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	<title>Climatologia &#8211; Geografia Opinativa</title>
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	<title>Climatologia &#8211; Geografia Opinativa</title>
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	<item>
		<title>Brisa de vale e montanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jan 2017 18:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[A dinâmica dos ventos, seja ela na escala do macroclima, como na dinâmica geral de circulação da atmosfera, ou no microclima, limitados a pequenas regiões, é quase completamente determinada pela localização e pela intensidade de centros de alta e de baixa pressão. A formação destes centros, todavia, está intimamente relacionada com a distribuição de energia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p>A dinâmica dos ventos, seja ela na escala do macroclima, como na <a href="http://www.geografiaopinativa.com.br/2016/12/circulacao-geral-da-atmosfera.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">dinâmica geral de circulação da atmosfera</a>, ou no microclima, limitados a pequenas regiões, é quase completamente determinada pela localização e pela intensidade de centros de alta e de baixa pressão. A formação destes centros, todavia, está intimamente relacionada com a distribuição de energia solar sobre determinada área.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p><i><a href="http://www.geografiaopinativa.com.br/2016/12/centros-de-alta-e-de-baixa-pressao.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Para a compreensão completa deste artigo, recomendamos a leitura do texto &#8220;Centros de alta e de baixa pressão&#8221;. Clique aqui.</a></i></p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Em regiões com relevo recortado, a variação de temperatura é bastante evidente. O topo de montanhas fica mais suscetível ao recebimento de energia solar durante o dia, ao mesmo tempo que, durante as noites, libera esta energia mais facilmente e de maneira mais rápida. Ao contrário, os vales, tendo sua recarga de energia bloqueada pelas regiões mais altas e seu tempo de exposição ao Sol reduzido, recebem menos energia durante o dia, enquanto que apresentam dificuldade de liberá-la durante a noite.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Assim, durante o dia, o topo da montanha está com uma temperatura maior que o vale. Cria-se, portanto, uma zona de baixa pressão na montanha concomitantemente a criação de uma zona de alta pressão no vale. Ocorre, consequentemente, um deslocamento ascendente do vento quente pelas encostas. Esta é a <b>brisa de vale</b>.</p>
<div style="text-align: justify;">
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/01/brisadevale.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/01/brisadevale.png" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Brisa de vale</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: justify;">
<p>Os ventos formados pela brisa de vale são conhecidos como <i>upslope</i>, ou anabáticos. Como consequência da ascensão de ar, ocorre a formação de nuvens do tipo <i>cumulus</i>,</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Já durante as noites, o topo da montanha está com uma temperatura menor que o vale. Cria-se, assim, um centro de alta pressão na montanha e um centro de baixa pressão no vale. O vento, que nesta situação é frio, passa, então, a descer as encostas. Esta é a <b>brisa de montanha</b>.</p>
<div style="text-align: justify;">
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/01/brisademontanha.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2017/01/brisademontanha.png" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Brisa de montanha</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: justify;">
<p>Este tipo de brisa não está relacionada com a formação de nuvens, como no caso anterior. Existe geralmente a formação de nevoeiros e geadas no vale. Estes ventos são conhecidos como <i>downslope</i> ou catabáticos.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p><i><a href="http://www.geografiaopinativa.com.br/2013/11/brisa-maritima-e-terrestre.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia também sobre as brisas terrestre e marítima. Clique aqui.</a> </i></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Circulação geral da atmosfera</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2016/12/circulacao-geral-da-atmosfera.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Dec 2016 02:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Para compreender esta postagem em sua totalidade, recomendamos a leitura do artigo &#8220;Centros de alta e de baixa pressão&#8220;. Boa leitura! A dinâmica dos ventos globais é dotada de uma lógica interna que relaciona-se com o gradiente de pressão que, por sua vez, é resultado da variação da energia solar incidente sobre o planeta. Com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p><i>Para compreender esta postagem em sua totalidade, recomendamos a leitura do artigo &#8220;<a href="http://www.geografiaopinativa.com.br/2016/12/centros-de-alta-e-de-baixa-pressao.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Centros de alta e de baixa pressão</a>&#8220;. Boa leitura!</i></p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>A dinâmica dos ventos globais é dotada de uma lógica interna que relaciona-se com o gradiente de pressão que, por sua vez, é resultado da variação da energia solar incidente sobre o planeta. Com o objetivo de sistematizar esta dinâmica e, consequentemente, poder compreendê-la melhor, muitos estudos na área da Climatologia e da Meteorologia foram realizados, resultando em <b>Modelos de Circulação Geral da Atmosfera, </b>que serão abaixo discutidos.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><b>Modelo unicelular ideal de Hadley</b></h4>
