<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Cartografia e Geotecnologias &#8211; Geografia Opinativa</title>
	<atom:link href="https://www.geografiaopinativa.com.br/category/cartografia-e-geotecnologias/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.geografiaopinativa.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 22 Jan 2021 00:47:40 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=5.9.2</generator>

<image>
	<url>https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/cropped-id-3-32x32.png</url>
	<title>Cartografia e Geotecnologias &#8211; Geografia Opinativa</title>
	<link>https://www.geografiaopinativa.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Aerofotogrametria e Fotointerpretação</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2019/07/aerofotogrametria-e-fotointerpretacao.html</link>
					<comments>https://www.geografiaopinativa.com.br/2019/07/aerofotogrametria-e-fotointerpretacao.html#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2019 21:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia de Base]]></category>
		<category><![CDATA[Cartografia e Geotecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Geotecnologias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.geografiaopinativa.com.br/?p=3772</guid>

					<description><![CDATA[Aerofotogrametria é o nome atribuído ao conjunto de técnicas de obtenção e catalogação de dados cartográficos obtidos através de fotografias aéreas, geradas através de voos por aviões, balões ou VANT&#8217;s estrategicamente elaborados e regidos por um plano de voo. Diferentemente da obtenção de imagens via satélite, aqui os voos são de altitude bem inferior e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Aerofotogrametria é o nome atribuído ao conjunto de técnicas de obtenção e catalogação de dados cartográficos obtidos através de fotografias aéreas, geradas através de voos por aviões, balões ou VANT&#8217;s estrategicamente elaborados e regidos por um plano de voo. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img width="500" height="342" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/vant.png" alt="VANT's (Veículos Aéreos Não-Tripulados) são muito utilizados na aerofotogrametria, especialmente pelo custo-benefício. O Drone é um tipo de VANT." class="wp-image-4710" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/vant.png 500w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/vant-300x205.png 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption>VANT&#8217;s (Veículos Aéreos Não-Tripulados) são muito utilizados na aerofotogrametria, especialmente pelo custo-benefício. O Drone é um tipo de VANT.</figcaption></figure></div>



<p>Diferentemente da obtenção de imagens via satélite, aqui os voos são de altitude bem inferior e com área de abrangência bem menor, bem como as imagens são captadas por câmeras fotográficas comuns. Além disso, não existe uma periodicidade regular das imagens, como é no caso daquelas capturadas via satélite.</p>



<p>As aplicações das imagens aéreas são diversas. Em geral, elas auxiliam no mapeamento, permitindo a identificação de feições e a elaboração de mapas temáticos. </p>



<p>Por exemplo, a partir de uma fotografia aérea, é possível delinear a área urbana de um determinado espaço, separando-a da área de vegetação nativa e vegetação secundária, ou realizar identificação de feições geológicas no relevo.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" width="378" height="298" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/fotografia_aerea.png" alt="Fotografia Aérea" class="wp-image-4709" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/fotografia_aerea.png 378w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/fotografia_aerea-300x237.png 300w" sizes="(max-width: 378px) 100vw, 378px" /><figcaption>Fotografia Aérea</figcaption></figure></div>



<p>Para ser útil para análises posteriores mais aprofundadas, estas fotografias aéreas seguem regras rígidas de obtenção. É necessário, por exemplo, uma sobreposição entre duas imagens de uma mesma sequência (geralmente de 30%), o que garante a construção de um mosaico de imagens posterior ou o efeito estereoscópico.</p>



<p>Enquanto o termo Aerofotogrametria está relacionado com o processo de obtenção das imagens, a Fotointerpretação relaciona-se com o trabalho posterior de visualização, análise e dedução dos elementos existentes na fotografia. Esta etapa não limita-se ao uso de imagens aéreas, sendo também realizada em imagens de satélite.</p>



<p>Aqui, o elemento humano é fundamental, pois é o profissional que será responsável por analisar as feições existentes nas imagens e fazer as deduções e generalizações necessárias para a geração do produto final.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" width="494" height="350" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/estereos.png" alt="Estereoscópio, utilizado na visualização 3D de imagens de satélite." class="wp-image-4708" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/estereos.png 494w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/estereos-300x213.png 300w" sizes="(max-width: 494px) 100vw, 494px" /><figcaption>Estereoscópio, utilizado na visualização 3D de imagens de satélite.</figcaption></figure></div>



<p>Ele poderá ser auxiliado por elementos de hardware e software, especialmente softwares SIG, ou por ferramentas como o estereoscópio. </p>



<p>Conjuntamente com as técnicas de <a href="https://www.geografiaopinativa.com.br/2019/07/sensoriamento-remoto-definicao-e-principios.html">sensoriamento remoto</a>, a aerofotogrametria e a fotointerpretação são um importante mecanismo de análise e gestão do território, fundamentais para a tomada de decisão.</p>



<p>Conheça mais sobre o assunto no vídeo do nosso canal:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Sensoriamento Remoto | Sensores, Satélites, Aerofotogrametria e Fotointerpretação" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/3EyhfIEcnE0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.geografiaopinativa.com.br/2019/07/aerofotogrametria-e-fotointerpretacao.html/feed</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sensoriamento Remoto: definição e princípios</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2019/07/sensoriamento-remoto-definicao-e-principios.html</link>
					<comments>https://www.geografiaopinativa.com.br/2019/07/sensoriamento-remoto-definicao-e-principios.html#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2019 18:24:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e Geotecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Geotecnologias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.geografiaopinativa.com.br/?p=3764</guid>

					<description><![CDATA[O Sensoriamento Remoto é um conjunto de técnicas que permite a obtenção de informações sobre objetos (ou alvos) sem contato direto com o mesmo. É através do sensoriamento remoto, por exemplo, é que possível quantificar a redução da cobertura vegetal de uma determinada área sem necessariamente realizar um campo e contar cada espécie desmatada. Para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Sensoriamento Remoto é um conjunto de técnicas que permite a obtenção de informações sobre objetos (ou alvos) sem contato direto com o mesmo.</p>



<p>É através do sensoriamento remoto, por exemplo, é que possível quantificar a redução da cobertura vegetal de uma determinada área sem necessariamente realizar um campo e contar cada espécie desmatada. </p>



<p>Para realizar esta função, são necessários equipamentos dotados de sensores capazes que captar a energia emitida e refletida pelos objetos. Estes equipamentos podem ser satélites, aviões ou até balões.</p>



<p><strong>Mas, como um sensor é capaz de diferenciar objetos através da energia emitida e refletida?</strong></p>



<p>Aqui, é necessário esclarecer um conceito físico. Todos os objetos existentes na Terra são capazes, em algum grau, de absorver, transmitir, emitir e refletir energia. Esta energia pode ser térmica, sonora, eletromagnética, luminosa, etc. </p>



<p>Para o Sensoriamento Remoto, o Sol serve como uma importante fonte de energia, embora não seja a única.</p>



<p>Esta energia emitida e refletida varia de objeto para objeto, a depender do pigmento e da textura do material, por exemplo. Objetos mais escuros, em geral, absorvem mais energia que objetos mais claros (por isso a sensação de maior calor em dias quentes quando se veste uma camisa preta), mas, ao mesmo tempo, emitem uma quantidade de energia muito menor que objetos de cores claras.</p>



<p>De forma similar, objetos que são maus absorvedores são bons refletores, enquanto objetos que são bons absorvedores, são maus refletores. Logo, objetos escuros refletem pouca energia recebida pelo Sol, enquanto objetos claros, como a neve, refletem muita energia solar.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" width="318" height="318" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/07/cor.png" alt="" class="wp-image-3765" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/07/cor.png 318w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/07/cor-150x150.png 150w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/07/cor-300x300.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/07/cor-120x120.png 120w" sizes="(max-width: 318px) 100vw, 318px" /><figcaption>Objetos têm diferentes respostas à energia recebida. Elaboração própria.</figcaption></figure></div>



<p>Com base neste princípio, é possível captar a energia refletida e emitida por uma superfície x e comparar com a energia captada de uma superfície y, podendo-se inferir que a superfície x é coberta por vegetação e a superfície y por solo exposto, por exemplo.</p>



<h2>Os Satélites e os sensores</h2>



<p>Cada satélite artificial lançado na órbita terrestre pode ser um ou mais sensores. São os sensores os responsáveis por captar a informação refletida de cada corpo na superfície terrestre.</p>



<p>Cada sensor, por sua vez, tem diferentes bandas, que cobrem diferentes trechos do espectro eletromagnético.</p>



<p>Vamos lembrar novamente das aulas de física. Espectro eletromagnético é a organização dos diferentes comprimentos de onda em um espectro, que vai desde comprimentos de onda grandes (rádio) até comprimentos de onda curtos (raios gama). </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" width="671" height="398" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/espectro.png" alt="Espectro eletromagnético. Imagem: Khemis/Wikipedia." class="wp-image-4707" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/espectro.png 671w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/espectro-300x178.png 300w" sizes="(max-width: 671px) 100vw, 671px" /><figcaption>Espectro eletromagnético. Imagem: Khemis/Wikipedia.</figcaption></figure></div>



<p>Entre estes dois extremos está a luz visível (as cores que enxergamos, do violeta ao vermelho), o infra-vermelho, com comprimento de onda imediatamente superior ao da luz vermelha, e o ultra violeta, com comprimento de onda imediatamente inferior ao da luz violeta. É neste trecho do espectro que os principais sensores trabalham.</p>



<p>O sensor TM, por exemplo, que é usado pelos satélites da missão Landsat, opera em sete (7) bandas nos seguintes comprimentos de onda: azul, verde, vermelho, infra-vermelho próximo, infra-vermelho termal e infra-vermelho médio, sendo duas neste último.</p>



<p>O sensor MSS, outro que é usado nos satélites Landsat, opera com quatro bandas em uma faixa espectral bem menor: vai do verde ao infra-vermelho próximo. Diz-se, logo, que o sensor MSS tem uma <strong>resolução espectral</strong> menor que o sensor TM.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" width="550" height="325" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/bandas.png" alt="Bandas de alguns sensores e respostas espectrais de alguns tipos de objeto." class="wp-image-4706" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/bandas.png 550w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/06/bandas-300x177.png 300w" sizes="(max-width: 550px) 100vw, 550px" /><figcaption>Bandas de alguns sensores e respostas espectrais de alguns tipos de objeto.</figcaption></figure></div>



<p>Assim, é possível trabalhar com a análise do espaço de maneira muito mais precisa. Por exemplo, se a superfície x e a superfície y refletem uma quantidade de energia muito similar na faixa do infra-vermelho próximo, com um sensor que trabalhe no infra-vermelho médio é possível fazer uma diferenciação melhor entre as duas superfícies. Mais que isso: é possível realizar composições usando mais de uma banda, capazes que diferenciarem com muito mais clareza ambientes similares.</p>



<h3>Sensor ativo x Sensor passivo</h3>



<p>Existe uma diferenciação importante entre sensores, que diz respeito à emissão de energia e ser refletida.</p>



<p>Alguns sensores são capazes de emitir um pulso energético, recolhendo em seguida a informação acerca da reflexão deste pulso. É o caso, por exemplo, de radares. Este tipo de equipamento é capaz de emitir ondas com grande comprimento de onda (micro-ondas) e realizar diferenciações na superfície conforme a resposta a esta onda específica.</p>



<p>Já sensores passivos são aqueles que dependem da energia emitida por outro objeto &#8211; no caso mais comum, do Sol &#8211; para realizar as medições de energia refletida. É o tipo mais comum de sensor que é lançado em órbita. Apesar de ser mais barato e de sua aferição ser mais simples, depende de condições atmosféricas.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" width="511" height="249" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/07/sensor.png" alt="" class="wp-image-3768" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/07/sensor.png 511w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/07/sensor-300x146.png 300w" sizes="(max-width: 511px) 100vw, 511px" /><figcaption>Diferença entre sensores ativos e sensores passivos. Elaboração própria.</figcaption></figure></div>



<h2>Geração de imagens de satélite</h2>



<p>Entendido os princípios da captação de informações espectrais por sensores, podemos então falar sobre a geração de imagens de satélite.</p>



<p>Ao contrário do que se imagina, uma imagem de satélite não é uma fotografia comum tirada por um satélite, pois, como vimos, ela também pode ser gerada fora do espectro visível. Mas, se não podemos ver estes estas ondas, como é possível gerar uma imagem?</p>



<p>Inicialmente, partimos de uma matriz vazia. Isto é, um conjunto de células (ou pixeis) organizadas em linhas e colunas. Cada célula da matriz irá corresponder a um determinado trecho da superfície terrestre. Quanto menor a área particularizada por um pixel, diz-se que maior é a <strong>resolução espacial</strong>.</p>



