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	<title>Biodiversidade &#8211; Geografia Opinativa</title>
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	<title>Biodiversidade &#8211; Geografia Opinativa</title>
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		<title>Rio-92: Metas, Agenda 21 e principais acordos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2014 18:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biogeografia]]></category>
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		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geopolítica]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rio-92, também conhecida como ECO-92 ou Cúpula da Terra, foi uma convenção ambiental realizada na cidade do Rio de Janeiro em junho de 1992, no espaço de eventos do Rio Centro. Seu principal objetivo foi criar uma ampla discussão entre os chefes-de-Estado do mundo sobre assuntos como o clima, preservação do solo, proteção da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.senado.gov.br/NOTICIAS/JORNAL/EMDISCUSSAO/upload/201202%20-%20maio/ed11_imgs/ed11_p12_imagem.jpg"><img loading="lazy" src="http://www.senado.gov.br/NOTICIAS/JORNAL/EMDISCUSSAO/upload/201202%20-%20maio/ed11_imgs/ed11_p12_imagem.jpg" width="320" height="234" border="0" /></a></div>
<div style="text-align: center;"></div>
<p>A Rio-92, também conhecida como ECO-92 ou Cúpula da Terra, foi uma convenção ambiental realizada na cidade do Rio de Janeiro em junho de 1992, no espaço de eventos do Rio Centro. Seu principal objetivo foi criar uma ampla discussão entre os chefes-de-Estado do mundo sobre assuntos como o clima, preservação do solo, proteção da biodiversidade marítima, biotecnologia e crescimento sustentável.</p>
<p>A preocupação com as discussões em relação ao meio-ambiente começaram a ser intensificadas anos antes. Em 1972, foi realizada a Convenção de Estocolmo, que abrangia obetivos parecidos com a Rio-92. Em 1987, foi firmado pela ONU o Relatório Brundtland, que traçava um provável esgotamento de recursos naturais caso o modelo de consumo e crescimento de países desenvolvidos e em desenvolvimento não fosse alterado. Estes dois importantes centros de debates ecológicos foram determinantes para a realização da Rio-92.</p>
<p>A conferência realizada na cidade maravilhosa recebeu grande atenção pela grande presença de chefes-de-Estado. Simultaneamente, foi realizado em um espaço no Aterro do Flamengo o Fórum Global, discussão entre os mesmos temas ambientais por ONG&#8217;s de diversas partes do mundo.</p>
<p>Veja os principais acordos e temas discutidos durante a ECO-92:</p>
<p><b>Convenção da Biodiversidade</b></p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://4.bp.blogspot.com/-4yi_7PCrjGI/Vrs0RHie0TI/AAAAAAAACw0/8Ip9QsocmPY/s1600/toucan-1565548.jpg"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2014/10/toucan-1565548.jpg" width="320" height="214" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Biodiversidade foi um dos focos da conferência</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Assinado por 156 países, a Convenção da Biodiversidade tinha como principal objetivo estabelecer estratégias em relação a preservação da biodiversidade e a exploração genética. Este acordo muito tinha a ver com conceitos do uso consciente da biotecnologia.</p>
<p><b>Convenção do Clima</b></p>
<p>A Convenção do Clima, assinada durante a Rio-92, foi uma das bases para a criação do Protocolo de Kyoto, em 1997. O relatório estipulava metas para a diminuição dos gases do Efeito Estufa, um dos principais fatores para o Aquecimento Global.</p>
<p><b>Declaração de princípios sobre florestas</b></p>
<p>Controla e garante o uso de recursos florestais para a exploração, com o intuito de crescimento econômico da nação soberana, desde que tal exploração seja sustentável e não degrade o ecossistema, com uso de políticas de preservação ambiental e reposição de florestas.</p>
<p><b>Agenda 21</b></p>
<p>Principal acordo traçado durante a Rio-92, a Agenda 21 descreve cerca de 2.500 recomendações para atingir o desenvolvimento sustentável, com incentivos a políticas que visam dar atenção a projetos ambientais. Foi assinado por 179 países.</p>