<div style="text-align: justify;">
<p>Em 1735, George Hadley apresentou uma grande contribuição para a compreensão da dinâmica global dos ventos. Em seu modelo ideal, proposto em uma Terra totalmente coberta por oceanos (sem a influência da rugosidade dos continentes), sem rotação e com a energia solar distribuída igualmente entre os hemisférios, os ventos convergiriam em superfície no Equador, um grande centro de baixa pressão, seguindo em altitude para os polos, onde subsidiriam. Neste caso, os polos seriam centros de alta pressão.</p>
<div style="text-align: justify;">
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/celula3.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/celula3.png" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Neste modelo, existe apenas uma célula térmica por hemisfério.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: left;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Assim, neste modelo ideal de Hadley, existiria uma <b>célula térmica</b> em cada hemisfério, de modo a transferir a energia das regiões mais aquecidas do Equador para as regiões mais frias do polo.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Este modelo, porém, desconsiderava uma série de fatores que, na circulação real da atmosfera, influem em sua dinâmica. Entre eles podemos considerar a rotação da Terra, o efeito Coriolis, a influência da topografia e as variações sazonais de energia que cada hemisfério recebe.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><b>Modelo tricelular simplificado de Ferrel </b></h4>
<div style="text-align: justify;">
<p>Em 1865, o professor secundário William Ferrel sugeriu o primeiro modelo tricelular (envolvendo três células de circulação), aperfeiçoado posteriormente por Carl-Gustav Rossby.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Neste modelo, a rotação da Terra passou a ser considerada e, com ela, o efeito Coriolis. A rotação terrestre também seria responsável pela quebra das células imaginadas por Hadley em três, como pode ser visto na figura abaixo:</p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="https://1.bp.blogspot.com/-noqhyHsZ2aU/WE38Z-t0QLI/AAAAAAAADeM/oQ6j4leub60zdt2zo0ahaUyuTBrNjROYwCLcB/s1600/AtmosphCirc2.png"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/AtmosphCirc2.png" width="400" height="351" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Neste modelo, existem três células por hemisfério. Por DWindrim &#8211; Own work, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=849141</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: justify;">
<p>1. Célula de Hadley ou Célula Tropical: os ventos convergem em superfície no Equador, ascendendo e seguindo em altitude até a latitude 30º, onde localiza-se uma região de alta pressão (latitude onde são encontrados vários desertos da Terra, como o Saara, a Atacama e o Kalahari). É a célula formadora dos <b>ventos alísios (trade winds)</b>, que seguem o sentido sudeste-noroeste no hemisfério sul e nordeste-sudoeste no hemisfério norte.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>2. Célula de Ferrel: os ventos sofrem subsidência na latitude 30º e seguem em superfície até o cinturão de baixa pressão na latitude 60º, onde novamente ascendem. Esta célula é responsável pela formação dos <b>ventos de oeste (westerlies)</b>, que sopram de noroeste-sudeste no hemisfério sul e de sudoeste-nordeste no hemisfério norte.</p>
<div style="text-align: justify;">
<p>3. Célula Polar: os ventos ascendem na latitude 60º e vão em altitude até os polos, onde descem e sofrem espalhamento em superfície, fechando a célula polar. Esta célula é responsável pelos <b>ventos polares (polar easterlies)</b>, que sopram para leste nos dois hemisférios.</p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/Jetcrosssection.jpg"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/Jetcrosssection.jpg" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Células de circulação através de um outro ponto de vista.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: justify;">
<p>Quando, porém, adicionamos os continentes, a dinâmica de ventos sofre alterações, por conta, além da ação do relevo, pela diferença no aquecimento entre superfície terrestre e oceano. Agora, deixamos de falar de cinturões de alta ou baixa pressão que circundam o planeta inteiro, mas sim de centros relativamente delimitados, porém sazonalmente móveis, de ação.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><b>Centros de ação</b></h4>
<div style="text-align: justify;">
<p>Os centros de ação localizam-se mais ou menos nas faixas dos cinturões do Modelo de Ferrel e serão determinantes na <a href="http://www.geografiaopinativa.com.br/2016/03/massas-de-ar-que-atuam-no-brasil.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">movimentação das massas de ar</a>. Dentre eles, o mais abrangente é conhecido como <b>Zona de Convergência Intertropical</b> (ZCIT), também chamado de Equador Térmico. Esta zona circunda todo o planeta, estando mais ao sul no verão do nosso hemisfério, e mais ao norte no verão do hemisfério oposto, como pode ser visto na imagem abaixo. A ZCIT, sendo uma grande zona de baixa pressão, traz chuvas e tempo turbulento para as regiões onde está momentaneamente assentada.</p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="https://2.bp.blogspot.com/-3XQUQIRFfa4/WE4BEs3uOwI/AAAAAAAADek/KeVvIYW_aJQUUAG8_M0JjX89HwpvqVCogCLcB/s1600/ITCZ_january-july.png"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/ITCZ_january-july.png" width="640" height="316" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">ZCIT (ITCZ, em inglês) nos meses de julho (faixa vermelha) e janeiro (faixa azul).</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: justify;">