<p>O que os sensores fazem é atribuir a cada pixel uma média da resposta espectral dos diferentes elementos da superfície. Esta média irá corresponder a um <strong>nível de cinza</strong>.</p>



<p>Por exemplo: no infra-vermelho próximo, a resposta espectral da água limpa é muito inferior a do solo exposto. Assim, o sensor é capaz de atribuir um nível de cinza maior ao solo exposto que a água. Na imagem gerada, a água irá ter uma cor mais próxima ao preto, enquanto que o solo exposto, uma cor mais próxima do branco.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" width="341" height="315" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/07/cinza.png" alt="" class="wp-image-3769" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/07/cinza.png 341w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/07/cinza-300x277.png 300w" sizes="(max-width: 341px) 100vw, 341px" /><figcaption>Matriz preenchida com os níveis de cinza. Elaboração própria.</figcaption></figure></div>



<p>O número de níveis de cinza varia e é conhecido como <strong>resolução radiométrica</strong>. É possível, teoricamente, gerar imagens com apenas dois níveis de cinza (2¹), o preto e o branco. O mais comum, todavia, são 256 níveis de cinza (2⁸). </p>



<p>Assim, fica mais fácil compreender como é possível diferenciar superfícies a partir de sensores localizados no espaço, trazendo inúmeras contribuições para áreas como gestão ambiental e agronegócio.</p>



<p>Ficou interessado pelo assunto? Te convido para assistir o vídeo do nosso canal sobre sensoriamento remoto.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Sensoriamento Remoto | Sensores, Satélites, Aerofotogrametria e Fotointerpretação" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/3EyhfIEcnE0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.geografiaopinativa.com.br/2019/07/sensoriamento-remoto-definicao-e-principios.html/feed</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Geografia e suas &#8216;caixinhas&#8217;: por que isso é tão problemático?</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2019/03/geografia-e-suas-caixinhas-por-que-isso-e-tao-problematico.html</link>
					<comments>https://www.geografiaopinativa.com.br/2019/03/geografia-e-suas-caixinhas-por-que-isso-e-tao-problematico.html#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Mar 2019 17:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e Geotecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Humana]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.geografiaopinativa.com.br/?p=3621</guid>

					<description><![CDATA[Durante a história do pensamento geográfico, diversos autores se propunham a um esforço teórico para equilibrar sob o escopo de uma mesma ciência os campos tão diversos da Geografia. Das análises, algumas são particularmente relevantes. Em &#8220;Um lugar para a Geografia: contra o simples, o banal e o doutrinário&#8221;, Paulo César da Costa Gomes defende [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Durante a história do pensamento geográfico, diversos autores se propunham a um esforço teórico para equilibrar sob o escopo de uma mesma ciência os campos tão diversos da Geografia.</p>



<p>Das análises, algumas são particularmente relevantes.</p>



<p>Em &#8220;Um lugar para a Geografia: contra o simples, o banal e o doutrinário&#8221;, Paulo César da Costa Gomes<strong><em> </em></strong>defende que este problema epistemológico seria resolvido a partir de uma mudança da perspectiva da definição da ciência geográfica. Sai de cena o <strong>espaço geográfico</strong> como objeto de estudo, e se propõe que a particularidade da Geografia estaria na <strong>pergunta de partida</strong>. </p>



<p>Quando visualizamos um &#8220;problema geográfico&#8221;, devemos nos perguntar a <strong>ordem espacial </strong>do mesmo, independente de se o que é analisado são camadas sedimentares em uma rocha ou as vias que compõem uma cidade. </p>



<p>Aqui, o peso maior está no modo de visualizar o problema do que no problema em si.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" width="500" height="300" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/pais.png" alt="" class="wp-image-3625" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/pais.png 500w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/pais-300x180.png 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption>Ironicamente, a Geografia tem dois &#8220;pais&#8221;, Humboldt, pai da Geografia Física, e Ritter, pai da Geografia Humana. Todavia, esta dualidade entre os dois autores é discutível.</figcaption></figure></div>



<p>No aflorar da Teoria Geral dos Sistemas e na sua aplicação no escopo da Geografia, o Geossistema, o campo físico e humano se viam enquadrados sob a mesma ótica através do conceito de <strong>Paisagem</strong>.</p>



<p>Sotchava, por exemplo, na década de 1960 trabalha com a Paisagem como conceito fundamental, capaz de sintetizar a integração dinâmica entre elementos do homem e da sociedade. Utilizou estes estudos na prática do planejamento territorial da União Soviética.</p>



<p>Bertrand, representante da escola francesa, por sua vez, apresenta, em seu modelo do geossistema, a composição de três esferas principais: o <strong>Potencial Ecológico</strong>, a <strong>Exploração Biológica</strong> e a <strong>Ação Antrópica</strong>, este último entendido como um agente de desequilíbrio.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" width="507" height="162" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Screenshot_20190315_211055.png" alt="Modelo de Geossistema de Bertrand." class="wp-image-3622" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Screenshot_20190315_211055.png 507w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Screenshot_20190315_211055-300x96.png 300w" sizes="(max-width: 507px) 100vw, 507px" /><figcaption>Modelo de Geossistema de Bertrand.</figcaption></figure></div>



<p>O elemento antrópico, biológico e físico aparecem na composição da tríade bertrandiana, evocando a inter-relação dos fatores na composição de um sistema natural.</p>



<p>Se o entendimento do campo físico com sua relação com o humano ficava mais claro com a ideia de geossistema, a leitura da sociedade poderia ser apoiada sob o paradigma da <strong>formação sócio-espacial</strong>.</p>



<p>A formação sócio-espacial, originada através de um refinamento da noção marxista de formação econômico-social, é o que podemos compreender como a possibilidade realizada do <strong>Modo de Produção</strong>.</p>



<p>O Modo de Produção, por sua vez, é o modo de organização da sociedade gestada através da associação de graus de desenvolvimento de f<em>orças produtivas</em> e de <em>relações de produção</em>. Assim, desde o desenvolvimento das civilizações, temos uma sequência de &#8220;fases&#8221;: Comunismo Primitivo, Escravista, Feudal, Capitalista e, finalmente, Socialista.</p>



<p>A formação sócio-espacial &#8211; concreta e específica &#8211; seria o modo como este modo de produção &#8211; geral  e abstrato &#8211; ocorreria na sociedade.</p>



<p>Certamente, todo este caminho percorrido, através de um esforço teórico de diversos pensadores, auxiliou no entendimento daquilo que a Geografia estuda. Mas, se as discussões teóricas se mostram assim intensas, como as &#8216;caixinhas&#8217; da ciência geográfica permanecem tão separadas?</p>



<h2>Uma hipótese: o desenho organizacional das universidades</h2>



<p>Analisando o desenho organizacional dos cursos de Geografia em determinadas universidades, percebemos que, em sua formação, o geógrafo  tem embutido uma clara polarização entre o campo físico e o campo humano da Geografia.</p>



<p>Como maneira de apurar esta possível dualidade, vejamos como se organizam os cursos de pós-graduação de algumas universidades brasileira.</p>



<p>É comum, em boa parte das universidades, a divisão do programa de pós-graduação em duas áreas de concentração bem claras: uma para aqueles interessados na Geografia Física e outra para aqueles interessados na Geografia Humana.</p>



<p>Na UFMG, por exemplo, são duas as áreas de concentração: <strong>Organização do Espaço </strong>e <strong>Análise Ambiental</strong>. </p>



<p>A primeira área, conforme o site da universidade, debruça-se, especialmente , sobre a &#8220;produção do espaço, teoria e prática&#8221;. Já a segunda, o foco é, precisamente, a &#8220;geografia física&#8221;.</p>



<p>Na UFPA, ambos as áreas de concentração remetem o estudo da Amazônia. Todavia, ainda aqui, vemos uma orientação dualista. De um lado, temos <strong>Dinâmicas Territoriais na Amazônia </strong>e, do outro, <strong>Dinâmica Socioambiental e Recursos Naturais na Amazônia</strong>.</p>



<p>Na UFSC não é diferente. As áreas de concentração são: <strong>Desenvolvimento Regional e Urbano</strong> e <strong>Utilização e Conservação de Recursos Naturais</strong>.</p>



<p>Caso o aluno tenha interesse de uma área voltada ao uso de geotecnologias na Geografia, encontrará uma linha de pesquisa apenas na Pós-Graduação em Engenharia Civil. </p>



<p>O caso da USP, todavia, é emblemático.</p>



<p>Por lá, não somente áreas de concentração diferentes separam Geografia Física de Humana, mas também <strong>Programas de Pós-Graduação</strong> distintos.</p>



<p>Existe o Programa de Pós-Graduação em Geografia Física (PPGF) e o Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana (PPGH).</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" width="735" height="157" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Screenshot_20190315_230414.png" alt="" class="wp-image-3623" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Screenshot_20190315_230414.png 735w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/Screenshot_20190315_230414-300x64.png 300w" sizes="(max-width: 735px) 100vw, 735px" /><figcaption>Na USP, o campo físico e o campo humano da Geografia são separados não apenas por áreas de concentração distintas, mas também por Programas de Pós-Graduação diferentes.<br><br></figcaption></figure>



<p>Na UFPE, na UFPR e na UnB, todavia, temos um cenário diferente. As áreas de concentração são únicas. São intituladas, respectivamente, &#8220;Regionalização e Análise Regional&#8221;, &#8220;Espaço, Sociedade e Ambiente&#8221; e &#8220;Gestão Ambiental e Territorial&#8221;.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" width="296" height="297" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/aziz.png" alt="" class="wp-image-3632" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/aziz.png 296w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/aziz-150x150.png 150w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/aziz-120x120.png 120w" sizes="(max-width: 296px) 100vw, 296px" /><figcaption>Aziz Ab&#8217;Saber, importante geógrafo que destacou-se tanto no campo humano quanto no campo físico da Geografia. Imagem: <a href="http://www.cartaeducacao.com.br/disciplinas/geografia/aziz-absaber-o-geografo-humanista/">Carta Educação</a>.</figcaption></figure></div>



<p>Por fim, no site oficial do curso de Graduação da UNILA, temos uma informação no mínimo curiosa:</p>



<p>&#8220;A concepção que norteia o curso entende a <em>Geografia como sendo única – <strong>humana</strong></em> – tendo foco essencial na compreensão das dinâmicas que caracterizam as manifestações concretas do espaço (lugar, região, território e paisagem)&#8221;.</p>



<h2>Uma consequência: a compartimentação da disciplina no Ensino Médio</h2>



<p>Uma consequência que, ao mesmo tempo retroalimenta este pensamento dualista se dá na organização dos conteúdos da disciplina de Geografia no Ensino Médio.</p>



<p>Se perguntarmos para qualquer professor que liste os primeiros conteúdos que vêm à cabeça para uma aula no primeiro ano do ensino médio, provavelmente as respostas irão variar entre tipos de rochas, classificação climática brasileira ou a diferença entre foz em delta e foz em estuário.</p>



<p>Agora, faça a mesma pergunta, mas se referindo aos conteúdos do segundo e terceiro ano. As respostas serão algo próximo a &#8220;Guerra Fria&#8221;, &#8220;Fases dos Capitalismo&#8221; ou &#8220;Fases do Crescimento Demográfico&#8221;.</p>



<p>Aparentemente, este tipo de organização pode ser vista como &#8220;natural&#8221;. Mas, em seu cerne esconde-se um risco claro: os alunos, ao finalizarem o Terceiro Ano, não sabem por que diabos aprenderam Tipos de Rochas e Guerra Fria em uma mesma disciplina.</p>



<p>Logicamente, a Geografia não é a única disciplina que sofre com este problema. Mas, se a compararmos com Biologia, Matemática ou História, por exemplo, é bem mais provável que o aluno saiba melhor argumentar qual o &#8216;objeto&#8217; de cada uma destas matérias que no caso da ciência geográfica.</p>



<p>A sensação que fica é que ocorre um <em>mix</em> de conteúdos aleatórios que, ao não poderem ser alocados em outras disciplinas, foram inseridos sob uma mesma matéria, tal como a genérica disciplina de &#8216;ciências&#8217; do ensino fundamental.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" width="338" height="260" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/charge.jpg" alt="" class="wp-image-3629" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/charge.jpg 338w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2019/03/charge-300x231.jpg 300w" sizes="(max-width: 338px) 100vw, 338px" /><figcaption>Charge ironiza a dualidade entre Geografia Física e Geografia Humana</figcaption></figure></div>



<p>E isto é um empobrecimento brutal da Geografia, cujas discussões teóricas apontam que esta dualidade aparente é tão compreensível quanto as especializações em tantas outras áreas do conhecimento.</p>



<p>Não deixa-se de ser médico ao especializar-se em neurologia. Não deixa-se de ser geógrafo ao especializar-se em biogeografia. Ou em geografia urbana.</p>