<div style="text-align: left;">Alguns dos assuntos tratados nos mais de quarenta capítulos da Agenda 21 e nas discussões da Rio-92 foram:</div>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://2.bp.blogspot.com/-7DjbA9cAzuk/VrszyF24fMI/AAAAAAAACws/r6XRmdL11As/s1600/e%25C3%25B3lica.jpg"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2014/10/eC3B3lica.jpg" width="320" height="240" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Termo &#8220;sustentabilidade&#8221; começou a ser usado na conferência</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>&#8211; Água:</b> O bom uso dos recursos hídricos são fundamentais para a vida na Terra. Nos últimos 50 anos, a água foi o bem mais maltratado, principalmente por conta do crescimento de grandes cidades e indústrias que jogam seus dejetos em rios, lagos e mares.</p>
<p>&#8211;<b> Incentivo ao Ecoturismo:</b> Pela primeira vez foram expostas ideias de incentivo ao turismo ecológico. Preservar reservas ambientais transformou-se em algo importante para garantir uma visitação assídua a tais áreas, garantindo renda e desenvolvimento. Estes conceitos incentivaram a adoção de medidas de preservação em vários países do mundo.</p>
<p><b>&#8211; Uso de transporte alternativo e energia limpa:</b> Um dos principais problemas nas grandes cidades hoje são os engarrafamentos e a poluição liberada pela queima de combustíveis. Pensando nisto, foi explorado na ECO-92 formas de implementação de veículos elétricos e outras formas de transportes limpos, além do uso de energias renováveis, como a Solar e a Eólica.</p>
<p><b>&#8211; Combate ao desperdício:</b> Outro assunto discutido massivamente na Cúpula da Terra foi o combate ao desperdício de alimentos, água e energia. A reciclagem de produtos e matéria-prima foi vista como uma saída para este problema.</p>
<p>A Rio-92 foi foco nas discussões anos mais tarde, na Rio+10, em Joanesburgo, na África do Sul e também na Rio+20, em 2012, novamente realizada na cidade do Rio de Janeiro.</p>
<div style="text-align: right;">Fontes: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2002/riomais10/o_que_e-2.shtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Folha</a>, <a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/conferencia-onu-meio-ambiente-rio-92-691856.shtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Planeta Sustenvável</a> e <a href="http://www.infoescola.com/geografia/agenda-21/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Info Escola</a></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>EPI &#8211; Conheça os 10 países com piores desempenhos em sustentabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2014 02:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biogeografia]]></category>
		<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Hidrografia]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Pobreza, falta de acesso a recursos básicos e até mesmo a falta de informação em relação ao descarte de resíduos por parte da população. Estes e outros inúmeros motivos contribuem para a má reputação de um país em relação a preservação e sustentabilidade. Levando em consideração algumas destas informações, as universidades americanas de Yale e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2014/02/SUSTEN.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2014/02/SUSTEN.png" border="0" /></a></div>
<p>Pobreza, falta de acesso a recursos básicos e até mesmo a falta de informação em relação ao descarte de resíduos por parte da população. Estes e outros inúmeros motivos contribuem para a má reputação de um país em relação a preservação e sustentabilidade.</p>
<p>Levando em consideração algumas destas informações, as universidades americanas de Yale e Columbia criaram um ranking (Índice de Desempenho Ambiental &#8211; EPI) classificando as nações do planeta quanto ao seu desempenho em preservação ambiental e degradação dos recursos naturais, e, mais que isso, também agrega valores sociais, já que a falta de dinheiro e o mal investimento em recursos básicos agrava ainda mais a relação de um país ao uso do espaço natural.</p>
<p>Vamos ao ranking:</p>
<h4><b>10º &#8211; Bangladesh (25,61)</b></h4>
<p>O único representante do sudeste asiático, Bangladesh amarga a 10º dos países que apresentam menos desenvoltura quando o assunto é sustentabilidade. Em uma pontuação de 0 a 100, as categorias Qualidade do Ar e Água e Saneamento tiveram índices vexatórios: 13,83 e 22,56, respectivamente.</p>
<h4><b>9º &#8211; Congo (25,01)</b></h4>