<p>Outros centros de ação negativos são a <b>Depressão das Aleutas, a</b> <b>Depressão da Islândia</b>, e a <b>Depressão do Mar de Weddell, </b>todos coincidindo com a região da baixa subpolar (60º, onde convergem os ventos das células polar e de Ferrel).</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<p>Já dentre os centros de ação positivos, localizados na região da alta subtropical (30º, onde descem e dispersam ventos das células de Hadley e de Ferrel), destacam-se a <b>Alta do Havaí</b>, dos <b>Açores</b>, de <b>Mascarenhas</b> e as <b>Altas Subtropicais do Atlântico Sul (ASAS)</b> e <b>do Pacífico Sul (ASPS).</b></p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="https://4.bp.blogspot.com/--CxD96VmQGc/WE4GMjk87FI/AAAAAAAADe0/n1sqSVS4QNod2QL6mO0mcD90IAV3AAYkQCLcB/s1600/centros%2Bde%2Ba%25C3%25A7%25C3%25A3o.PNG"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/centrosdeaC3A7C3A3o.png" width="640" height="327" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Disposição dos centros de ação pelo globo.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: justify;">
<h4 style="text-align: justify;">Correntes de jato</h4>
<div style="text-align: justify;">
<p>Por último, ainda temos as <b>correntes de jato</b>, que também constituem importantes elementos na circulação global da atmosfera. As mais poderosas são a <b>corrente de jato polar</b>, localizada entre as células de Ferrel e Polar, e a <b>corrente de jato subtropical</b>, entre as células de Hadley e de Ferrel.</p>
<div style="text-align: justify;">
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="https://1.bp.blogspot.com/-fkcttmNdC90/WE4GzJvvBtI/AAAAAAAADe4/uiEwhIqeu84puMwsbq4IZYpW6zWqd-ALACLcB/s1600/Jetstreamconfig.jpg"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/Jetstreamconfig.jpg" width="320" height="183" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Correntes de jato</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div>
<div style="text-align: justify;">
<p>As correntes de jato formam-se pela combinação da rotação da Terra com o contraste de temperatura entre duas diferentes massas de ar. Por esta razão, sua formação ocorre próximo aos limites de células de circulação, onde esta diferença de temperatura é bastante evidente, como no caso do limites das células polares e de Ferrel (jato polar) e das células de Ferrel e de Hadley (jato subtropical).</p>
<div style="text-align: justify;"></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Centros de alta e de baixa pressão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Dec 2016 01:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste instante, temos uma coluna de toneladas de ar exercendo força, através de seu peso, sobre cada unidade de área da superfície terrestre. A grandeza física usada para denominar esta relação entre força e área de atuação é denominada pressão. Quando, mais especificamente, falamos da atuação da pressão da camada de ar que sobrejaz sobre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Neste instante, temos uma coluna de toneladas de ar exercendo força, através de seu peso, sobre cada unidade de área da superfície terrestre. A grandeza física usada para denominar esta relação entre força e área de atuação é denominada <i>pressão</i>. Quando, mais especificamente, falamos da atuação da pressão da camada de ar que sobrejaz sobre a superfície terrestre, nos referimos à <i>pressão atmosférica</i>.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">Esta grandeza física terá uma papel muito importante na dinâmica dos ventos em escala global, justificando assim sua abordagem mais detalhada. Nesta postagem, discorreremos acerca das propriedades físicas da pressão atmosférica, bem como salientaremos a ação desta grandeza na dinâmica climatológica geral.</p>
<div style="text-align: justify;">
<h4 style="text-align: justify;"><b>Conceitos básicos</b></h4>
<div style="text-align: justify;">A pressão é variável conforme dois fatores: a temperatura e o volume. Imaginemos duas situações envolvendo um recipiente hermeticamente fechado e contendo em seu interior apenar ar.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><b>Situação 1</b>. O volume é constante, ou seja, não varia. Nesta situação, a temperatura do recipiente é aumentada. Conforme pode ser visto na figura abaixo, com a acréscimo de energia, provocada pelo aumento de calor, as moléculas constituintes do ar se agitam. Mais agitadas, tais moléculas começam a <i>pressionar</i> mais intensamente as paredes do recipiente. <b>Houve um aumento da pressão</b>.</p>
<div style="text-align: justify;">
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/pressao1.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/pressao1.png" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">No primeiro caso, a agitação das moléculas (círculos azuis) é pequeno. No segundo, com o aumento da temperatura, a agitação é bem maior.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: center;">
