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	<title>Astronomia &#8211; Geografia Opinativa</title>
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	<title>Astronomia &#8211; Geografia Opinativa</title>
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		<title>O dia e o ano solar e sideral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2016 20:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Geologia]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[O calendário esteve intrínseco à cultura de diferentes civilizações através da história. Isto se deve pelo motivo primordial de que marcar o tempo e ordená-lo de forma lógica é um pressuposto para o desenvolvimento de qualquer agrupamento humano. Os movimentos, muitas vezes aparentes, dos astros no céu, serviam &#8211; e ainda servem &#8211; como base [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O calendário esteve intrínseco à cultura de diferentes civilizações através da história. Isto se deve pelo motivo primordial de que marcar o tempo e ordená-lo de forma lógica é um pressuposto para o desenvolvimento de qualquer agrupamento humano.</p>
<p style="text-align: justify;">Os movimentos, muitas vezes aparentes, dos astros no céu, serviam &#8211; e ainda servem &#8211; como base para o estabelecimento dos calendários. Por serem movimentos cíclicos e independentes da nossa ação (como não seria, por exemplo, com uma ampulheta, que necessitaria ser virada a cada vez que a arreia do recipiente superior acabasse), os movimentos (aparentes) da Lua, do Sol e das outras estrelas acabaram sendo adotados para a confecção da maioria dos calendários. Porém, as diferentes formas de conceber um movimento, bem como as ações de outros movimentos subjacentes a ele acabam por interferir e criar variações na marcação do tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Partindo deste pressuposto, precisamos entender que, em uma análise mais minuciosa, um dia não tem 24h e um ano não tem 365 (ou 366) dias. Na realidade, sequer existe apenas um <i>tipo</i> de dia ou um <i>tipo</i> de ano. Vamos entender melhor tal problematização abaixo.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><b>O DIA SOLAR E O DIA SIDERAL</b></h4>
<p style="text-align: justify;">Um dia é marcado pelo tempo que a Terra termina seu movimento de rotação, isto é, conclui uma volta completa em torno do seu próprio eixo. O tempo necessário para este movimento é de 23h56min. Para este período, dá-se o nome de <b>dia sideral</b>, que pode ser marcado pelo tempo necessário para duas culminações¹ seguidas de uma estrela no céu (com exceção do Sol).</p>
<p style="text-align: justify;">Por ser um astro maior e muito mais evidente no céu, as civilizações antigas tinha mais facilidade de quantificar um dia através do <a href="http://www.geografiaopinativa.com.br/2015/08/movimento-aparente-do-sol.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">movimento aparente do Sol</a>. Porém, pelo fato da Terra girar em torno desta estrela, e também por ela estar muito mais próxima se comparado com as outras, existe uma discrepância entre o período entre duas culminações solares (o que chamados de <b>dia solar</b>) e entre duas culminações de uma estrela distante (<b>o dia sideral</b>). O dia solar dura, em média, 24h. Mas de onde vem esta diferença?</p>
<p style="text-align: justify;">Isto ocorre porque, além do movimento de rotação, a Terra também faz um movimento ao redor do Sol, a revolução (ou translação). Logo, o Sol também se desloca em relação a nós, aqui na Terra, a cada dia que passa, além da própria Terra fazer o movimento de rotação. Este fenômeno pode ser melhor entendido através da imagem abaixo.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<p style="text-align: justify;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Diasolar.png"><img class="aligncenter" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Diasolar.png" border="0"></a></p>
<div style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Note que a Terra, ao finalizar completamente sua revolução, ainda necessita girar um pouco mais para que o Sol fique na mesma posição, em relação ao nosso planeta, que estava no primeiro estágio. Este giro a mais necessário dura, em média, cerca de 4 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">O ANO SOLAR E O ANO SIDERAL</h4>
<p style="text-align: justify;">Da mesma forma que ocorrem com os dias, também existe um ano solar e um ano sideral.</p>