<p>País localizado no continente africano, o Congo acabou ficando com a 9º posição. As piores desempenhos foram em Saúde (11,04), Água e Saneamento (4,39) e as Florestas (26,24).</p>
<h4><b>8º &#8211; Sudão (24,64)</b></h4>
<p>Mais um representante africano, o Sudão, que recentemente teve seu território dividido com o Sudão do Sul, teve péssimos desempenhos em Saúde (29,95) e Água e Saneamento (5,51).</p>
<h4><b>7º &#8211; Libéria (23,95)</b></h4>
<p>A Libéria é mais um africano na lista. Suas pontuações foram péssimas em maior parte das categorias, com destaque para Água e Saneamento (11,22) e Impacto da poluição na saúde (35,4).</p>
<h4><b>6º &#8211; Serra Leoa (21,74)</b></h4>
<p>Um dos países mais pobres do mundo, a Serra Leoa também entrou para lista dos 10 piores desempenhos, com, novamente, péssimos índices em Água e Saneamento (4,77) e Saúde (11,55), além de Biodiversidade e Habitat (4,13)</p>
<h4><b>5º &#8211; Afeganistão (21,57)</b></h4>
<p>O país do oriente médio decepcionou e acabou sendo o país da Ásia com a pior posição no ranking geral. Podemos destacar a péssima posição em Água e Saneamento (7,69) e Biodiversidade e Habitat (5,25).</p>
<h4><b>4º &#8211; Lesoto (20,81)</b></h4>
<p>Apesar de não aparecer em listagens entre os países em pobreza extrema, este país enclavado na África do Sul acabou por ser classificado com péssimos índices, principalmente no que se refere a efeitos da poluição do ar nos ecossistemas (1,3).</p>
<h4><b>3º &#8211; Haiti (19,01)</b></h4>
<p>Inaugurando nosso pódio, temos a aparição do primeiro país do continente americano. O Haiti, um dos países mais pobres do planeta, acompanhou as nações anteriores, tendo péssimos índices em Biodiversidade e Habitat (1,09) e Água e Saneamento (8,37)</p>
<h4><b>2º &#8211; Mali (18,43)</b></h4>
<p>O Mali por pouco não liderou a lista. Saúde e o acesso a Saneamento básico foram as piores relevâncias, com 18,43 e 8,19, respectivamente.</p>
<h4><b>1º &#8211; Somália (15,57)</b></h4>
<p>Em primeiro lugar, a Somália apareceu com os piores índices em questões ambientais e sociais. Saúde (18,55), Água e Saneamento (1,29) e Biodiversidade (1,75) tiveram pontuações vexatórias.</p>
<p>O ranking levou em conta 178 países, o Brasil ocupou a 77º posição, em uma lista encabeçada por Suíça, Luxemburgo, Austrália e Singapura.</p>
<div style="text-align: right;"><b>Fonte: </b><a href="http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2014/galeria-os-10-paises-com-pior-desempenho-em?utm_source=dlvr.it&amp;utm_medium=facebook" target="_blank" rel="noopener noreferrer">EcoD</a></div>
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		<title>As belezas naturais da Tundra</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2014/01/as-belezas-naturais-da-tundra.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2014 03:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biogeografia]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos e Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Europa de Leste]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A Tundra é um bioma muito frio, com neves constantes no inverno, localizado basicamente próximo as regiões árticas. Nas épocas de temperaturas mais baixas do ano, a tundra fica recoberta de uma espessa camada de gelo, que impossibilita qualquer desenvolvimento de vida vegetal em solos rasteiros. É no curto período de verão que a Tundra [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://4.bp.blogspot.com/-ztTwGRMSz6Q/Us9na3ZjQRI/AAAAAAAABSE/F5oi42rr_kE/s1600/TUNDRA.PNG"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2014/01/TUNDRA.png" border="0" /></a></div>
<div style="text-align: center;"></div>
<p>A Tundra é um bioma muito frio, com neves constantes no inverno, localizado basicamente próximo as regiões árticas.</p>
<div style="text-align: left;">Nas épocas de temperaturas mais baixas do ano, a tundra fica recoberta de uma espessa camada de gelo, que impossibilita qualquer desenvolvimento de vida vegetal em solos rasteiros.</div>
<p>É no curto período de verão que a Tundra mostra suas principais belezas. Enraízam dos chãos uma vegetação de baixo porte que coloriza o ambiente antes dominado por um branco vazio. As montanhas continuam trazendo ainda mais beleza ao lugar, sem falar nos céus, que nas noites são dominados por um lindo espetáculo de luzes: é a aurora boreal.</p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://1.bp.blogspot.com/-2np2CbOQ8mM/VrvPdwucbFI/AAAAAAAAC44/puGAFZxKuek/s1600/tun2.jpg"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2014/01/tun2.jpg" width="320" height="210" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">By Dr. Andreas Hugentobler &#8211; Own work, CC BY 2.0 de, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=818292</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: left;"></div>