<div style="text-align: justify;"><b>Situação 2.</b> Agora, a temperatura é constante. Neste caso, o volume do recipiente é diminuído. A força aplicada sobre a tampa é transferida para as moléculas que, como no caso anterior, se agitam, pressionando mais as paredes do recipiente. <b>Houve, também, um aumento da pressão</b>.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<div style="text-align: justify;">
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/pressao2.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/pressao2.png" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Na primeira imagem, as moléculas estão pouco agitadas. Com a diminuição do volume, a agitação aumenta.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: center;">
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">Podemos estabelecer, então, que existe uma relação direta entre as grandezas pressão e temperatura e indireta entre as grandezas pressão e volume. Quando a temperatura aumenta, a temperatura também aumenta (com V constante). Quando o volume aumenta, a pressão diminui (com T constante). E vice-versa.</p>
<div style="text-align: justify;">Como sabemos, nosso planeta não recebe calor do Sol de forma bem distribuída. Em geral, as baixas latitudes recebem uma quantidade de energia muito maior que as altas latitudes. Isto quer dizer que, em determinadas regiões, a pressão é também maior que em outras. Note que, nos lugares com maior incidência solar (baixas latitudes), o calor é responsável pela maior agitação das moléculas, resultando em seu <i>espalhamento</i> e, consequentemente, na diminuição da pressão atmosférica.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">Logo, em nossa planeta, existe um <i>gradiente de pressão</i>.</p>
<div style="text-align: justify;">
<h4 style="text-align: justify;"><b>Os centros de ação</b></h4>
<div style="text-align: justify;">As regiões que, marcadamente, apresentam uma pressão elevada, são conhecidas como centros de alta pressão ou áreas anticiclonais. Ao contrário, regiões que apresentam pressão diminuta, são conhecidas como centros de baixa pressão, ou área ciclonais.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">São estes centros de ação que serão os responsáveis pela movimentação do ar, ou seja, pela formação dos ventos. Quando moléculas de ar estão concentradas em determinado local (alta pressão), seguindo as Leis da Termodinâmica, existe uma tendência de movimentação destas moléculas para locais onde esta concentração é menor (baixa pressão). Em outras palavras, a movimentação do ar (os ventos) ocorrerão de centros de alta pressão para centros de baixa pressão.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/ab.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/ab.png" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Vento (linhas roxas) indo de um centro de alta para um centro de baixa pressão</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">Estes centros de ação serão caracterizados por uma dinâmica de ventos bem distintas, como será discutido abaixo.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><b>Centros de alta pressão ou áreas anticiclonais</b></p>
<div style="text-align: justify;"><b> </b></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/centrodealta.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/centrodealta.png" border="0" /></a></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">&#8211; São áreas onde os ventos sofrem subsidência, isto é, vem de locais mais altos da atmosfera para a superfície, se dispersando em seguida;</p>
<div style="text-align: justify;">&#8211; São regiões de tempo seco e de céu limpo, visto que as massas de ar, ao subsidirem, se aquecem e tem sua capacidade de retenção de vapor de água aumentada, diminuindo a umidade.</p>
<div style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><b>Centros de baixa pressão ou áreas ciclonais</b></p>
<div style="text-align: justify;"><b> </b></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/centrodebaix.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/12/centrodebaix.png" border="0" /></a></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">&#8211; São áreas onde os ventos sofrem ascensão, isto é, convergem na superfície e sobem para locais mais altos da atmosfera;</p>
<div style="text-align: justify;">&#8211; São regiões de tempo predominantemente nublado e instável. Isto ocorre pois, quanto a massa de ar ascende, ela se resfria, perdendo sua capacidade de retenção de vapor de água, causando condensação e criando nuvens.</p>
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		<item>
		<title>Formas de condensação: orvalho, geada, neblina e nuvens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2016 23:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Na atmosfera, encontramos todos os fenômenos relacionados ao clima. Alguns deles, porém, ocorrem de forma bastante íntima com a superfície da Terra e dependem diretamente dela para ocorrer. Abaixo, discutiremos alguns destes fenômenos, relacionados com a mudança de estado físico da água e, de forma estrita, com a superfície da Terra. São as chamadas formas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na atmosfera, encontramos todos os fenômenos relacionados ao clima. Alguns deles, porém, ocorrem de forma bastante íntima com a superfície da Terra e dependem diretamente dela para ocorrer.</p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo, discutiremos alguns destes fenômenos, relacionados com a mudança de estado físico da água e, de forma estrita, com a superfície da Terra. São as chamadas formas de condensação: o orvalho, a geada, o nevoeiro (neblina) e as nuvens. Note: não estamos falando de<b> tipos de precipitação</b>, pois os fenômenos que serão aqui discutidos ocorrem <i>in situ</i>, ou seja, afetam diretamente o mesmo local onde se formam, não havendo um deslocamento considerável da massa formada (como ocorre com as chuvas, o granizo e a neve, tema de um post futuro).</p>