<p style="text-align: justify;">Como ano, entendemos o tempo necessário para a Terra completar uma volta em torno do Sol, isto é, completar seu movimento de revolução. Este tempo, na prática, demora cerca de 365 dias, 6 horas, 9 minutos e 9,8 segundos. Chamamos este período de <b>ano sideral</b>.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, o ano usado para a construção do nosso calendário é outro. As estações, como sabemos, tiveram grande importância para as civilizações mais antigas, as quais elaboraram os primeiros calendários. Logo, é normal que o ciclo sazonal tivesse um peso muito maior que elaboração dos mesmos se comparado ao período exato de revolução. Somado a isto, devemos lembrar que, em regiões de maior latitude, o equinócio vernal, isto é, a passagem do inverno para a primavera para os habitantes do Hemisfério Norte, era muito esperado, visto que as condições climáticas desta nova estação eram muito mais agradáveis à vida que as da estação anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo, o <b>ano solar</b>, ou ano trópico, usado pelo nosso calendário, é o período que marca a sucessão de dois equinócios, período este que dura cerca de 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 45,2 segundos. Nota-se, logo, que existe uma diferença de cerca de 20 minutos entre os anos solar e sideral. Esta diferença é devida ao movimento de precessão.</p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Gyroscope_precession.gif"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Gyroscope_precession.gif" border="0"></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Movimento de precessão. Imagem: By LucasVB &#8211; Own work, Public Domain, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=1528090</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">O eixo de inclinação da Terra, a cada 26.000 anos, completa uma volta em torno de um segundo eixo imaginário perpendicular à órbita terrestre, varrendo um círculo em seus extremos. Este movimento é decorrente de um fenômeno natural, ocorrendo em qualquer corpo sólido que gira em um eixo inclinado em relação ao plano subjacente, como, por exemplo, um peão.</p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Earth_precession.jpg"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Earth_precession.jpg" border="0"></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Movimento de precessão na Terra. Notar o círculo que a extremidade do eixo varre em um plano imaginário no espaço. Imagem: NASA.</td>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Logo, este movimento de precessão altera, todos os anos, o tempo necessário para a Terra atingir um equinócio, pois muda a posição relativa da Linha do Equador em relação ao Sol.</p>
<p style="text-align: justify;"><i>¹ Culminação: traçando um semicírculo que liga os pontos cardeais norte e sul, culminação é o período necessário para uma estrela qualquer atravessá-lo duas vezes consecutivas; </i></p>
</div>
</div>


<p>Assista nossa aula sobre o assunto Movimentos da Terra, onde falamos sobre o dia e ano solar e sideral.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Eclipses: solar e lunar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2013 01:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e Geotecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[Os eclipses são fenômenos astronômicos que ocorrem quando um corpo celeste fica todo ou parcialmente encoberto por outro ou sua sombra. Daqui da Terra, podemos avistar o eclipse de dois corpos celestes, o da lua, denominado eclipse lunar, e o do Sol, conhecido como eclise Solar. Esquema dos eclipses lunar e solar No primeiro caso, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/12/eclipsee.png"><img class="aligncenter" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/12/eclipsee.png" border="0" /></a></p>
<div style="text-align: left;">
<p>Os eclipses são fenômenos astronômicos que ocorrem quando um corpo celeste fica todo ou parcialmente encoberto por outro ou sua sombra.</p>
<p style="text-align: left;">Daqui da Terra, podemos avistar o eclipse de dois corpos celestes, o da lua, denominado eclipse lunar, e o do Sol, conhecido como eclise Solar.</p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/12/ECLIPSE-SL.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/12/ECLIPSE-SL.png" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Esquema dos eclipses lunar e solar</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left;">No primeiro caso, a Terra localiza-se entre o sol e a lua. Sendo assim, a sombra do nosso planeta é refletida sobre o satélite natural, fazendo-o ficar &#8220;invisível&#8221; a nosso olhos. Neste caso, a lua quase que literalmente desaparece do céu, adquirindo também uma coloração envermelhada em vários casos.</p>