<div style="text-align: left;">Em meio as pequenas plantas de coloração vibrante que aparecem encrostadas as pedras, a fauna da Tundra aproveita para ir à busca de alimentos. Encontramos renas, raposas, o boi-almiscarado, o lobo do ártico, entre outros animais.</div>
<div style="text-align: center;">
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://2.bp.blogspot.com/-77T_dsqgCLs/VrvPyOBYsQI/AAAAAAAAC5I/bQg3ImgCr8U/s1600/tun1.jpg"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2014/01/tun1.jpg" width="320" height="240" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">By Hannes Grobe, AWI &#8211; Own work, CC BY-SA 2.5, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=2978170</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>A Tundra esbraveja suas belezas de um bioma intocado, onde suas condições extremas afasta qualquer presença humana. As plantas trabalham em sincronia com o tempo, nascem, crescem e morrem, tudo isso no curto período que o frio e a neve diminuem suas fúrias.</p>
<p>Após todo este ciclo, o inverno volta, a neve novamente é vista caindo dos céus e o solo volta a sua velha branquidade. E a tundra retorna para seu sono profundo, esperando o próximo fim da estação para novamente mostrar a força de uma natureza intocável.</p>
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		<item>
		<title>Biomas Terrestres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2013 19:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biogeografia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vegetação]]></category>
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					<description><![CDATA[Os biomas são um conjunto de fatores naturais que caracterizam um lugar. No mundo, temos uma grande variedade, entre os principais temos a tundra, taiga, florestas temperadas, desertos, savanas, estepes (pradarias) e florestas tropicais. Tundra Localizado em zonas extremamente frias, geralmente dentro do Círculo Polar Ártico, a Tundra sobrevive com vegetações que aguentam situações de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://2.bp.blogspot.com/-pRX5Nld6B-Y/Uh0C8wHwcNI/AAAAAAAAAuk/qlF8rmWktSI/s1600/biomas.PNG"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/08/biomas.png" border="0" /></a></div>
<div style="text-align: center;"></div>
<p>Os biomas são um conjunto de fatores naturais que caracterizam um lugar. No mundo, temos uma grande variedade, entre os principais temos a tundra, taiga, florestas temperadas, desertos, savanas, estepes (pradarias) e florestas tropicais.</p>
<h4><b>Tundra</b></h4>
<p>Localizado em zonas extremamente frias, geralmente dentro do Círculo Polar Ártico, a Tundra sobrevive com vegetações que aguentam situações de frio absoluto. Nessas regiões a neve costuma recobrir o solo quase o ano todo. Nos curtos períodos de verões (que não passam os 10ºC), germinam plantas que tem períodos de vida curtos, geralmente musgos e líquens.</p>
<h4><b>Taiga</b></h4>
<p>Também chamada de Floresta Boreal, a Taiga é encontrada em lugares frios, porém não tão extremos quanto a tundra, como no sul da Groenlândia e partes da península Escandinávia. É caracterizada por uma floresta homogenia, onde é possível encontrarmos árvores coníferas, como pinheiros e abetos, além de vegetação rasteira em menor proporção. A pluviosidade costuma ser baixa. A fauna é representada, entre outros, por alces, lobos e linces. As folhas são aciculifoliadas, de forma fina e pontuda para não acumular neve, que geralmente caem nos invernos.</p>
<h4><b>Florestas temperadas<br />
</b></h4>
<p>Este bioma apresenta chuvas e estações bem definidas. Localiza-se principalmente em regiões temperadas do hemisfério norte, como parte dos EUA, Europa e extremo oriente. É possível encontrar esquilos, veados, ursos, entre outros animais. As árvores desta floresta são formadas por nogueiras, carvalhos e faias, as chamadas árvores dicotiledôneas. Uma característica desta floresta é sua perda de folhas em certas estações do ano, onde as árvores adquirem coloração diferente.</p>