<h4 style="text-align: justify;"><b>Orvalho</b></h4>
<p style="text-align: justify;">Em noites de calmaria e de céu limpo, a superfície terrestre libera grande quantidade de energia para o espaço, resfriando rapidamente, em um processo conhecido como <b>resfriamento radiativo noturno</b>. A camada de ar sobrejacente à superfície (que pode, neste caso, ser a grama, o telhado de uma casa ou um carro), logo, acaba também perdendo calor.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<p style="text-align: justify;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/10/G1.png"><img class="aligncenter" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/10/G1.png" border="0" /></a></p>
<div style="text-align: justify;">A perda de calor desta camada de ar leva a perda na capacidade deste ar em armazenar vapor d&#8217;água. Dizemos, então, que o ar<b> </b>sofreu <b>saturação</b>, e a quantidade excedente de água presente nesta camada passa para o estado líquido, ou seja, condensa. As partículas de água, logo, se assentam sobre as superfície em forma de gotículas. Temos a formação do orvalho.</div>
<h4 style="text-align: justify;"><b>Geada</b></h4>
<div style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A geada tem um processo de formação bastante parecido com o orvalho. Neste caso, porém, a superfície dos objetos perde muito mais calor para o espaço, levando sua temperatura para abaixo de 0ºC. Nestas condições, o orvalho formado pode <b>solidificar</b>, formando cristais de gelo, ou o próprio vapor d&#8217;água <b>sublimar, </b>passando direto para o estado sólido.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<p style="text-align: justify;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/10/G2.png"><img class="aligncenter" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/10/G2.png" border="0" /></a></p>
<div style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Existem três tipos de geada:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Geada Branca: É a mais típica. Ocorre pela deposição de cristais de gelo sobre a superfície dos objetos. Ocorre em ar úmido e não costuma trazer tantos problemas;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Geada Negra: Tem este nome porque deixa um aspecto enegrecido nas plantações. Ocorre quando há um congelamento dos tecidos dos vegetais, sem a deposição de gelo. Ocorre em ar seco e traz muitos prejuízos para a agricultura, com, inclusive, a perda de safras;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Geada de Vento e de Advecção: Ocorre quando o vento desidrata a superfície das plantas, as levando a morte. Também traz muitos prejuízo à agricultura.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><b>Nevoeiro (ou Neblina)</b></h4>
<p style="text-align: justify;">O nevoeiro é uma suspensão de pequenas partículas de água líquida ou de gelo, capazes de criar uma diminuição considerável da visibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Como convenção, o termo nevoeiro é usado quando a visibilidade horizontal é menor que 1km. Quando esta visibilidade é maior que 1km, denominamos o fenômeno como <b>neblina ou névoa</b>.</p>
<p style="text-align: justify;">Diferentes causas podem estar relacionadas com a formação do nevoeiro. O tipo mais comum ocorre em noites calmas e úmidas, onde, de forma similar à geada e ao orvalho, a superfície dos objetos se resfria rapidamente. A camada de ar sobrejacente, que está úmida e precisa de apenas uma pequena diminuição de temperatura para atingir seu ponto de condensação, satura, formando pequenas gotículas de água e gelo que não apresentam peso o suficiente para precipitar, ficando em suspensão. Este tipo de nevoeiro é chamado de <b>nevoeiro de radiação</b>, e é comum em vales.</p>
<p style="text-align: justify;">Um outro tipo de nevoeiro comum é o<b> nevoeiro orográfico</b>. Ocorre em regiões serranas. O ar úmido preveniente das regiões mais baixas, ao encontrar uma forma de relevo mais elevada, como um morro, sobe, se expandindo e se resfriando (expansão adiabática). Ao se resfriar, a massa de ar atinge seu ponto de condensação (chamado, costumeiramente, de <b>ponto de orvalho</b>), formando o nevoeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda, existem outros dois tipos de nevoeiro: o <b>de advecção</b> e o<b> de vapor</b>. O primeiro é formado quando uma camada de ar quente e úmida entra em contato com um superfície fria, se resfriando. O segundo ocorre sobre corpos d&#8217;água, quando o ar frio entra em contato com a água quente (de um lago, por exemplo), levando à evaporação desta e ao consequente incremento da umidade na massa de ar. Assim, esta massa atinge a saturação.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><b>Nuvens</b></h4>
<p style="text-align: justify;">Nuvens e nevoeiros são, grosso modo, a mesma coisa. A diferença, porém, está no fato das nuvens estarem localizadas em uma altitude muito maior (na casa dos milhares de metros), enquanto o nevoeiro se forma a nível do solo.</p>
<p style="text-align: justify;">O principal processo de formação de uma nuvem ocorre por <b>expansão adiabática</b>. Neste processo, existe uma variação de volume e temperatura sem troca de calor. Uma massa de ar quente, localizada próxima da superfície, sobe e, sofrendo menor pressão, se expande. Aumentando o espaço entre as partículas desta massa, a temperatura cai, a levando a saturação.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Para ler mais sobre as nuvens acesse:</b><br />