<p style="text-align: left;">Já no segundo, o que acontece é que a lua acaba ficando localizada em uma posição entre a Terra e o Sol. Sendo assim, o sol faz com que a sombra da lua seja projetada sobre nós. Quando este fenômeno ocorre, há, em pleno dia, o aparecimento de uma escuridão no ponto do nosso planeta em que ocorre o eclipse, já que a sua sombra está sendo refletida sobre nós.</p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/12/PARCIAL.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/12/PARCIAL.png" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Dependendo da posição do eclipse temos a classificação<br />
entre eclipses total, parcial e anular.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: left;">
<p>Os eclipses podem ser divididos em total, parcial e anular. Quando, por exemplo, a lua &#8220;veda&#8221; totalmente o brilho do sol em certa região do planeta, pode-se dizer que foi o eclipse total. Quando veda somente uma parte, é considerado parcial, e se localizado de forma em que cubra apenas uma parte central, onde ainda pode ser visto raios solares por detrás do satélite, anular, anelar, ou ainda, eclipse em anel.</p>
<div style="text-align: left;">Das regiões vistas daqui da Terra, a umbra é quando a região está exatamente à frente do fenômeno, onde acaba tendo a ocorrência de fato dele, e a penumbra nas laterais do mesmo.</div>
<div style="text-align: left;">Também é necessário destacar que olhar diretamente para um eclipse não é algo recomendável, já que pode trazer riscos para retina e a saúde do olho em geral.</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Solstícios e Equinócios</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2013/12/solsticios-e-equinocios.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2013 02:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e Geotecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante o ano, o movimento de translação que a Terra faz ao redor do Sol e também a inclinação do eixo terrestre faz com que a superfície do nosso planeta receba irradiação solar de forma desigual. E é baseado nisso que foram criados os termos solstício e equinócio para determinar quando a posição do Sol [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/12/SOLS.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/12/SOLS.png" border="0" /></a></div>
<p>Durante o ano, o movimento de translação que a Terra faz ao redor do Sol e também a inclinação do eixo terrestre faz com que a superfície do nosso planeta receba irradiação solar de forma desigual.</p>
<p>E é baseado nisso que foram criados os termos <i>solstício </i>e <i>equinócio </i>para determinar quando a posição do Sol e a quantidade de calor que a Terra recebe dele atingem certa peculiaridade.</p>
<p>Para explicar melhor vamos entender o que são os dois termos.</p>
<h4><b>Solstício</b></h4>
<p>A palavra deriva do latim <i>solstare</i>, traduzido como &#8220;parada do sol&#8221;, é quando o sol fica em uma posição em que um dos hemisférios recebe mais raios solares que o outro. Ocorre em duas datas, 21 de junho e 21 de dezembro.</p>
<p>Em junho, o Trópico de Câncer recebe mais calor, ou seja, o Hemisfério Norte acaba tendo mais incidência solar e é quando ocorre o dia mais longo e a noite mais curta do ano. É o verão na parte setentrional do planeta. Neste momento o Trópico de Capricórnio recebe pouca irradiação solar, é quando ocorre a noite mais longa e o dia mais curto do ano no Hemisfério Sul. Inicia-se assim o inverno nesta parte do planeta.</p>
<p>Em dezembro o processo é o inverso, verão no Hemisfério Sul e inverno no Norte.</p>
<h4><b>Equinócio</b></h4>
<p>Equinócio vem do latim <i>equinocce</i>, ou noites iguais, que é quando os raios do Sol atingem com mais incidência a região da Linha do Equador, sendo assim, os dois hemisférios passam a receber irradiação de forma relativamente igual.</p>
<p>Os equinócios ocorrem nos dias 21 de março e 23 de setembro e são fases intermediárias aos solstícios. Em março, inicia-se o equinócio de primavera no Hemisfério Norte (que precede o solstício de verão) e o equinócio de outono no Hemisfério Sul (precede o solstício de inverno). Em setembro acontece o contrário, primavera no Hemisfério Sul e outono no Norte.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>As fases da lua</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2013/10/as-fases-da-lua.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2013 19:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e Geotecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[Por não ter luz própria, a lua depende do sol para ser iluminada. E, dependendo da sua posição em relação a grande estrela, ela é vista daqui da Terra de forma diferente. Explicando melhor, &#8220;ver de forma diferente&#8221; nem seria a frase certa. O que acontece é que temos uma mudança na irradiação que é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<p><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://4.bp.blogspot.com/-FXPDrAxHtbY/UlhPToR_YtI/AAAAAAAAA6Q/kvFBsTR-ul4/s1600/lua+fases.PNG"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/10/lua-fases.png" border="0" /></a></p>