<h4><b>Desertos e semi-desertos<br />
</b></h4>
<p>Os desertos são conhecidos por suas temperaturas extremas, calor intenso no dia e muito frio a noite. A vegetação é preparada para tais situações extremas, são as plantas xerófilas, como cactos e arbustos secos, que tem como característica folhagens cobertas por espinhos ou ceras. Estas plantas tem grande capacidade de retenção de água, sobrevivendo ao solo pobre.</p>
<p>O grande contraste na temperatura está justamente na pouca vegetação. Sendo assim, não existe a retenção do calor do dia, fazendo as noites serem tão frias.</p>
<h4><b>Savana</b></h4>
<p>As savanas são compostas por vegetações rasteiras, árvores esparsadas e gramíneas. É um bioma muito rico, com presença de muitos animais selvagens, como leões, zebras e elefantes, no caso da savana africana, além de uma grande população de insetos. O cerrado, bem conhecido no Brasil, é um tipo de savana.</p>
<h4><b>Estepes (Pradarias)<br />
</b></h4>
<p>Caracterizado por ser um bioma seco, porém frio, as estepes apresentam vegetação herbácea (solo parcialmente descoberto), composta por gramíneas e pequenos bosques. Os animais que habitam esta área são basicamente mamíferos que vivem em conjunto, como búfalos e ratos do campo. No Brasil, as estepes são chamadas de pampas ou campos.</p>
<p>Há autores que costumam separar Pradarias de Estepes, já que a primeira costuma ser mais úmida que a segunda. Neste tipo de classificação, o Pampa seria considerado uma Pradaria, não uma Estepe.</p>
<h4><b>Florestas Tropicais<br />
</b></h4>
<p>Também chamadas de florestas pluviais, as florestas tropicais, como o próprio nome diz, localizam-se em regiões tropicais do globo. É composta por árvores largas e altas, em um clima úmido e chuvoso, com grande riqueza animal e vegetal. A Amazônia é um exemplo.</p>
<p>Ao contrário das florestas temperadas, estas apresentam folhagem perene, isto é, a reconstituição das folhas acontece de forma individual, não ficando completamente &#8220;desnudada&#8221; em nenhuma época do ano.</p>
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		<title>Hotspots de biodiversidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jul 2013 03:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Hotspots&#8221; é um termo em inglês pouco conhecido dentro da geografia, talvez seja mais disseminado dentro da informática ou em outras áreas. Na matéria, hotspots (em tradução livre para o português: pontos) podem ser consideradas áreas com uma grande biodiversidade natural, apresentando muitos riscos e ameaças. O termo foi criado pelo cientista ambiental inglês Norman [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://2.bp.blogspot.com/-y5s_wISWiPA/UdeLCQ3JPCI/AAAAAAAAAeM/FXwD1t_b_-g/s1600/HOTSPOTS.PNG"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/07/HOTSPOTS.png" width="400" height="230" border="0" /></a></div>
<div style="text-align: center;"></div>
<p>&#8220;Hotspots&#8221; é um termo em inglês pouco conhecido dentro da geografia, talvez seja mais disseminado dentro da informática ou em outras áreas. Na matéria, hotspots (em tradução livre para o português: <i>pontos</i>) podem ser consideradas áreas com uma grande biodiversidade natural, apresentando muitos riscos e ameaças.</p>
<p>O termo foi criado pelo cientista ambiental inglês Norman Myers, no final da década de 80, apontando diversos ecossistemas no mapa que corriam sérios riscos ambientais, nascia aí uma nova forma de mostrar áreas que tinham que ser &#8220;salvas&#8221; o mais rápido possível.</p>
<p>No Brasil, temos dois &#8220;hotspots&#8221;: <a href="http://www.geografiaopinativa.com.br/2013/07/os-biomas-brasileiros.html" target="_blank">a mata atlântica e o cerrado</a>. O primeiro sofreu grande degradação com a expansão das áreas urbanas, atualmente, pouquíssimo deste bioma ainda resta, sendo &#8220;picotado&#8221; em pequenas áreas no litoral brasileiro. O Cerrado guarda uma biodiversidade incrível, também sofrendo grandes ameaças ambientais.</p>
<p>Alguns países, por exemplo, podem ser reconhecidos em todo seu território como hotspots, como é o caso das Filipinas, Nova Zelândia e Japão. Outros lugares que também se enquadram neste termo são as ilhas caribenhas, o centro do Chile, o sudoeste australiano, entre outros.</p>
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