<p>Assim, nós, geógrafos, especialmente quando adentramos a sala de aula, devemos ter sempre em mente que, embora existam campos diferentes, a ciência geográfica é uma só, e esforços teóricos já nos mostraram alguns muitos mecanismos de compreender a nossa diversidade de campos de atuação.</p>



<p>E, levantar bandeiras como pertencendo à &#8220;geografia humana&#8221;, ou à &#8220;geografia física&#8221; é tão empobrecedor quanto doutrinário, é cego e sepulta elementos importantes da realidade que não serão apreendidas pelo dualismo puro. </p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.geografiaopinativa.com.br/2019/03/geografia-e-suas-caixinhas-por-que-isso-e-tao-problematico.html/feed</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como resolver facilmente exercícios de Fusos Horários</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2019/03/como-resolver-facilmente-exercicios-de-fusos-horarios.html</link>
					<comments>https://www.geografiaopinativa.com.br/2019/03/como-resolver-facilmente-exercicios-de-fusos-horarios.html#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Mar 2019 23:30:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e Geotecnologias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.geografiaopinativa.com.br/?p=3614</guid>

					<description><![CDATA[Frequentemente quando o conteúdo Fusos Horários é ministrado em sala de aula, diversos alunos expressam lamentações acerca da dificuldade que é resolver determinados exercícios. Todavia, embora seja um tema que exija certo grau de abstração, a resolução de exercícios pode ser muito facilitada seguindo alguns passos básicos. Primeiramente, devemos entender os preceitos básicos da lógica [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Frequentemente quando o conteúdo Fusos Horários é ministrado em sala de aula, diversos alunos expressam lamentações acerca da dificuldade que é resolver determinados exercícios.</p>



<p>Todavia, embora seja um tema que exija certo grau de abstração, a resolução de exercícios pode ser muito facilitada seguindo alguns passos básicos.</p>



<p>Primeiramente, devemos entender os preceitos básicos da lógica que rege os fusos horários. Em resumo:</p>



<ul><li>Sendo uma circunferência, a Terra apresenta 360º. Como demora aproximadamente 24h para completar o movimento de rotação, cada hora corresponde a 15º (pois 360 dividido por 24 é 15).</li><li>A Terra gira de Oeste para Leste. Assim, os fusos horários <strong>aumentam para leste e diminuem para oeste</strong>.</li><li>O Meridiano de Greenwich marca o meio do Fuso Horário 0 (UTC). O antimeridiano 180º (continuação do Meridiano de Greenwich no outro lado do planeta) marca a Linha Internacional de Mudança de Data.</li><li>Quando se atravessa a Linha Internacional da Data de Leste para Oeste, adiciona-se um dia. Quando se atravessa de Oeste para Leste, retorna-se um dia. Ou seja, se atravessamos sentido Canadá &#8211; Rússia, adiciona-se um dia. No sentido Rússia &#8211; Canadá, subtrai-se um dia.</li></ul>



<p>Sabendo disso, se faz necessário entender as principais modalidades de exercícios do tipo. Vamos lá!</p>



<h2>Se dá a hora em um lugar, se quer saber a hora em outro</h2>



<p><em>Luiza mora no Rio de Janeiro, cidade localizada no fuso UTC -3. As 19h, ela entra em vídeo chamada com sua amiga Vânia, que mora em Moscou, na Rússia. Sabendo que Moscou está no fuso UTC +3, qual será o horário em que Vânia estará conversando com Luiza?</em></p>



<p>É o tipo mais simples de exercício. </p>



<p>Como vemos, a diferença entre o UTC -3 e o UTC +3 é de 6 fusos. </p>



<p>Como Moscou está a <strong>leste</strong> do Rio de Janeiro, devemos <strong>adicionar</strong> 6 horas.</p>



<p><strong>19h + 6h = 1h da manhã do dia seguinte.</strong></p>



<h2>Ocorre uma viagem, se quer saber o horário de chegada</h2>



<p><em>Uma família que reside em Lisboa, Portugal, irá passar as férias no Brasil. A viagem de avião demora cerca de 14h do Aeroporto de Lisboa até o Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Sabendo que o voo sairá de Portugal às 8h da manhã e que São Paulo está localizado no fuso UTC -3 e Lisboa no UTC 0, qual horário a família deve desembarcar no Brasil?</em></p>



<p>Este talvez seja o tipo de exercício mais clássico e um dos que mais confundem os alunos. Mas vamos lá.</p>



<p>Existem diversos caminhos para resolver esta atividade. A mais simples é descobrir que horas estará em São Paulo no momento em que a família sairá de Lisboa e depois adicionar as 14h.</p>



<p>Se o voo parte às 8h de Lisboa, em São Paulo serão 8h &#8211; 3h (diferença entre horários de ambas as cidades). Assim, sabemos que serão 5h na cidade brasileira.</p>



<p>Agora basta adicionarmos as 14h de voo. <strong>O resultado será 19h do mesmo dia.</strong></p>



<h2>Se dá a longitude, se quer saber o horário em cada ponto</h2>



<p><em>(PUC RS) Três jovens amigos estão localizados em pontos diferentes da Terra: Paulo está a 165° leste de Greenwich; Pedro permanece a 45° a oeste de Paulo, e Clara está a 2° oeste de Greenwich. Sabendo que no Meridiano Inicial são 18 horas do dia 5 de janeiro, a hora legal e o dia em que estão Paulo, Pedro e Clara são, respectivamente,</em></p>



<p>A) Paulo: 4h &#8211; dia 6; Pedro 2h &#8211; dia 6; Clara 16h &#8211; dia 5;</p>



<p>B) Paulo 5h &#8211; dia 6; Pedro 3h &#8211; dia 6; Clara 5h &#8211; dia 5;</p>



<p>C) Paulo 17h &#8211; dia 5; Pedro 15h &#8211; dia 5; Clara 18h &#8211; dia 6;</p>



<p>D) Paulo 7h &#8211; dia 6; Pedro 9h &#8211; dia 5; Clara 18h &#8211; dia 6;</p>



<p>E) Paulo 5h &#8211; dia 6; Pedro 2h &#8211; dia 6; Clara 18h &#8211; dia 5;</p>



<p>Neste caso, serão necessários alguns cálculos matemáticos.</p>



<p>Sabemos que a cada 15º ocorre uma mudança de fuso. Neste caso, devemos dividir os graus em que cada jovem está localizado por 15.</p>



<p>Paulo, por exemplo, está na longitude 165º. <strong>165/15 = 11</strong>. Como ele está a <strong>leste</strong> de Greenwich, seu fuso será UTC+11.</p>



<p>Pedro está a <strong>45º a oeste de Paulo</strong>. Atenção, Pedro não está a 45º a oeste de Greenwich, mas sim a 45º a oeste da longitude 165º de Paulo. Assim, devemos tirar 45º dos 165º. Restam 120º. Pedro está a 120º a leste.</p>



<p>Fazendo a operação, 120/15=8. Assim, Pedro está no fuso UTC +8.</p>



<p>Por fim, Clara está a 2º a oeste do Meridiano de Greenwich. Vejamos, se a cada 15º temos a mudança de fuso e o Meridiano de Greenwich localiza-se no centro do UTC 0, nota-se que Clara está no justamente no fuso horário de Greenwich: 0. </p>



<p>Logo:</p>



<p>Paulo: UTC +11; Pedro: UTC +8; Clara: UTC 0.</p>



<p>Se no Meridiano Inicial são 18 horas de dia 5 de janeiro, basta fazermos as somas:</p>



<p>Paulo: 18h + 11h = 5h do dia seguinte (6 de janeiro)</p>



<p>Pedro: 18h + 8h = 2h do dia seguinte (6 de janeiro)</p>



<p>Clara: 18h do mesmo dia (5 de janeiro)</p>



<p><strong>Alternativa E.</strong></p>



<h2>Quando se atravessa a Linha Internacional da Data</h2>



<p>Este tipo de situação pode ser combinada por todas as outras descritas. Todavia, aqui demonstraremos dois casos genéricos, cuja combinação pode ser feita com os outros exemplos.</p>



<p><em><strong>Caso 1 </strong>&#8211; Kaleo, morador do Havaí (UTC -10), desembarca 15h do dia 6 de agosto em Melbourne (UTC +11) na Austrália. Assim que chega, o jovem liga para a família que ficou em Honolulu. Que horas e em que dia seus familiares receberão a ligação? Leve em consideração que o avião fez o trajeto pelo Oceano Pacífico.</em></p>



<p>O primeiro passo é calcular a distância que cada UTC está do UTC 0. O UTC do Havaí, -10, está a 10 horas do Horário de Greenwich. Já o de Melbourne (+11), está a 11 horas do Horário 0. Assim, somamos: 11+10=21.</p>



<p>Agora, pensamos que, para ir de Melbourne até o Havaí, <strong>passando pelo Meridiano de Greenwich</strong>, devemos seguir para oeste. E, para oeste, subtrai-se horário.</p>



<p>Assim, 15h &#8211; 21h dará -6h. </p>



<p>O resultado deu negativo, como prosseguir? Siga o raciocínio.</p>



<p>De 15h até 0h do dia 6 de agosto, já se subtraiu-se 15h. Resta subtrair as 6h que sobraram. Então, recomeçamos o dia. 24h &#8211; 6h = <strong>18h do dia 5 de agosto</strong>, dia anterior, já que viramos um dia.</p>



<p>Neste caso, ignoramos o fato da viagem ter sido feita pelo Oceano Pacífico, pois isto não iria influenciar no resultado e complicaria a resolução da questão. Recomendamos que você faça isso para obter a resposta de maneira mais rápida.</p>



<p><em><strong>Caso 2 </strong>&#8211; Kaleo, morador do Havaí (UTC -10), desembarca 23h do dia 6 de agosto em Melbourne (UTC +11) na Austrália. Assim que chega, o jovem liga para a família que ficou em Honolulu. Que horas e em que dia seus familiares receberão a ligação? Leve em consideração que o avião fez o trajeto pelo Oceano Pacífico.</em></p>



<p>Aqui, fizemos uma sutil alteração no horário de chegada. Ela será as 23h do dia 6 de agosto. </p>



<p>As conclusões são as mesmas do caso anterior: Existe uma diferença de 21h entre os dois locais e, passando pelo Meridiano de Greenwich, o Havaí está a oeste da cidade australiana.</p>



<p>Logo, subtraímos: 23h &#8211; 21h. O resultado dará<strong> 2h da manhã do mesmo dia</strong>, pois não viramos o dia no cálculo (não sobrou um horário negativo).</p>



<p>Ficou bem mais simples fazer este cálculo com mudança de data, não é mesmo?</p>



<p>Lembre-se sempre de seguir estes passos básicos e de aprender os conceitos fundamentais. A resolução de exercícios do tipo será bem mais simplificada. </p>



<p>Assista a aula teórica sobre o assunto em nosso canal:</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Fusos Horários: Explicação Teórica" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/OOCD-Q56NmQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.geografiaopinativa.com.br/2019/03/como-resolver-facilmente-exercicios-de-fusos-horarios.html/feed</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tipos de projeções cartográficas: equivalentes, conformes, equidistantes e afiláticas</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2018/03/tipos-de-projecoes-cartograficas-equivalentes-conformes-equidistantes-e-afilaticas.html</link>
					<comments>https://www.geografiaopinativa.com.br/2018/03/tipos-de-projecoes-cartograficas-equivalentes-conformes-equidistantes-e-afilaticas.html#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Mar 2018 01:05:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e Geotecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[projeção afilática]]></category>
		<category><![CDATA[projeção conforme]]></category>
		<category><![CDATA[projeção equidistante]]></category>
		<category><![CDATA[projeção equivalente]]></category>
		<category><![CDATA[projeções cartográficas]]></category>
		<category><![CDATA[propriedades cartográficas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.geografiaopinativa.com.br/?p=2737</guid>