<b><a href="http://www.geografiaopinativa.com.br/2016/02/tipos-de-nuvens.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Tipos de Nuvens</a></b><br />
<b><a href="http://www.geografiaopinativa.com.br/2013/11/circulacao-de-ar-areas-de-ciclone-e.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Circulação de ar: áreas ciclone e anticiclone</a></b></p>
<blockquote class="tr_bq">
<p style="text-align: justify;"><b>Referências</b>:<br />
<b> </b>&lt;http://fisica.ufpr.br/grimm/aposmeteo/cap6/cap6-1-2.html&gt;<br />
&lt;http://fisica.ufpr.br/grimm/aposmeteo/cap6/cap6-1-1.html&gt;<br />
Acessos em: 18 de out. de 2016</p>
</blockquote>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Classificação climática brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Mar 2016 16:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
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					<description><![CDATA[Os estudos sobre classificações climáticas têm sido alvo de pesquisas de muitos geógrafos nas últimas décadas. Porém, classificar e ordenar tipos de climas em categorias preestabelecidas é um trabalho bastante complicado, muito devido às peculiaridades de fatores como os regimes de chuvas e os ventos de uma região para outra. Foi pensando em resolver estes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os estudos sobre classificações climáticas têm sido alvo de pesquisas de muitos geógrafos nas últimas décadas. Porém, classificar e ordenar tipos de climas em categorias preestabelecidas é um trabalho bastante complicado, muito devido às peculiaridades de fatores como os regimes de chuvas e os ventos de uma região para outra.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi pensando em resolver estes problemas que o geofísico indiano <b>Arthur Strähler</b> criou uma classificação climática referente à atuação das <a href="http://www.geografiaopinativa.com.br/2016/03/massas-de-ar-que-atuam-no-brasil.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">massas de ar</a> ao redor do globo. Por conta de seu fácil entendimento, esta classificação é a mais utilizada dentro dos setores pedagógicos no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Em território nacional, foram identificados dois grandes grupos climáticos: um influenciado pelas massas de ar equatoriais, outro, pelas massas de ar polares, sendo as massas tropicais influentes em todos os climas. Vejamos o detalhamento desta classificação abaixo.</p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/03/brasilclima.png"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/03/brasilclima.png" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Pela classificação de Strähler, o Brasil tem seis tipos climáticos diferentes</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2 style="text-align: justify;">Climas influenciados por massas de ar equatoriais</h2>
<h4 style="text-align: justify;">Clima litorâneo úmido</h4>
<p style="text-align: justify;">Este clima é controlado principalmente pela Massa tropical atlântica (mTa) e ocorre no litoral entre os estados do Rio Grande do Norte e São Paulo. Geralmente apresenta um clima quente, com pouca amplitude térmica¹ e com altos índices pluviométricos entre os meses de abril e julho. É comum a incidência de chuvas frontais (com o encontro da mTa com a mPa) e de chuvas orográficas, com o encontro das massas de ar com as elevações da região.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Clima equatorial úmido ou tropical equatorial</h4>
<p style="text-align: justify;">O clima equatorial úmido ocorre na região amazônica, sendo influenciado principalmente pela massa equatorial continental (mEc). Tem temperaturas elevadas e altos índices de chuvas. As temperaturas costumam variar pouco, sendo concentradas entre 25º e 28º. A exceção é quando ocorre o fenômeno da friagem, em que a massa polar atlântica (mPa) chega na região e derruba os termômetros para temperaturas que chegam a 10º.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Clima tropical continental ou tropical típico</h4>
<p style="text-align: justify;">É o clima predominante no Brasil Central, englobando estados também das regiões nordeste e sudeste. Apresenta temperaturas elevadas e uma alternância entre o clima seco e úmido.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto ocorre por conta da atuação de quatro massas de ar distintas: a equatorial continental (mEc), a tropical continental (mTc), a tropical atlântica (mTa) e a polar atlântica (mPa). Durante o verão, temos a atuação da mEc e da mTa, massas de ar úmidas. Portanto, o verão é bastante chuvoso. Já durante o inverno, temos a ação da mPa e da mTc, essa última em maior intensidade. Embora a mPa seja uma massa úmida, o inverno nas regiões controladas por este clima costumam ser secos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Clima tropical semiárido</h4>
<p style="text-align: justify;">Localizado em uma faixa do sertão nordestino, o clima tropical semiárido é considerado o mais seco do país. Sua ocorrência está condicionada pela atuação da massa tropical atlântica (mTa). Embora seja uma massa de ar úmida, quando a mTa chega na região, já perdeu sua umidade pelo encontro com as elevações nordestinas, visto que o sertão localiza-se em uma depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Estas mesmas barreiras impedem a atuação da massa equatorial continental (mEc). Outra forte característica do clima é sua irregularidade.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Climas influenciados por massas de ar polares</h2>