<div style="text-align: left;">Por não ter luz própria, a lua depende do sol para ser iluminada. E, dependendo da sua posição em relação a grande estrela, ela é vista daqui da Terra de forma diferente.</p>
<p style="text-align: left;">Explicando melhor, &#8220;ver de forma diferente&#8221; nem seria a frase certa. O que acontece é que temos uma mudança na irradiação que é retida pela face da lua que fica sempre virada a nós.</p>
<p style="text-align: left;">A lua apresenta quatro fases mais conhecidas, além de outras intermediárias. A primeira é a <b>lua nova</b>, que é quando nosso satélite natural fica entre a Terra e o Sol, sendo assim, a face iluminada da lua é a que está no outro lado, e a que está apontada para nós não é vista, pois não está recebendo luz.</p>
<p style="text-align: left;">Em sentido anti-horário, temos a segunda fase, é o <b>quarto crescente</b>, que é quando ela fica de forma paralela a Terra, sendo que apenas uma parte dela é iluminada pelo sol, em forma de meio-círculo.</p>
<p style="text-align: left;">Após isso, temos a<b> lua cheia</b>, quando a lua localiza-se na parte de atrás do nosso planeta, que por conta da sua inclinação, recebe luz do sol na parte visível a nós, já que esta está voltada em direção a grande estrela.</p>
<p style="text-align: left;">Por último, o <b>quarto minguante</b> acontece quando a parte da lua que pode ser vista por nós já começa a deixar de ser iluminada, sendo que o quarto dela ainda pode ser vista.</p>
<p style="text-align: left;">Essa sincronização ocorre por causa do movimento de rotação da lua. Todas as fases ocorrem em cerca de 29,5 dias, que é quando termina o período de lunação para o início de outro.</p>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>De onde vem o brilho da lua?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2013 00:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[A lua e seus &#8220;mistérios enigmáticos&#8221; sempre serviram como plano de fundo para muitas cartas de amor, filmes melosos e poesias dramáticas&#8230; Quem nunca se deparou com uma história contando sobre a beleza deste satélite natural? Ou quem nunca se pegou cantarolando &#8220;Tá vendo aquela lua que brilha lá no céu&#8221;? Epa! Pera aí? Se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://4.bp.blogspot.com/-kDspdWgKtnM/UlX42QX6EuI/AAAAAAAAA5w/WpSGKULJEFI/s1600/lua.PNG"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/10/lua.png" border="0" /></a></div>
<p>A lua e seus &#8220;mistérios enigmáticos&#8221; sempre serviram como plano de fundo para muitas cartas de amor, filmes melosos e poesias dramáticas&#8230; Quem nunca se deparou com uma história contando sobre a beleza deste satélite natural? Ou quem nunca se pegou cantarolando &#8220;Tá vendo aquela<b> lua que brilha</b> lá no céu&#8221;? Epa! Pera aí? Se a lua é um satélite natural, como que &#8220;ela brilha lá no céu&#8221;, já que não tem luz própria?</p>
<p>Começamos essa matéria de forma descontraída, claro que aqui não iremos discutir se tal música é ou não coerente, mas podemos perceber o equívoco que nós cometemos no nosso dia-a-dia.</p>
<p>Logo, sendo a lua um satélite natural, não é capaz que ter luz própria. Porém, sabemos que nosso universo traz uma grande estrela: o sol. Esta é a resposta, já que a lua funciona no espaço como um &#8220;espelho&#8221; de luz, sendo assim, o que vemos nas noites é apenas a luz solar, que em contato com a superfície da lua, reflete seu brilho para Terra.</p>
<p><strong>Entenda mais:</strong></p>
<p><a href="https://www.geografiaopinativa.com.br/2019/02/como-a-lua-foi-formada.html">Como a Lua foi formada?</a></p>
<p><a href="https://www.geografiaopinativa.com.br/2013/10/as-fases-da-lua.html">As fases da lua</a></p>
<p>Em termos mais astronômicos, qualquer coisa que está no espaço, tendo uma temperatura acima do zero absoluto (cerca de -273,15° Celsius, são os corpos negros, que retém toda radiação) reproduz a irradiação do sol, inclusive o nosso planeta.</p>
<p>As fases da lua, por exemplo, dependem da posição do sol, já que a parte que nós vemos do satélite nada mais é que a parte do território lunar que está sendo iluminado.</p>
<p>Então, agora já sabe que o que você vê na noite trata-se não do brilho da lua, e sim do brilho do sol refletido nela.</p>
]]></content:encoded>
					
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