					<description><![CDATA[Representar a superfície de uma esfera em um plano não é uma tarefa fácil ou que possa ser feita com cem porcento de fidelidade. Embora nosso planeta não seja uma esfera perfeita, esta máxima também é válida na elaboração de planisférios. De uma forma ou de outra, nestas representações, distâncias, áreas ou formas acabarão sendo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Representar a superfície de uma esfera em um plano não é uma tarefa fácil ou que possa ser feita com cem porcento de fidelidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora nosso planeta não seja uma esfera perfeita, esta máxima também é válida na elaboração de planisférios.</p>
<p style="text-align: justify;">De uma forma ou de outra, nestas representações, distâncias, áreas ou formas acabarão sendo deformadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Com base nisto, classifica-se as projeções cartográficas em quatro tipos, dependendo de qual das variáveis citada seja preservada &#8211; isto é, que mantenha fidelidade com o formato real no planeta.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta classificação é importante pois é fundamental que o profissional envolvido na leitura de um mapa saiba qual de suas propriedades estão deformadas e quais não estão.</p>
<h4>Projeções equivalentes</h4>
<p style="text-align: justify;">Em projeções equivalentes, a variável que é preservada é a área, enquanto formas e distâncias são deformadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Espanha e Camarões, por exemplo, têm ambos aproximadamente 500.000 km² de extensão territorial, estando o primeiro país em uma latitude de 40ºN e o segundo em uma latitude de 4ºN.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma projeção equivalente, a área no mapa de ambos os países ainda seria aproximada, embora as distâncias entre dois pontos dentro dos países e as formas da superfície deles sejam alteradas.</p>
<div id="attachment_4671" style="width: 522px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-4671" loading="lazy" class="wp-image-4671 size-full" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/projecoes2-1024x394_0.png" alt="Comparação das áreas em uma projeção equivalente e em uma projeção não-equivalente. Note que Espanha e Camarões têm quase o mesmo tamanho na projeção equivalente, assim como na realidade, embora tenham suas formas deformadas, enquanto que a Espanha se apresenta em área bem maior na projeção não-equivalente." width="512" height="197" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/projecoes2-1024x394_0.png 512w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/projecoes2-1024x394_0-300x115.png 300w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /><p id="caption-attachment-4671" class="wp-caption-text">Comparação das áreas em uma projeção equivalente e em uma projeção não-equivalente. Note que Espanha e Camarões têm quase o mesmo tamanho na projeção equivalente, assim como na realidade, embora tenham suas formas deformadas, enquanto que a Espanha se apresenta em área bem maior na projeção não-equivalente.</p></div>
<p style="text-align: justify;">São exemplos de projeções equivalentes as projeções <a href="http://www.geografiaopinativa.com.br/2013/07/projecoes-cartograficas-cilindrica.html">de Peters</a>, de Lambert e de Behrmann.</p>
<div id="attachment_4675" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-4675" loading="lazy" class="wp-image-4675 size-medium" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/1024px-Tissot_indicatrix_world_map_Gall-Peters_equal-area_proj.svg_0-300x191.png" alt="Projeção de Peters. By Eric Gaba (Sting - fr:Sting) - Own workData : U.S. NGDC World Coast Line (public domain), GFDL." width="300" height="191" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/1024px-Tissot_indicatrix_world_map_Gall-Peters_equal-area_proj.svg_0-300x191.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/1024px-Tissot_indicatrix_world_map_Gall-Peters_equal-area_proj.svg_0.png 512w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-4675" class="wp-caption-text">Projeção de Peters. By Eric Gaba (Sting &#8211; fr:Sting) &#8211; Own workData : U.S. NGDC World Coast Line (public domain), GFDL.</p></div>
<h4>Projeções conformes</h4>
<p style="text-align: justify;">Projeções conformes são aquelas em que a variável preservada é a forma (ou os ângulos), enquanto que distâncias e áreas são deformadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo clássico de projeção conforme é a <a href="http://www.geografiaopinativa.com.br/2013/07/projecoes-cartograficas-cilindrica.html">Projeção de Mercator</a>. Nela, os países localizados em altas latitudes apresentam uma ampliação em suas áreas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário, países localizados próximos a Linha do Equador têm um tamanho mais fiel à realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Nestes dois casos porém, o formato da massa terrestre analisada não muda, embora seus tamanhos estejam exagerados.</p>
<div id="attachment_4677" style="width: 522px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-4677" loading="lazy" class="wp-image-4677 size-full" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/projecoes1-1024x418_1.png" alt="Comparação dos ângulos (formas) em uma projeção conforme e em uma projeção não-conforme. Note que, na projeção conforme, os ângulos retos que marcam as divisas entre alguns estados americanos são mantidos, como na realidade, enquanto que na projeção não-conforme, isto não ocorre." width="512" height="209" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/projecoes1-1024x418_1.png 512w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/projecoes1-1024x418_1-300x122.png 300w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /><p id="caption-attachment-4677" class="wp-caption-text">Comparação dos ângulos (formas) em uma projeção conforme e em uma projeção não-conforme. Note que, na projeção conforme, os ângulos retos que marcam as divisas entre alguns estados americanos são mantidos, como na realidade, enquanto que na projeção não-conforme, isto não ocorre.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Foi um tipo de projeção muito importante na navegação, visto que o uso da bússola dependia de um planisfério que preservasse os ângulos dos continentes e ilhas.</p>
<div id="attachment_4673" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-4673" loading="lazy" class="wp-image-4673 size-medium" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/800px-Mercator_with_Tissots_Indicatrices_of_Distortion.svg_2-300x300.png" alt="Projeção de Mercator. By Justin Kunimune - Own work, CC BY-SA 4.0." width="300" height="300" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/800px-Mercator_with_Tissots_Indicatrices_of_Distortion.svg_2-300x300.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/800px-Mercator_with_Tissots_Indicatrices_of_Distortion.svg_2-150x150.png 150w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/800px-Mercator_with_Tissots_Indicatrices_of_Distortion.svg_2-80x80.png 80w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/800px-Mercator_with_Tissots_Indicatrices_of_Distortion.svg_2-320x320.png 320w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/800px-Mercator_with_Tissots_Indicatrices_of_Distortion.svg_2.png 400w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-4673" class="wp-caption-text">Projeção de Mercator. By Justin Kunimune &#8211; Own work, CC BY-SA 4.0.</p></div>
<h4>Projeções equidistantes</h4>
<p style="text-align: justify;">Em uma projeção equidistante, as distâncias lineares são preservadas para um ou dois pontos no mapa, como no caso da <em>Two-point equidistant projection, </em>ou ainda para meridianos e paralelos específicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste (ou nestes) ponto(s) específico(s), qualquer distância até outro ponto qualquer do mapa trará a distância real, seguidas as proporções de escala.</p>
<div id="attachment_4674" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-4674" loading="lazy" class="wp-image-4674 size-medium" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/800px-Two-point_Equidistant_with_Tissots_Indicatrices_of_Distortion.svg_2-300x290.png" alt="Projeção Equidistante Two Points. Qualquer linha traçada de Roma (Itália) ou Luoyang (China) para qualquer outro local do mapa tratá a distância real proporcionalmente à escala. By Justin Kunimune - Own work, CC BY-SA 4.0." width="300" height="290" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/800px-Two-point_Equidistant_with_Tissots_Indicatrices_of_Distortion.svg_2-300x290.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/800px-Two-point_Equidistant_with_Tissots_Indicatrices_of_Distortion.svg_2.png 400w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-4674" class="wp-caption-text">Projeção Equidistante Two Points. Qualquer linha traçada de Roma (Itália) ou Luoyang (China) para qualquer outro local do mapa tratá a distância real proporcionalmente à escala. By Justin Kunimune &#8211; Own work, CC BY-SA 4.0.</p></div>
<p style="text-align: justify;">São projeções muito usadas na elaboração de rotas marítimas e aéreas.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma projeção bastante comum do tipo equidistante é a Azimutal (ou Azimutal Equidistante), centrada em um dos polos. Nestas situações, a distância será correta entre o polo e qualquer ponto no mapa.</p>
<div id="attachment_4672" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-4672" loading="lazy" class="wp-image-4672 size-medium" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/800px-Azimuthal_Equidistant_with_Tissots_Indicatrices_of_Distortion.svg_2-300x300.png" alt="Projeção Azimutal Equidistante. By Justin Kunimune - Own work, CC BY-SA 4.0. Note que as áreas e as formas estão completamente deformadas." width="300" height="300" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/800px-Azimuthal_Equidistant_with_Tissots_Indicatrices_of_Distortion.svg_2-300x300.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/800px-Azimuthal_Equidistant_with_Tissots_Indicatrices_of_Distortion.svg_2-150x150.png 150w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/800px-Azimuthal_Equidistant_with_Tissots_Indicatrices_of_Distortion.svg_2-80x80.png 80w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/800px-Azimuthal_Equidistant_with_Tissots_Indicatrices_of_Distortion.svg_2-320x320.png 320w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/800px-Azimuthal_Equidistant_with_Tissots_Indicatrices_of_Distortion.svg_2.png 400w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-4672" class="wp-caption-text">Projeção Azimutal Equidistante. By Justin Kunimune &#8211; Own work, CC BY-SA 4.0. Note que as áreas e as formas estão completamente deformadas.</p></div>
<h4>Projeções afiláticas</h4>
<p style="text-align: justify;">As projeções afiláticas não respeitam nenhuma das variáveis apresentadas. Não conservam formas, áreas ou distâncias.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes, estes fatores são balanceados, de modo a apresentar uma projeção que, embora não apresente com fidelidade nenhuma das propriedades, busque distorcer ao mínimo todas.</p>
<p style="text-align: justify;">São exemplos de projeções afiláticas as projeções de Robinson e a Cilíndrica de Miller.</p>
<div id="attachment_4676" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-4676" loading="lazy" class="wp-image-4676 size-medium" src="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/1280px-Robinson_with_Tissots_Indicatrices_of_Distortion.svg-1024x520_0-300x152.png" alt="Projeção de Robinson. By Justin Kunimune - Own work, CC BY-SA 4.0." width="300" height="152" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/1280px-Robinson_with_Tissots_Indicatrices_of_Distortion.svg-1024x520_0-300x152.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2020/05/1280px-Robinson_with_Tissots_Indicatrices_of_Distortion.svg-1024x520_0.png 512w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-4676" class="wp-caption-text">Projeção de Robinson. By Justin Kunimune &#8211; Own work, CC BY-SA 4.0.</p></div>
<p>Veja nosso vídeo sobre o assunto!</p>


<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Projeções Cartográficas: Cilíndrica, Cônica e Azimutal | Equivalente, Equidistante e Conforme" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/S0rLXbe-Z44?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.geografiaopinativa.com.br/2018/03/tipos-de-projecoes-cartograficas-equivalentes-conformes-equidistantes-e-afilaticas.html/feed</wfw:commentRss>
			<slash:comments>6</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tutorial QGIS: Construindo um mapa de localização</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2018/02/tutorial-qgis-construindo-um-mapa-de-localizacao.html</link>
					<comments>https://www.geografiaopinativa.com.br/2018/02/tutorial-qgis-construindo-um-mapa-de-localizacao.html#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2018 21:47:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e Geotecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[aprender usar qgis]]></category>
		<category><![CDATA[como usar folha de impressão qgis]]></category>
		<category><![CDATA[como usar qgis]]></category>
		<category><![CDATA[mapa de localização qgis]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial iniciante qgis]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial qgis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.geografiaopinativa.com.br/?p=2592</guid>