<h4 style="text-align: justify;">Clima tropical de altitude</h4>
<p style="text-align: justify;">O principal diferencial deste tipo de clima está na altitude. Este fator determina um clima mais frio durante o ano se comparado ao tropical continental. Podemos encontrar este tipo climático em uma mancha que se estende de Minas Gerais até São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">As chuvas são concentradas no verão, onde o clima é influenciado pela massa tropical atlântica (mTa). No inverno, é forte a influência da massa polar atlântica (mPa), que provoca geadas em diversas cidades.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Clima subtropical úmido</h4>
<p style="text-align: justify;">É o clima típico da região sul do país. Apresenta influência da mTa durante o verão e da mPa durante o inverno. É o segundo clima mais úmido do país, atrás apenas do equatorial úmido.</p>
<p style="text-align: justify;">Tem chuvas bem distribuídas durante o ano e raramente apresenta secas. Nas regiões mais elevadas, como nas serras gaúcha e catarinense, é comum a ocorrência de geada e granizo. Em alguns anos, ocorre também a incidência de neve.</p>
<p style="text-align: justify;"><i>¹ Variação das temperaturas dentro de um espaço de tempo</i></p>
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		<title>Massas de ar que atuam no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2016 17:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
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					<description><![CDATA[A dinâmica atmosférica é um dos fatores fundamentais do clima. O movimento das massas de ar de uma área para outra pode alterar bruscamente o tempo de uma determinada região, dependendo ainda da soma de fatores como relevo e posição geográfica. Por estar localizado no hemisfério sul, onde a superfície coberta por água é muito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;">A dinâmica atmosférica é um dos fatores fundamentais do clima. O movimento das massas de ar de uma área para outra pode alterar bruscamente o tempo de uma determinada região, dependendo ainda da soma de fatores como relevo e posição geográfica.</p>
<p style="text-align: justify;">Por estar localizado no hemisfério sul, onde a superfície coberta por água é muito maior que as áreas continentais, e também por apresentar um relevo com poucas grandes ondulações, o Brasil acaba sofrendo forte influência das massas de ar. Dentre elas, podemos destacar cinco que aparecem de forma periódica em território brasileiro, atuando em diferentes regiões: a Massa equatorial continental (mEc), Massa equatorial atlântica (mEa), Massa tropical continental (mTc), Massa tropical atlântica (mTa) e a Massa polar atlântica (mPa). Estas serão discutidas abaixo.</p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="https://1.bp.blogspot.com/-V_Jhl6z9dk0/VuGrMWCe9sI/AAAAAAAADII/hg3tMRqj-a0/s1600/massas%2Bde%2Bar.png"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2016/03/massasdear.png" width="640" height="448" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Atuação das massas de ar em diferentes épocas do ano. Elaboração própria. Imagem-base: NASA (domínio público).</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h4 style="text-align: justify;">Massa equatorial continental (mEc)</h4>
<p style="text-align: justify;">Esta massa de ar se origina na Amazônia, tendo papel fundamental no transporte de umidade para outras regiões do país, devido ao forte processo de evapotranspiração da floresta. Além de úmida, a mEc também é considerada quente, muito devido a região de origem.</p>
<p style="text-align: justify;">Sua atuação é forte na região norte, centro-oeste e em parte da região sudeste durante o verão. No inverno, ela sofre enfraquecimento e sua ação limita-se às áreas da Amazônia ocidental.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Massa equatorial atlântica (mEa)</h4>
<p style="text-align: justify;">A mEa tem origem no Oceano Atlântico, próximo à Linha do Equador, atuando na formação dos ventos alísios de nordeste¹. Assim como a mEc, é quente e úmida. Sua ação é concentrada nos litorais das regiões Norte e Nordeste, principalmente durante o verão. Perde força quando adentra o território.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Massa tropical continental (mTc)</h4>
<p style="text-align: justify;">A Massa tropical continental (mTc) origina-se na árida depressão do Chaco, entre Paraguai, Bolívia e Argentina. Por esta característica, esta massa de ar é seca e quente. Sua atuação ocorre principalmente na região centro-oeste, embora possa atingir também partes das regiões sul e sudeste. Quando ocorre no inverno, a mTc impede a chega de massas de ar frio, causando uma elevação da temperatura, o chamado <i>veranico</i>.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Massa tropical atlântica (mTa)</h4>
<p style="text-align: justify;">Esta massa de ar tem atuação praticamente constante durante o ano no litoral leste brasileiro, do sul ao nordeste. É uma massa quente e úmida, originária no Atlântico Sul e responsável pela formação dos ventos alísios de sudeste.</p>
<p style="text-align: justify;">Costuma provocar chuvas frontais na região nordeste durante o inverno por conta do cruzamento com a Massa polar atlântica e chuvas orográficas no encontro com as elevações da Serra do Mar no sudeste e sul.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Massa polar atlântica (mPa)</h4>
