cólera e a malária.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Atualmente, alguns países africanos encontram-se nesta fase, como Níger, Somália, Uganda, além do centro-americano Haiti.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p><b>Taxa de natalidade:</b> muito alta;</p>
<div style="text-align: justify;">
<p><b>Taxa de mortalidade: </b>baixa;</p>
<div style="text-align: justify;">
<p><b>Crescimento vegetativo:</b> muito alto.</p>
<div style="text-align: justify;">
<h4 style="text-align: justify;"><b>Terceira fase &#8211; Fase do crescimento moderado (final do século XIX até meados dos anos 1940)</b></h4>
<div style="text-align: justify;">
<p>Neste período, ocorre a diminuição da taxa de natalidade, enquanto que a taxa de mortalidade permanece baixa. O crescimento vegetativo, portanto, ainda ocorre, mas é em menor velocidade que na fase anterior. Na Europa, ocorre do final do século XIX (ou início do século XX) até meados da década de 1940. O Brasil situa-se ainda nesta fase, mais precisamente no final dela.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Este período é marcado pela consolidação do modo de vida urbano, em detrimento do modo de vida rural. Os filhos, que antes significavam um engrossamento da mão-de-obra nos trabalhos familiares, passam a ser motivos para gastos. A mulher insere-se no mercado de trabalho, se tornando mãe cada vez mais tarde. Surgem também a maioria dos métodos contraceptivos, que permitirão um melhor <b>planejamento familiar. </b><b><br />
</b></p>
<div style="text-align: justify;">
<p>É o estágio onde encontram-se a maior parte dos países subdesenvolvidos industrializados, como Brasil, México e Índia.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p><b>Taxa de natalidade:</b> alta, porém decrescendo;</p>
<div style="text-align: justify;">
<p><b>Taxa de mortalidade: </b>baixa;</p>
<div style="text-align: justify;">
<p><b>Crescimento vegetativo: </b>alto.</p>
<div style="text-align: justify;">
<h4 style="text-align: justify;"><b>Quarta fase &#8211; Fase do envelhecimento (meados dos anos 1940 até os dias atuais)</b></h4>
<div style="text-align: justify;">
<p>A quarta fase é resultado de um prolongamento dos processos da fase anterior. A taxa de natalidade, que vinha caindo, se estabiliza em valores baixos. A taxa de mortalidade, como vinha acontecendo desde a segunda fase, continua baixa. Com isso, o crescimento vegetativo também é baixo.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Também é conhecida como <i>fase do envelhecimento</i> pelo fato da idade média da população nestes países ser relativamente alta. Isto ocorre por conta da elevada expectativa de vida (relacionada com a baixa mortalidade), associada com o pequeno número de filhos por casal. A população infantil, assim, descresse em relação à população idosa.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Quando um país chega nesta fase, pode-se dizer que a transição demográfica foi concluída. É o caso da maioria dos países desenvolvidos, como Japão, Noruega e Suécia.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p><b>Taxa de natalidade:</b> baixa;</p>
<div style="text-align: justify;">
<p><b>Taxa de mortalidade: </b>baixa;</p>
<div style="text-align: justify;">
<p><b>Crescimento vegetativo: </b>baixo.</p>
<div style="text-align: justify;">
<h4 style="text-align: justify;"><b>Uma quinta fase?</b></h4>
<div style="text-align: justify;">
<p>Um fenômeno que vem sendo observado em algumas nações do mundo, especialmente na Europa, é um encolhimento da população absoluta. Isto é resultado de uma diminuição ainda maior da taxa de natalidade, chegando esta a ficar menor que a taxa de mortalidade, criando um crescimento vegetativo negativo.</p>
<div style="text-align: justify;">
<p>A <b>Rússia</b>, por exemplo, em 1992, atingiu uma população de 148,7 milhões de habitantes. Em 2009, esta população caiu para 141,9 milhões. Em 2013, este número voltou a aumentar, subindo para 143,5 milhões. A <b>Alemanha</b> tinha 82,53 milhões de habitantes em 2003. Em 2013, este número chegou a 80,62 milhões. Na <b>Lituânia</b>, este fenômeno pode ser claramente observado: a população do país chegou a 3,7 milhões de habitantes em 1992. Em 2013, caiu para 2,95 milhões.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p><b>Taxa de natalidade:</b> muito baixa;</p>
<div style="text-align: justify;">
<p><b>Taxa de mortalidade: </b>baixa;</p>
<div style="text-align: justify;"><b>Crescimento vegetativo: </b>negativo.</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.geografiaopinativa.com.br/2016/12/fases-crescimento-demografico.html/feed</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