					<description><![CDATA[Este tutorial visa a elaboração de um mapa de localização simples, atendendo principalmente os usuários iniciantes do software Qgis. Neste tutorial, você aprenderá a: Trabalhar com arquivos shapefiles; Utilizar recursos visuais do software Qgis (alteração de cor e linhas, inserção de rótulos); Trabalhar com o compositor de impressão; Montar um layout. A versão do programa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este tutorial visa a elaboração de um mapa de localização simples, atendendo principalmente os usuários iniciantes do software Qgis.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste tutorial, você aprenderá a:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Trabalhar com arquivos shapefiles;</li>
<li>Utilizar recursos visuais do software Qgis (alteração de cor e linhas, inserção de rótulos);</li>
<li>Trabalhar com o compositor de impressão;</li>
<li>Montar um layout.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A versão do programa utilizada foi a 2.18, &#8220;Las Palmas&#8221;.</p>
<h4>Passo 1: Baixar malhas territoriais</h4>
<p style="text-align: justify;">Para elaboração de um mapa temático, é necessária a utilização de arquivos vetoriais de terceiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Arquivos vetoriais, ou <em>shapefiles</em>, são polígonos que representam determinada porção do espaço, como um país, um estado ou uma cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, uma fonte extremamente útil para obter estes arquivos é o site do IBGE. Acessando o site ftp://geoftp.ibge.gov.br/, você encontra uma infinidade de arquivos para variados tipos de atividade. Para obter os arquivos shapefiles que serão utilizados no tutorial, siga o seguinte caminho:</p>
<p style="text-align: justify;">organizacao_do_territorio &gt; malhas_territoriais &gt; malhas_municipais &gt; municipio_2016 &gt; UFs &gt; SC &gt; SC.zip</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos utilizar como exemplo a malha com a divisão municipal do estado de Santa Catarina. Você pode baixar a malha que preferir e seguir os mesmos passos sem qualquer prejuízo.</p>
<p style="text-align: justify;">Clicando na pasta, ela será baixada em seu computador em formato .zip. Vá até o local do arquivo e extraia (você vai precisar de um programa de descompactação de arquivos .zip, como o Winrar), conforme a Figura 1.1.</p>
<p><div id="attachment_2593" style="width: 376px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2593" loading="lazy" class="wp-image-2593 size-full" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-52.png" alt="" width="366" height="509" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-52.png 366w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-52-216x300.png 216w" sizes="(max-width: 366px) 100vw, 366px" /><p id="caption-attachment-2593" class="wp-caption-text">Figura 1.1.</p></div></p>
<h4>Passo 2: Importar arquivos para o QGIS</h4>
<p style="text-align: justify;">Agora que já temos o arquivo .shp baixado, vamos importá-lo para o programa.</p>
<p style="text-align: justify;">Abra o Qgis e, conforme a Figura 2.1., clique no primeiro botão da barra lateral esquerda (botão &#8220;Vetorial&#8221;).</p>
<p><div id="attachment_2594" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2594" loading="lazy" class="wp-image-2594 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-53-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-53-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-53-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-53-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-53.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2594" class="wp-caption-text">Figura 2.1.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Na janela que aparecer, clique em &#8220;Buscar&#8221; (Figura 2.2.).</p>
<p><div id="attachment_2595" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img aria-describedby="caption-attachment-2595" loading="lazy" class="wp-image-2595 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-54-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-54-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-54-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-54-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-54.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2595" class="wp-caption-text">Figura 2.2.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Vá até a pasta onde você extraiu os arquivos do site do IBGE.</p>
<p style="text-align: justify;">Note que temos vários arquivos. Cada um deles tem uma função para a caracterização do arquivo shape, portanto, você não pode apagar nem mover nenhum para fora desta pasta.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, para o trabalho no software SIG, nos interessa apenas os arquivos com extensão .shp. Selecione todos e clique em &#8220;Abrir&#8221; (Figura 2.3.).</p>
<p><div id="attachment_2596" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img aria-describedby="caption-attachment-2596" loading="lazy" class="wp-image-2596 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-55-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-55-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-55-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-55-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-55.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2596" class="wp-caption-text">Figura 2.3.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Depois, clique novamente em &#8220;Abrir&#8221; (Figura 2.4.).</p>
<p><div id="attachment_2597" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2597" loading="lazy" class="wp-image-2597 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-56-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-56-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-56-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-56-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-56.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2597" class="wp-caption-text">Figura 2.4.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Note que temos agora quatro camadas importadas para o programa, cada uma apresentando uma divisão do estado de Santa Catarina. São elas:</p>
<ul>
<li>42<strong>MEE</strong>250GC_SIR (representa a divisão por mesorregiões)</li>
<li>42<strong>MIE</strong>250GC_SIR (representa a divisão por microrregiões)</li>
<li>42<strong>MUE</strong>250GC_SIR (representa a divisão por municípios)</li>
<li>42<strong>UFE</strong>250GC_SIR (representa o estado como um todo)</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Neste tutorial, utilizaremos apenas o arquivo shape 42MIE250GC_SIR, que representa as divisões municipais do estado. Você pode desativar as outras malhas clicando no quadrado ao lado da cor indicativa da camada.</p>
<h4>Passo 3: Alterar cor e inserir rótulos</h4>
<p style="text-align: justify;">Inseridas as malhas no projeto, vamos alterar as cores, destacando o município que desejamos localizar, e inserir rótulos.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente, clique com o botão direito sobre a camada da malha municipal e selecione &#8220;Propriedades&#8221; (Figura 3.1.).</p>
<p><div id="attachment_2659" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2659" loading="lazy" class="wp-image-2659 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-57-1-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-57-1-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-57-1-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-57-1-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-57-1.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2659" class="wp-caption-text">Figura 3.1.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, clique na opção &#8220;Estilo&#8221;, na barra lateral esquerda, e altere o tipo de classificação de &#8220;Símbolo simples&#8221; para &#8220;Categorizado&#8221; (Figura 3.2.).</p>
<p><div id="attachment_2599" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img aria-describedby="caption-attachment-2599" loading="lazy" class="wp-image-2599 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-59-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-59-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-59-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-59-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-59.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2599" class="wp-caption-text">Figura 3.2.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Em &#8220;Coluna&#8221;, selecione NM_MUNICIP (a diferenciação por cores acontecerá pelo nome dos municípios &#8211; Figura 3.3.).</p>
<p><div id="attachment_2600" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2600" loading="lazy" class="wp-image-2600 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-61-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-61-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-61-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-61-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-61.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2600" class="wp-caption-text">Figura 3.3.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Clique no sinal de mais (+) duas vezes (Figura 3.4.).</p>
<p><div id="attachment_2601" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2601" loading="lazy" class="wp-image-2601 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-62-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-62-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-62-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-62-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-62.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2601" class="wp-caption-text">Figura 3.4.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Ao lado do primeiro quadrado, escreva o nome do município desejado. Neste tutorial, usamos o município de Imbituba (Figura 3.5.). Deixe o segundo quadrado vazio. Ele irá representar todos os outros municípios do estado.</p>
<p><div id="attachment_2602" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2602" loading="lazy" class="wp-image-2602 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-63-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-63-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-63-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-63-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-63.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2602" class="wp-caption-text">Figura 3.5.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Dê duplo clique sobre os quadrados coloridos e escolha as cores com as quais os polígonos dos municípios serão pintados. Escolhemos um verde escuro para Imbituba e um verde claro para os demais municípios. Siga as Figuras 3.6. e 3.7.</p>
<p><div id="attachment_2603" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2603" loading="lazy" class="wp-image-2603 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-64-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-64-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-64-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-64-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-64.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2603" class="wp-caption-text">Figura 3.6.</p></div></p>
<p><div id="attachment_2605" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2605" loading="lazy" class="wp-image-2605 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-66-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-66-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-66-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-66-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-66.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2605" class="wp-caption-text">Figura 3.7.</p></div></p>
<p>Alteradas as cores, vamos inserir os rótulos. Na barra lateral, clique em &#8220;Rótulos&#8221; (Figura 3.8.).</p>
<p><div id="attachment_2606" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2606" loading="lazy" class="wp-image-2606 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-67-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-67-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-67-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-67-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-67.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2606" class="wp-caption-text">Figura 3.8.</p></div></p>
<p>Depois, altere a opção de &#8220;Não rotular&#8221;, para &#8220;Mostrar rótulos para as camadas&#8221; (Figura 3.9.).</p>
<p><div id="attachment_2607" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2607" loading="lazy" class="wp-image-2607 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-68-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-68-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-68-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-68-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-68.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2607" class="wp-caption-text">Figura 3.9.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Em &#8220;Rotular com&#8221;, selecione &#8220;NM_MUNICIP&#8221;, para rotular os polígonos com os nomes dos municípios (Figura 3.10.).</p>
<p><div id="attachment_2608" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2608" loading="lazy" class="wp-image-2608 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-69-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-69-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-69-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-69-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-69.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2608" class="wp-caption-text">Figura 3.10.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">No painel de edição de rótulos, clique em &#8220;Texto&#8221; e selecione fonte e tamanho adequados (Figura 3.11.). Mantemos o tamanho 8,25 e alteramos a fonte para Arial.</p>
<p><div id="attachment_2609" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2609" loading="lazy" class="wp-image-2609 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-70-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-70-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-70-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-70-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-70.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2609" class="wp-caption-text">Figura 3.11.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Agora, com a ferramenta de zoom, localizada na barra superior (Figura 3.12.), aproxime para o município escolhido.</p>
<p><div id="attachment_2610" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2610" loading="lazy" class="wp-image-2610 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-71-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-71-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-71-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-71-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-71.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2610" class="wp-caption-text">Figura 3.12.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Antes de iniciarmos os trabalhos no compositor de impressão, precisamos alterar o <em>datum</em> do projeto. O Qgis, infelizmente, apresenta um <em>bug</em> com a utilização de escalas em sistema lat-long. Logo, precisamos converter o projeto para UTM.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme a Figura 3.13., clique no botão no canto inferior direito indicado e depois ative a opção &#8220;Habilitar transformação SRC &#8216;on the fly&#8217; (OTF)&#8221;.</p>
<p><div id="attachment_2612" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2612" loading="lazy" class="wp-image-2612 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-73-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-73-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-73-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-73-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-73.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2612" class="wp-caption-text">Figura 3.13.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">No filtro, digite SIRGAS 2000 UTM 22S, clique no resultado que aparecer e depois em OK (Figura 3.14.).</p>
<p><div id="attachment_2613" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2613" loading="lazy" class="wp-image-2613 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-74-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-74-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-74-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-74-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-74.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2613" class="wp-caption-text">Figura 3.14.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Perceba que a malha sofreu uma espécie de deformação (Figura 3.15.). É sinal que a alteração foi realizada com sucesso.</p>
<p><div id="attachment_2614" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2614" loading="lazy" class="wp-image-2614 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-75-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-75-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-75-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-75-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-75.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2614" class="wp-caption-text">Figura 3.15.</p></div></p>
<p><strong>Passo 4: Compositor de impressão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Terminado o mapa base, vamos organizar os elementos que aparecerão na folha de impressão. Para isto, clique, primeiramente, no botão &#8220;Novo compositor de impressão&#8221; na barra superior (Figura 4.1.) e depois o nomeie.</p>
<p><div id="attachment_2615" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img aria-describedby="caption-attachment-2615" loading="lazy" class="wp-image-2615 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-76-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-76-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-76-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-76-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-76.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2615" class="wp-caption-text">Figura 4.1.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Na janela que abrir, clique no botão &#8220;Adicionar novo mapa&#8221; (Figura 4.2.) e arraste o cursor pela área desejada de inserção do mapa.</p>
<p><div id="attachment_2662" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2662" loading="lazy" class="wp-image-2662 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-78-1-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-78-1-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-78-1-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-78-1-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-78-1.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2662" class="wp-caption-text">Figura 4.2.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Com o mapa selecionado, altere a escala (Figura 4.3.) para o valor desejado.</p>
<p><div id="attachment_2618" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2618" loading="lazy" class="wp-image-2618 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-79-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-79-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-79-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-79-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-79.png 1366w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2618" class="wp-caption-text">Figura 4.3.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Agora, vamos inserir elementos fundamentais do mapa. São eles:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Grade;</li>
<li>Moldura;</li>
<li>Coordenadas.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Para inserir a grade, clique na aba &#8220;Grade&#8221;, localizada na coluna lateral direita (Figura 4.4.).</p>
<p><div id="attachment_2619" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2619" loading="lazy" class="wp-image-2619 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-80-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-80-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-80-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-80-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-80.png 1366w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2619" class="wp-caption-text">Figura 4.4.</p></div></p>
<p>Expandida a aba, clique no sinal de &#8220;mais&#8221; (+) (Figura 4.5.).</p>
<p><div id="attachment_2620" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2620" loading="lazy" class="wp-image-2620 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-81-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-81-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-81-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-81-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-81.png 1366w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2620" class="wp-caption-text">Figura 4.5.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Conforme a Figura 4.6., ative a opção &#8220;Desenhar &#8216;Grade 1&#8217; grade&#8221; e, em &#8220;Intervalo&#8221;, coloque os intervalos entre as grades no eixo X e no eixo Y. Recomendamos, pela escala, algo entorno de 10.000 para ambos os eixos.</p>
<p><div id="attachment_2621" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2621" loading="lazy" class="wp-image-2621 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-82-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-82-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-82-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-82-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-82.png 1366w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2621" class="wp-caption-text">Figura 4.6.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Feito isso, na sub-aba &#8220;Moldura da grade&#8221;, altere a opção &#8220;Estilo de moldura&#8221; para &#8220;Linhas interiores&#8221; (Figura 4.7.). Neste ponto e nos próximo a seguir, as escolhas serão puramente de cunho estético. Cabe a você escolher a opção que mais o agrada.</p>
<p><div id="attachment_2622" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2622" loading="lazy" class="wp-image-2622 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-83-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-83-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-83-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-83-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-83.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2622" class="wp-caption-text">Figura 4.7.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Ative a sub-aba &#8220;Desenhar coordenadas&#8221; e altere o formato de &#8220;Decimal&#8221;, para &#8220;Grau, minuto, segundo com sufixo&#8221; (Figuras 4.8. e 4.9.).</p>
<p><div id="attachment_2623" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2623" loading="lazy" class="wp-image-2623 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-84-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-84-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-84-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-84-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-84.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2623" class="wp-caption-text">Figura 4.8.</p></div></p>
<p><div id="attachment_2624" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2624" loading="lazy" class="wp-image-2624 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-85-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-85-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-85-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-85-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-85.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2624" class="wp-caption-text">Figura 4.9.</p></div></p>
<p>Ainda nesta sub-aba, altere a opção &#8220;Precisão da Coordenada&#8221; para 0 (Figura 4.10.).</p>
<p><div id="attachment_2625" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img aria-describedby="caption-attachment-2625" loading="lazy" class="wp-image-2625 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-86-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-86-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-86-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-86-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-86.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2625" class="wp-caption-text">Figura 4.10.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Se preferir, você pode alterar a orientação das coordenadas esquerda e direita de &#8220;Horizontal&#8221; para &#8220;Vertical ascendente&#8221; ou &#8220;Vertical descendente&#8221;, como na Figura 4.11.</p>
<p><div id="attachment_2626" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2626" loading="lazy" class="wp-image-2626 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-87-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-87-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-87-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-87-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-87.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2626" class="wp-caption-text">Figura 4.11.</p></div></p>
<p>Ative também a aba &#8220;Moldura&#8221; (Figura 4.12.).</p>
<p><div id="attachment_2629" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2629" loading="lazy" class="wp-image-2629 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-89-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-89-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-89-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-89-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-89.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2629" class="wp-caption-text">Figura 4.12.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Feito isso, vamos agora inserir os elementos complementares do mapa. São eles:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Escala;</li>
<li>Norte;</li>
<li>Legenda;</li>
<li>Informações complementares;</li>
<li>Mapa de localização;</li>
<li>Título.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Para inserir a escala, clique no botão &#8220;Adicionar nova barra de escala&#8221; na coluna lateral esquerda&#8221;, como na Figura 4.13.).</p>
<p><div id="attachment_2628" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2628" loading="lazy" class="wp-image-2628 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-89-Copia-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-89-Copia-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-89-Copia-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-89-Copia-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-89-Copia.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2628" class="wp-caption-text">Figura 4.13.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Nas propriedades do item, irão aparecer opções para personalização da escala. Na aba &#8220;Segmentos&#8221;, você pode alterar o número de &#8220;pedaços&#8221; da barra de escala no lado esquerdo e no lado direito, assim como a espessura da mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Optamos alterar esta última opção para 2.000 unidades (Figura 4.14.).</p>
<p><div id="attachment_2630" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2630" loading="lazy" class="wp-image-2630 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-90-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-90-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-90-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-90-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-90.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2630" class="wp-caption-text">Figura 4.14.</p></div></p>
<p>Na aba &#8220;Fontes e cores&#8221;, você pode alterar as opções de fonte (tipo, cor, tamanho, etc.) (Figura 4.15.).</p>
<p><div id="attachment_2631" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2631" loading="lazy" class="wp-image-2631 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-91-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-91-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-91-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-91-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-91.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2631" class="wp-caption-text">Figura 4.15.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Inserida e redimensionada a escala, vamos incluir na folha de impressão o Norte Geográfico. Na coluna lateral esquerda, clique na opção &#8220;Adicionar Imagem&#8221; (Figura 4.16.).</p>
<p><div id="attachment_2632" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2632" loading="lazy" class="wp-image-2632 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-92-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-92-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-92-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-92-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-92.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2632" class="wp-caption-text">Figura 4.16.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Arrastando o mouse, crie o espaço na folha de impressão onde será alocada a figura. Na coluna direita, expanda a aba &#8220;Buscar pastas&#8221; e aguarde (Figura 4.17.).</p>
<p><div id="attachment_2633" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2633" loading="lazy" class="wp-image-2633 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-93-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-93-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-93-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-93-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-93.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2633" class="wp-caption-text">Figura 4.17.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">No espaço que aparecer, selecione as imagens referentes ao Norte Geográfico. Recomendamos uma das duas marcadas na imagem abaixo (Figura 4.18.), mas você fica livre para escolher a que preferir.</p>
<p><div id="attachment_2634" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2634" loading="lazy" class="wp-image-2634 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-94-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-94-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-94-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-94-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-94.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2634" class="wp-caption-text">Figura 4.18.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Agora, vamos inserir a legenda. Clique no botão &#8220;Adicionar nova legenda&#8221;, localizado na barra lateral direita, acima do botão de inserir escala (Figura 4.19.).</p>
<p><div id="attachment_2635" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img aria-describedby="caption-attachment-2635" loading="lazy" class="wp-image-2635 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-95-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-95-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-95-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-95-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-95.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2635" class="wp-caption-text">Figura 4.19.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Nas propriedades do item, vá até &#8220;Itens da Legenda&#8221; e desative a opção &#8220;Atualização Automática&#8221; (Figura 4.20.).</p>
<p><div id="attachment_2636" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2636" loading="lazy" class="wp-image-2636 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-96-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-96-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-96-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-96-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-96.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2636" class="wp-caption-text">Figura 4.20.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Note que a legenda tem vários itens relacionados com as camadas que importamos para o programa, porém não as utilizados (camada de divisão mesorregional, microrregional, estadual, etc). Então, devemos excluí-las. Para isso, clique em cada uma delas e clique no botão de sinal &#8220;-&#8220;, localizado logo abaixo da área de edição (Figura 4.21.).</p>
<p><div id="attachment_2637" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2637" loading="lazy" class="wp-image-2637 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-97-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-97-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-97-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-97-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-97.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2637" class="wp-caption-text">Figura 4.21.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Selecionando o espaço vazio ao lado do quadrado verde-claro (ou da cor que você escolheu para representar os municípios no entorno), clique na opção Renomear (Figura 4.22.) e escreva &#8220;Outros municípios&#8221;.</p>
<p><img loading="lazy" class="wp-image-2638 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-98-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-98-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-98-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-98-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-98.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Figura 4.22.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, clique com botão direito sobre o nome da camada (42MUE&#8230;) e selecione a opção &#8220;Oculto&#8221; (Figura 4.23.).</p>
<p><div id="attachment_2639" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2639" loading="lazy" class="wp-image-2639 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-99-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-99-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-99-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-99-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-99.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2639" class="wp-caption-text">Figura 4.23.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Note que a área em nosso mapa que indica o mar está branca. Para corrigir isto, vamos adicionar um fundo. Clique no mapa e, no menu &#8220;Fundo&#8221;, altere a cor de branco para azul (Figuras 4.24. e 4.25.).</p>
<p><div id="attachment_2640" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2640" loading="lazy" class="wp-image-2640 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-100-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-100-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-100-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-100-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-100.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2640" class="wp-caption-text">Figura 4.24.</p></div></p>
<p><div id="attachment_2641" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2641" loading="lazy" class="wp-image-2641 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-101-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-101-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-101-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-101-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-101.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2641" class="wp-caption-text">Figura 4.25.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Agora vamos inserir as informações complementares. Elas incluem informações importantes, como o sistema de coordenadas do mapa, o datum, a fonte da base cartográfica e o nome do elaborador. Clique na opção &#8220;Adicionar novo rótulo&#8221;(Figura 4.26.).</p>
<p><div id="attachment_2642" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img aria-describedby="caption-attachment-2642" loading="lazy" class="wp-image-2642 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-102-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-102-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-102-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-102-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-102.png 1366w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2642" class="wp-caption-text">Figura 4.26.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Clique no local do mapa desejado e digite as seguintes informações:</p>
<p style="text-align: justify;">Universal Transversa de Mercator (Zona 22S) &#8211; <em>é nosso sistema de coordenadas</em>;</p>
<p style="text-align: justify;">Datum: SIRGAS 2000 &#8211; <em>é o datum do mapa;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Base cartográfica: IBGE (2016) &#8211;<em> é o órgão de onde tiramos os arquivos shape;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Elaboração: SEU NOME.</p>
<p style="text-align: justify;">Nosso layout está quase 100% concluído. Agora, vamos adicionar um pequeno mapa de localização do município em relação ao estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Este recurso é muito comum em mapas com escala muito grande para informar o leitor o contexto geral de localização do fenômeno.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, mãos na massa!</p>
<p style="text-align: justify;">Como vamos fazer alterações nas cores dos elementos do mapa na área de edição, precisamos bloquear as alterações na folha de impressão. Para isso, clique sobre o mapa e ative as opções &#8220;Travar camadas&#8221; e &#8220;Travar estilos para camadas&#8221;, na lateral direita (Figura 4.27.).</p>
<p><div id="attachment_2674" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2674" loading="lazy" class="wp-image-2674 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-104-1-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-104-1-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-104-1-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-104-1-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-104-1.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2674" class="wp-caption-text">Figura 4.27.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Agora, volte à área de edição. Vamos colocar o município principal (Imbituba) em uma cor chamativa (vermelho), e o restante os municípios em cinza. Clique com o botão direito sobre a camada e faça as alterações, como explicado da Figura 3.1. até a 3.8.</p>
<p style="text-align: justify;">Remova os rótulos no menu &#8220;Rótulos&#8221;, alterando a opção &#8220;Mostrar rótulos para as camadas&#8221; para &#8220;Não rotular&#8221; (Figura 4.28.).</p>
<p><div id="attachment_2680" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2680" loading="lazy" class="wp-image-2680 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-109-2-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-109-2-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-109-2-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-109-2-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-109-2.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2680" class="wp-caption-text">Figura 4.28.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">De volta à folha de impressão, clique em &#8220;Adicionar novo mapa&#8221; e o posicione ao lado do mapa principal (Figura 4.29.).</p>
<p><div id="attachment_2666" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2666" loading="lazy" class="wp-image-2666 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-110-1-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-110-1-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-110-1-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-110-1-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-110-1.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2666" class="wp-caption-text">Figura 4.29.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;"><em>(note que as cores da legenda também foram alteradas. Para resolver isso, bloqueie a camada do mapa menor e altere novamente as cores na área de edição para tons de verde. Depois, atualize). </em></p>
<p style="text-align: justify;">Agora, clique novamente em &#8220;Adicionar novo rótulo&#8221; para inserir o título (Figura 4.30.).</p>
<p><div id="attachment_2668" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2668" loading="lazy" class="wp-image-2668 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-112-1-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-112-1-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-112-1-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-112-1-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-112-1.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2668" class="wp-caption-text">Figura 4.30.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Altere a feição do título, o centralizando, aumentando a fonte e colocando em negrito, se preferir (Figura 4.31.).</p>
<p><div id="attachment_2669" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2669" loading="lazy" class="wp-image-2669 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-113-1-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-113-1-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-113-1-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-113-1-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-113-1.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2669" class="wp-caption-text">Figura 4.31.</p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Agora nosso mapa está pronto. Para salvá-lo como imagem, clique na opção &#8220;Salvar como imagem&#8221;, na barra superior e escolha o local de salvamento do arquivo (Figura 4.32).</p>
<p><div id="attachment_2671" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2671" loading="lazy" class="wp-image-2671 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-118-1-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-118-1-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-118-1-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-118-1-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-118-1.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2671" class="wp-caption-text">Figura 4.32.</p></div></p>
<p>Por fim, veja se está tudo ok com as opções de resolução e clique em &#8220;Gravar&#8221; (Figura 4.33).</p>
<p><div id="attachment_2672" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-2672" loading="lazy" class="wp-image-2672 size-large" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-119-1-1024x576.png" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-119-1-1024x576.png 1024w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-119-1-300x169.png 300w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-119-1-768x432.png 768w, https://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2018/02/Captura-de-Tela-119-1.png 550w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2672" class="wp-caption-text">Figura 4.33.</p></div></p>
<p>Seu mapa está pronto e salvo no formato que preferiu! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/13.1.0/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.geografiaopinativa.com.br/2018/02/tutorial-qgis-construindo-um-mapa-de-localizacao.html/feed</wfw:commentRss>
			<slash:comments>16</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Exercícios de vestibular: Coordenadas geográficas e fusos horários</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2016/03/exercicios-de-vestibular-coordenadas.html</link>
					<comments>https://www.geografiaopinativa.com.br/2016/03/exercicios-de-vestibular-coordenadas.html#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2016 19:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e Geotecnologias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.geografiaopinativa.com.br/2016/03/exercicios-de-vestibular-coordenadas.html</guid>

					<description><![CDATA[Acompanhe abaixo uma lista de exercícios sobre coordenadas geográficas e fusos horários. 1 &#8211; (UFES) Por volta das 9 horas do dia 11 de setembro de 2001, o mundo assistiu atônito aos ataques terroristas às torres gêmeas do “World Trade Center”, na cidade de Nova lorque, localizada a 74° de longitude oeste de Greenwich. Tem-se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Acompanhe abaixo uma lista de exercícios sobre <a href="http://www.geografiaopinativa.com.br/2013/08/coordenadas-geograficas-latitude-e.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">coordenadas geográficas</a> e <a href="http://www.geografiaopinativa.com.br/2013/12/fusos-horarios.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">fusos horários</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>1 &#8211; (UFES) </b>Por volta das 9 horas do dia 11 de setembro de 2001, o mundo assistiu atônito aos ataques terroristas às torres gêmeas do “World Trade Center”, na cidade de Nova lorque, localizada a 74° de longitude oeste de Greenwich. Tem-se apontado como o autor intelectual dos ataques o saudita Osama Bin Laden, que se encontra escondido no Afeganistão. A diferença horária entre a cidade de Cabul, no Afeganistão, e a cidade de Nova lorque, nos EUA, é de +9h30min. Com base nas informações anteriores, a longitude da capital afegã é</p>
<p style="text-align: justify;">A) 142°30’ longitude oeste de Greenwich.</p>
<p style="text-align: justify;">B) 135°00’ longitude oeste de Nova lorque.</p>
<p style="text-align: justify;">C) 216°30’ longitude leste de Nova lorque.</p>
<p style="text-align: justify;">D) 83°30’ longitude leste de Greenwich.</p>
<p style="text-align: justify;">E) 68°30’ longitude leste de Greenwich.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>2 &#8211; (PUC RS)</b> Três jovens amigos estão localizados em pontos diferentes da Terra: Paulo está a 165° leste de Greenwich; Pedro permanece a 45° a oeste de Paulo, e Clara está a 2° oeste de Greenwich. Sabendo que no Meridiano Inicial são 18 horas do dia 5 de janeiro, a hora legal e o dia em que estão Paulo, Pedro e Clara são, respectivamente</p>
<div style="text-align: center;">
<table style="border-collapse: collapse; width: 548px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr style="height: 17.25pt;">
<td class="xl64" style="height: 17.25pt; width: 103pt;" width="137" height="23"></td>
<td class="xl64" style="width: 103pt;" width="137">
<div style="line-height: 18px;">Paulo</div>
</td>
<td class="xl64" style="width: 103pt;" width="137">
<div style="line-height: 18px;">Pedro</div>
</td>
<td class="xl64" style="width: 103pt;" width="137">
<div style="line-height: 18px;">Clara</div>
</td>
</tr>
<tr style="height: 17.25pt;">
<td class="xl64" style="height: 17.25pt; width: 103pt;" width="137" height="23">
<div style="line-height: 18px;">A)</div>
</td>
<td class="xl63" style="width: 103pt;" width="137">
<div style="line-height: 18px;">4 h – dia 6</div>
</td>
<td class="xl63" style="width: 103pt;" width="137">
<div style="line-height: 18px;">2h &#8211; dia 6</div>
</td>
<td class="xl63" style="padding-bottom: 1.4pt; padding-top: 0cm; width: 103pt;" width="137">
<div style="line-height: 18px;">16h – dia 5</div>
</td>
</tr>
<tr style="height: 17.25pt;">
<td class="xl64" style="height: 17.25pt; width: 103pt;" width="137" height="23">
<div style="line-height: 18px;">B)</div>
</td>
<td class="xl63" style="width: 103pt;" width="137">
<div style="line-height: 18px;">5h &#8211; dia 6</div>
</td>
<td class="xl63" style="width: 103pt;" width="137">
<div style="line-height: 18px;">3h – dia 6</div>
</td>
<td class="xl63" style="padding-bottom: 1.4pt; padding-top: 0cm; width: 103pt;" width="137">
<div style="line-height: 18px;">5h – dia 5</div>
</td>
</tr>
<tr style="height: 17.25pt;">
<td class="xl64" style="height: 17.25pt; width: 103pt;" width="137" height="23">
<div style="line-height: 18px;">C)</div>
</td>
<td class="xl63" style="width: 103pt;" width="137">
<div style="line-height: 18px;">17 h &#8211; dia 5</div>
</td>
<td class="xl63" style="width: 103pt;" width="137">
<div style="line-height: 18px;">15h – dia 5</div>
</td>
<td class="xl63" style="padding-bottom: 1.4pt; padding-top: 0cm; width: 103pt;" width="137">
<div style="line-height: 18px;">18h – dia 5</div>
</td>
</tr>
<tr style="height: 17.25pt;">
<td class="xl64" style="height: 17.25pt; width: 103pt;" width="137" height="23">
<div style="line-height: 18px;">D)</div>
</td>
<td class="xl63" style="width: 103pt;" width="137">
<div style="line-height: 18px;">7h – dia 6</div>
</td>
<td class="xl63" style="width: 103pt;" width="137">
<div style="line-height: 18px;">9h – dia 5</div>
</td>
<td class="xl63" style="padding-bottom: 1.4pt; padding-top: 0cm; width: 103pt;" width="137">
<div style="line-height: 18px;">18h – dia 6</div>
</td>
</tr>
<tr style="height: 17.25pt;">
<td class="xl64" style="height: 17.25pt; width: 103pt;" width="137" height="23">
<div style="line-height: 18px;">E)</div>
</td>
<td class="xl63" style="width: 103pt;" width="137">
<div style="line-height: 18px;">5h – dia 6</div>
</td>
<td class="xl63" style="width: 103pt;" width="137">
<div style="line-height: 18px;">2h – dia 6</div>
</td>
<td class="xl63" style="padding-bottom: 1.4pt; padding-top: 0cm; width: 103pt;" width="137">
<div style="line-height: 18px;">18h – dia 5</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"><b>3 &#8211; (UFAC-2007) </b>Localizadas a Oeste de Greenwich, duas cidades, &#8220;A&#8221; e &#8220;B&#8221;, encontram-se, respectivamente, a 90° e 45°. Numa quarta-feira, um avião saiu de &#8220;A&#8221; às 14h30min e chegou a &#8220;B&#8221; depois de 5 horas de viagem. O horário de chegada em &#8220;B&#8221; foi:</p>
<p style="text-align: justify;">A) 18h30min da quarta-feira</p>
<p style="text-align: justify;">B) 19h30min da quarta-feira</p>
<p style="text-align: justify;">C) 22h30min da quarta-feira</p>
<p style="text-align: justify;">D) 00h30min da quinta-feira</p>
<p style="text-align: justify;">E) 02h30min da quinta-feira</p>
<p style="text-align: justify;"><b>4 &#8211; (UFABC)</b> Considerando a diferença dos fusos horários observados no mapa, um evento esportivo que ocorreu em Pequim(1) às 8 horas da manhã do dia 12 de agosto foi visto em São Paulo(2), ao vivo, às</p>
<p style="text-align: justify;">A) 21 horas do dia 11 de agosto</p>
<p style="text-align: justify;">B) 8 horas da manhã do dia 10 de agosto</p>
<p style="text-align: justify;">C) 9 horas da manhã do dia 13 de agosto</p>
<p style="text-align: justify;">D) 20 horas do mesmo dia</p>
<p style="text-align: justify;">E) 9 horas da manhã do dia 11 de agosto</p>
<p style="text-align: justify;"><b>5 &#8211; (ENEM/MEC &#8211; 2002) </b>O mercado financeiro mundial funciona 24 horas por dia. As bolsas de valores estão articuladas, mesmo abrindo e fechando em diferentes horários, como ocorre com as bolsas de Nova Iorque, Londres, Pequim e São Paulo. Todas as pessoas que, por exemplo, estão envolvidas com exportações e importações de mercadorias precisam conhecer os fusos horários para fazer o melhor uso dessas informações.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando que as bolsas de valores começam a funcionar às 09:00 horas da manhã e que um investidor mora em Porto Alegre, pode-se afirmar que os horários em que ele deve consultar as bolsas e a sequência em que as informações são obtidas estão corretos na alternativa:</p>
<p style="text-align: justify;">A) Pequim (20:00 horas), Nova Iorque (07:00 horas) e Londres (12:00 horas)</p>
<p style="text-align: justify;">B) Nova Iorque (07:00 horas), Londres (12:00 horas) e Pequim (20:00 horas)</p>
<p style="text-align: justify;">C) Pequim (20:00 horas), Londres (12:00 horas) e Nova Iorque (07:00 horas)</p>
<p style="text-align: justify;">D) Nova Iorque (07:00 horas), Londres (12:00 horas), Pequim (20:00 horas)</p>
<p style="text-align: justify;">E) Nova Iorque (07:00 horas), Pequim (20:00 horas ), Londres (12:00 horas)</p>
<p style="text-align: justify;"><b>6 &#8211; (MACK-2006) </b>Um jatinho particular levanta voo de uma cidade localizada a 15º oriental do Meridiano de Greenwich às 22h do dia 10 de janeiro, em direção à cidade de São Paulo. Depois de nove horas do início da viagem, o avião pousa na capital paulista. Sabendo que grande parte do território brasileiro estava participando do horário de verão, indique, abaixo, a alternativa que corresponda ao dia e à hora em que o avião pousou em São Paulo (horário local):</p>
<p style="text-align: justify;">A) 3h do dia 11 de janeiro</p>
<p style="text-align: justify;">B) 5h do dia 11 de janeiro</p>
<p style="text-align: justify;">C) 3h do dia 10 de janeiro</p>
<p style="text-align: justify;">D) 4h do dia 10 de janeiro</p>
<p style="text-align: justify;">E) 4h do dia 11 de janeiro</p>
<p style="text-align: justify;"><b>7 &#8211; (ENEM/MEC 2008) </b>O sistema de fusos horários foi proposto na Conferência Internacional do Meridiano, realizada em Washington, em 1884. Cada fuso corresponde a uma faixa de 15º entre dois meridianos. O Meridiano de Greenwich foi escolhido para ser a linha mediana do fuso zero. Passando-se um meridiano pela linha mediana de cada fuso, enumeram-se 12 fusos para leste e 12 fusos para oeste do fuso zero, obtendo-se, assim, os 24 fusos e o sistema de zonas de horas. Para cada fuso a leste do fuso zero, soma-se 1 hora, e, para cada fuso a oeste do fuso zero, subtrai-se 1 hora. A partir da Lei n.° 11 662/2008, o Brasil, que fica a oeste de Greenwich e tinha quatro fusos, passa a ter somente 3 fusos horários.</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação ao fuso zero, o Brasil abrange os fusos 2, 3 e 4. Por exemplo, Fernando de Noronha está no fuso 2, o estado do Amapá está no fuso 3 e o Acre, no fuso 4. A cidade de Pequim, que sediou os XXIX Jogos Olímpicos de Verão, fica a leste de Greenwich, no fuso 8. Considerando-se que a cerimônia de abertura dos jogos tenha ocorrido às 20h8min, no horário de Pequim, do dia 8 de agosto de 2008, a que horas os brasileiros que moram no estado do Amapá devem ter ligado seus televisores para assistir ao início da cerimônia de abertura?</p>
<p style="text-align: justify;">A) 9h8min, do dia 8 de agosto</p>
<p style="text-align: justify;">B) 12h8min, do dia 8 de agosto</p>
<p style="text-align: justify;">C) 15h8min, do dia 8 de agosto</p>
<p style="text-align: justify;">D) 1h8min, do dia 9 de agosto</p>
<p style="text-align: justify;">E) 4h8min, do dia 9 de agosto</p>
<p style="text-align: justify;"><b>8 &#8211; (UDESC 2008)</b> Sobre as coordenadas geográficas, assinale a alternativa correta.</p>
<p style="text-align: justify;">A) A longitude é determinada pelo ângulo formado pela posição de um determinado ponto e o plano meridional, podendo variar de zero a 90 graus.</p>
<p style="text-align: justify;">B) Coordenada geográfica é o ponto em que duas latitudes se cruzam</p>
<p style="text-align: justify;">C) Tanto as latitudes quanto as longitudes são medidas em graus, minutos e segundos</p>
<p style="text-align: justify;">D) Os principais paralelos e meridianos que cortam o território brasileiro são: Equador e Tordesilhas</p>
<p style="text-align: justify;">E) O paralelo é uma circunferência imaginária, que pode ser traçado até 180 vezes sobre a superfície terrestre</p>
<p style="text-align: justify;"><b>9 &#8211; (UFPB 2009)</b> Paralelos e meridianos são linhas imaginárias que se intercruzam na superfície terrestre. No cruzamento de um paralelo com um meridiano, há um ponto específico que determina a latitude e a longitude, permitindo a sua localização. Sobre as referidas latitude e longitude, é correto afirmar:</p>
<p style="text-align: justify;">A) São medidas angulares entre dois pontos</p>
<p style="text-align: justify;">B) São distâncias em graus entre dois pontos</p>
<p style="text-align: justify;">C) São medidas em quilômetros entre a linha do Equador e o meridiano de Greenwich</p>
<p style="text-align: justify;">D) A latitude varia de 0º a 180º para Leste ou para Oeste</p>
<p style="text-align: justify;">E) A longitude varia de 0º a 90º para Norte ou para Sul</p>
<p style="text-align: justify;">GABARITO:</p>
<p style="text-align: justify;">1 &#8211; E<br />
2 &#8211; E<br />
3 &#8211; C<br />
4 &#8211; A<br />
5 &#8211; C<br />
6 &#8211; E<br />
7 &#8211; A<br />
8 &#8211; C<br />
9 &#8211; A</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.geografiaopinativa.com.br/2016/03/exercicios-de-vestibular-coordenadas.html/feed</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Movimento aparente do sol</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2015/08/movimento-aparente-do-so.html</link>
					<comments>https://www.geografiaopinativa.com.br/2015/08/movimento-aparente-do-so.html#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2015 03:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e Geotecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.geografiaopinativa.com.br/2015/08/movimento-aparente-do-so.html</guid>

					<description><![CDATA[Através da teoria heliocêntrica, hoje sabemos que o sol ocupa um dos focos das órbitas elípticas formadas pelos planetas do sistema solar e a Terra, assim como os outros planetas, gira em torno dele. Porém, quando olhamos o céu em diferentes horários do dia, notamos que o sol está em diferentes posições, como estivesse se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Através da teoria heliocêntrica, hoje sabemos que o sol ocupa um dos focos das órbitas elípticas formadas pelos planetas do sistema solar e a Terra, assim como os outros planetas, gira em torno dele. Porém, quando olhamos o céu em diferentes horários do dia, notamos que o sol está em diferentes posições, como estivesse se movimentando, sempre no sentido<b> leste para oeste</b>. Este movimento denominamos de movimento aparente do sol, ou seja, é o movimento que, através da Terra, notamos a grande estrela do sistema solar fazer na abóbada celeste.<br></p>



<h2>O movimento aparente de rotação</h2>



<p>A rotação é o movimento que a Terra faz em torno de si mesma. É ele, por exemplo, que determina os dias e as noites. Porém, este movimento determina, visto daqui da Terra, um movimento aparente do sol.</p>



<figure class="wp-block-table tr-caption-container"><table><tbody><tr><td><figure><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://4.bp.blogspot.com/-byDiAy71NjI/VdlCRPWyAII/AAAAAAAACUw/ps3IzKZuH3A/s1600/MovAp1.PNG"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2015/08/MovAp1.png" border="0"></a></figure></td></tr><tr><td>Esquema do movimento aparente de rotação do sol. Observe a variação do ângulo de incidência<br>durante o dia.</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Ao amanhecer, vemos o sol nascer no horizonte. Neste momento do dia, os raios solares incidem na Terra de forma inclinada, com pouca força. Dizemos, então, que a incidência solar é <b>menor </b>nas primeiras horas do dia. Conforme o dia passa, o sol <i>movimenta-se, </i>contornando o semi-círculo que atravessa os céus de horizonte a horizonte, no eixo <b>leste-oeste</b>. Ao meio-dia, o sol está na região central deste semi-círculo, incidindo diretamente na Terra. Neste ponto, pelos raios incidirem com um ângulo de 90º na superfície terrestre, dizemos que a incidência solar é <b>maior</b>.</p>



<p><i>A maior inclinação dos raios solares corresponde a menor incidência solar por uma simples questão física. Quando apontamos uma lanterna para uma parede de forma a formar com o plano da parede um ângulo de 90º, temos uma quantidade x de energia aplicada a uma certa área da parede. Quando o ângulo de incidência da luz da lanterna, porém, é diferente de 90º, temos a mesma quantidade x de energia aplicada a uma área maior da parede. Quanto mais inclinado o ângulo, uma maior área da parede recebe raios de luz e, consequentemente, a energia é menor em cada ponto da área iluminada.</i></p>



<figure class="wp-block-table tr-caption-container"><table><tbody><tr><td><figure><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://3.bp.blogspot.com/-YIHqwP5K8_I/VdlClAowcZI/AAAAAAAACVA/V3G13zgOXms/s1600/MOVAP3.PNG"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2015/08/MOVAP3.png" border="0"></a></figure></td></tr><tr><td>A área iluminada é maior com os raios inclinados. Logo, há uma maior divisão da mesma<br>energia por uma área maior.</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Conforme o dia passa, o sol continua seu caminho por este semi-círculo. Nas horas finais do dia, quando a noite está próxima, o sol está na parte final deste eixo, e os raios voltam a incidir de forma inclinada na Terra. Dizemos, assim, que a incidência solar é <b>menor</b> nas horas finais do dia.<b>O</b></p>



<h2>O movimento aparente de translação</h2>



<p>O movimento de translação é aquele que a Terra realiza em torno do sol e que determina os anos e as estações. Porém, este movimento, assim como no caso da rotação, determina um movimento do sol em relação à Terra.</p>



<p>Por conta da inclinação da Terra, as regiões do globo recebem luz de forma diferenciada durante o ano. Nos equinócios (início da primavera e do outono), o sol está em uma posição perpendicular (90º) à Linha do Equador. Conforme chegamos próximos aos solstícios, o sol <i>movimenta-se</i>&nbsp;em direção aos paralelos 23&#8217;27ºN e 23&#8217;27ºS, os Trópicos de Câncer e de Capricórnio, respectivamente. Para explicar melhor, acompanhe a figura:</p>



<figure class="wp-block-table tr-caption-container"><table><tbody><tr><td><figure><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://3.bp.blogspot.com/-H9Fy3JP_T98/VdlCjaQVvTI/AAAAAAAACU8/F_Q06ptkyf4/s1600/MovAp2.PNG"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2015/08/MovAp2.png" border="0"></a></figure></td></tr><tr><td>Esquema de variação do movimento aparente de translação do sol durante um ano.</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Quando o sol está sobre o Trópico de Câncer, é verão no hemisfério norte e inverno no hemisfério sul. Os raios solares estão atingindo perpendicularmente (com máxima incidência) este paralelo, enquanto o Trópico de Capricórnio está sendo atingido com os raios em sua máxima inclinação.</p>



<p>Conforme o ano passa, o sol aparentemente movimenta-se no eixo norte-sul em direção ao Equador. Quando a estrela está incidindo sobre esta linha, temos o equinócio: é a outono no h. norte e primavera no h. sul. Neste período, existe uma maior uniformidade na incidência solar nos dois hemisférios.</p>



<p>O sol continua seu &#8220;caminho&#8221; até o Trópico de Capricórnio. Quando a incidência solar é perpendicular a esta região, inicia-se o verão no hemisfério sul e o inverno no hemisfério norte. Temos novamente um solstício. Novamente, então, o sol volta a fazer, aparentemente, o caminho inverso, em direção ao Equador, quando ocorre um novo equinócio.</p>



<p>Logo, o movimento de translação aparente do sol ocorre entre os Trópicos de Câncer e de Capricórnio, na <b>faixa tropical</b>, indo e voltando de um lado ao outro, sempre no eixo <b>norte-sul. </b>As localidades fora da Zona Tropical, logo, nunca recebem luz solar com incidência máxima, o chamado zênite. O <b>zênite</b> ocorre quando alia-se a incidência de luz máxima da translação com a incidência máxima da rotação (verão sobre um dos trópicos, ou outono/primavera sobre o Equador e horário ao meio-dia).</p>



<p>Entenda um pouco melhor a relação entre o movimento aparente do Sol e as estações do ano. Assista o vídeo do nosso canal:</p>



<p><iframe loading="lazy" title="Estações do Ano" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/hKptfG8mxfU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.geografiaopinativa.com.br/2015/08/movimento-aparente-do-so.html/feed</wfw:commentRss>
			<slash:comments>12</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saiba mais do fenômeno da Lua Sangrenta</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2014/04/saiba-mais-do-fenomeno-da-lua-sangrenta.html</link>
					<comments>https://www.geografiaopinativa.com.br/2014/04/saiba-mais-do-fenomeno-da-lua-sangrenta.html#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2014 21:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e Geotecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.geografiaopinativa.com.br/2014/04/saiba-mais-do-fenomeno-da-lua-sangrenta.html</guid>

					<description><![CDATA[By Alfredo Garcia, Jr, [2] &#8211; Flickr [1], CC BY-SA 2.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=36095092 Um fenômeno um tanto quanto curioso acontecerá na madrugada de hoje para amanhã e está deixando os amantes de astronomia ansiosos. Trata-se da Lua Sangrenta, ou Lua Vermelha, um eclipse total que deixará a lua com uma diferente coloração vermelha. Quando o sol [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"></div>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://4.bp.blogspot.com/-33jaZD5a0g4/Vru9jWiJTWI/AAAAAAAAC2k/3iqWZmUf7dw/s1600/moon.JPG"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2014/04/moon.jpg" width="320" height="316" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">By Alfredo Garcia, Jr, [2] &#8211; Flickr [1], CC BY-SA 2.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=36095092</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Um fenômeno um tanto quanto curioso acontecerá na madrugada de hoje para amanhã e está deixando os amantes de astronomia ansiosos. Trata-se da Lua Sangrenta, ou Lua Vermelha, um eclipse total que deixará a lua com uma diferente coloração vermelha.</p>
<p>Quando o sol projetar a sombra da Terra na lua, ela adquirirá um tom avermelhado, provindo do brilho solar que atravessará nossa atmosfera, indo diretamente no satélite natural do planeta Terra. Isto ocorre por conta da nossa atmosfera reter toda luz azul, o que deixará os tons de âmbar e alaranjado se projetarem pelo espaço.</p>
<p>O tom pode ainda ficar mais vivo e brilhante caso esta luz entre em contato com partículas vulcânicas, por exemplo. Ainda assim, os tons avermelhados podem oscilar durante o eclipse.</p>
<p>O fenômeno é apenas o primeiro de uma série de eclipses lunares que acontecerão entre 2014 e 2015. Ele poderá ser visto em toda América do Sul e do Norte, mas também em boa parte das ilhas do Pacífico.</p>
<p>As pessoas que moram nas regiões norte e centro-oeste do país poderão acompanhar o fenômeno por mais tempo. Já os lugares mais a leste, principalmente no litoral, não conseguirão ver o eclipse até o fim, pois neste horário já estará amanhecendo.</p>
<p>Então, você que não quer perder a Lua Sangrenta, fique ligado, o eclipse começa as 3h da manhã, porém, dependendo de sua região, poderá ficar visível somente algum tempo depois. Atingirá seu pico as 4h45.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.geografiaopinativa.com.br/2014/04/saiba-mais-do-fenomeno-da-lua-sangrenta.html/feed</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fusos horários</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2013/12/fusos-horarios.html</link>
					<comments>https://www.geografiaopinativa.com.br/2013/12/fusos-horarios.html#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2013 22:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cartografia e Geotecnologias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.geografiaopinativa.com.br/2013/12/fusos-horarios.html</guid>

					<description><![CDATA[Por TimeZonesBoy &#8211; Obra do próprio, CC BY-SA 4.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=42165217 Como você já sabe, o Sol atinge a Terra de forma diferente dependendo do ponto em questão na superfície. Foi pensando nisso que, em 1884, em uma conferência na cidade de Washington, foi decidida uma padronização na questão dos fusos horários do mundo dependendo da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://4.bp.blogspot.com/-NpAQ8K-6AW4/VrvUBShJM0I/AAAAAAAAC5s/R23OSj3jREg/s1600/fusos.png"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2013/12/fusos.png" width="640" height="337" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Por TimeZonesBoy &#8211; Obra do próprio, CC BY-SA 4.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=42165217</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Como você já sabe, o Sol atinge a Terra de forma diferente dependendo do ponto em questão na superfície. Foi pensando nisso que, em 1884, em uma conferência na cidade de Washington, foi decidida uma padronização na questão dos fusos horários do mundo dependendo da incidência de raios solares.</p>
<p>Sendo assim, foi imaginado a divisão em fusos horários na Terra. Sabendo que ela tem 360º e um dia tem 24 horas, em um simples cálculo de divisão, foi visto que cada fuso deveria medir a extensão de 15º, formando assim os 24 fusos da Terra.</p>
<p>Logo, com o tempo, essa padronização foi sofrendo algumas mudanças, sendo moldada por divisas políticas dos países e etc, porém nunca perdendo sua forma inicial, apenas com algumas &#8220;quebras&#8221; nas linhas que formam os fusos.</p>
<p>O fuso horário padrão foi considerado o localizado no grau de latitude 0º, no Meridiano de Greenwich, conhecido como GMT (<i>Greenwich Mean Time</i> &#8211; Hora Média de Greenwich), sendo o que é localizado a leste tem seu horário diminuído gradualmente, e para oeste aumentando gradualmente.</p>
<div style="text-align: left;">No Brasil, até 2008, havia a existência de 4 fusos, um cortando apenas parte do Acre e Amazonas, outro englobando o restante da região norte do país e os estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, um terceiro fuso, o oficial de Brasília, no restante do país e ainda um último fuso da ilha de Fernando de Noronha.</div>
<div style="text-align: left;">
A partir de 25 de abril, em um decreto assinado pelo então presidente Luís Inácio Lula da Silva, o país passou a ter 3 fusos, com a extinção do fuso do Acre e Amazonas e algumas mudanças nos outros.</p>
<div style="text-align: right;">
<p><b>Fonte:</b> <a href="http://www.brasilescola.com/geografia/fuso-horario.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Brasil Escola</a></p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.geografiaopinativa.com.br/2013/12/fusos-horarios.html/feed</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