<p style="text-align: justify;">A mPa é a única massa polar que atua no território brasileiro. Originária do extremo sul da Argentina, a Massa Polar Atlântica é fria e úmida, atingindo boa parte do país no inverno, com ênfase na região sul.</p>
<p style="text-align: justify;">Seguindo as formas do relevo brasileiro, esta massa de ar adentra a região sul pelo vale do rio Paraná, trazendo geada e neve para as serras gaúcha e catarinense. Outro ramo segue pelo litoral, atingindo a costa da região nordeste, causando chuvas frontais, como foi supracitado.</p>
<p style="text-align: justify;">Um terceiro segmento da mPa segue pelo Planalto Brasileiro até a Amazônia, provocando quedas bruscas na temperatura durante alguns dias em estados como Amazonas e Acre. Este fenômeno é conhecido como <i>friagem</i>.</p>
<p style="text-align: justify;"><i>¹ Ventos alísios são ventos que ocorrem durante todo o ano em região tropicais. Eles viajam das regiões de alta pressão dos Trópicos de Capricórnio e Câncer para as regiões de baixa pressão da Linha do Equador. No hemisfério sul, seguem de sudeste para noroeste. No hemisfério norte, de nordeste para sudoeste. </i></p>
</div>
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		<item>
		<title>Geografia da França &#8211; Relevo, hidrografia, clima, vegetação e características gerais</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2015/07/geografia-da-franca-relevo-hidrografia.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2015 17:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biogeografia]]></category>
		<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Europa Ocidental]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Geomorfologia]]></category>
		<category><![CDATA[Hidrografia]]></category>
		<category><![CDATA[Países em foco]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Relevo]]></category>
		<category><![CDATA[Vegetação]]></category>
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					<description><![CDATA[Famosa pela Torre Eiffel e pelo Museu do Louvre, a França é o país mais visitado do mundo, com mais de 80 milhões de turistas todo o ano. É o maior país em extensão territorial da União Europeia e tem o 5º maior PIB do mundo. A França mantém forte influência cultural, política e econômica [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://2.bp.blogspot.com/-71Lv700VzHQ/VZlfbGoOujI/AAAAAAAACQg/MafjWzuoodc/s1600/geografia%2Bda%2Bfran%25C3%25A7a.PNG"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2015/07/geografiadafranC3A7a.png" border="0" /></a></div>
<div style="text-align: center;"></div>
<p>Famosa pela Torre Eiffel e pelo Museu do Louvre, a França é o país mais visitado do mundo, com mais de 80 milhões de turistas todo o ano. É o maior país em extensão territorial da União Europeia e tem o 5º maior PIB do mundo.</p>
<p>A França mantém forte influência cultural, política e econômica no cenário global atual e histórico. Foi neste país onde ocorreu a Revolução Francesa, que marcou o início da desintegração das monarquias absolutistas. O país participou ativamente do imperialismo, contando com muitas <i>neocolônias</i>, principalmente na África. A França participou da Primeira e da Segunda Guerra Mundial, na Tríplice Entente, ao lado da Inglaterra, Rússia e EUA, e dos Aliados, com EUA e Inglaterra, respectivamente.</p>
<p>No campo artístico, Matisse, Kandinsky, Gauguin e Delacroix destacam-se nas artes plásticas, Victor Hugo e Júlio Verne na literatura.</p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://4.bp.blogspot.com/-nKj3sco40m8/VZljwPUrN4I/AAAAAAAACQ8/R89gyJvagZc/s1600/mapa%2Bda%2Bfran%25C3%25A7a.PNG"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2015/07/mapadafranC3A7a.png" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Mapa da França</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Atualmente, a França é membro da OTAN e da União Europeia, sendo um dos países mais desenvolvidos do mundo.</p>
<p><b>CARACTERÍSTICAS GERAIS</b></p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://4.bp.blogspot.com/-xv9wdGOGK5I/VZli800d93I/AAAAAAAACQs/cKEUTrWY4GE/s1600/Fran%25C3%25A7a.png"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2015/07/FranC3A7a.png" width="320" height="213" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Bandeira da França</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Capital:</b> Paris;<br />
<b>Área: </b>543 mil km²;<br />
<b>Moeda: </b>Euro;<br />
<b>População:</b> 65,4 milhões de habitantes (2010);<br />
<b>Densidade Demográfica:</b> 115 hab./km²;<br />
<b>PIB:</b> 2,9 trilhões;<br />
<b>Idioma:</b> Francês.</p>
<p><b>CLIMA</b></p>
<p>A França está inteiramente localizada na zona temperada, logo, seu clima costuma ser ameno e agradável, com variações de região para região e de época para época do ano.</p>
<p>Existem quatro climas predominantes no país: <b>clima oceânico</b> (oeste, com pouca amplitude térmica), <b>clima continental </b>(centro e leste, grande amplitude térmica &#8211; verões quentes e invernos frios), <b>clima mediterrâneo</b> (sul e leste, verões quentes e invernos amenos e chuvosos) e <b>clima de montanha</b> (altas altitudes, muita chuva e neve em boa parte do ano).</p>
<p>As neves costumam cair nas regiões com altitude acima de 600 m. Cidades no centro do pais, como Paris, porém, nevam em alguns dias do ano. No verão, as cidades ao sul da França atingem temperaturas acima de 25º. Nice e Cannes costumam ter praias muito procuradas.</p>
<p><b>RELEVO</b></p>
<p>O território da França é dominado por planícies, com mais de 60% do território pertencendo a esta forma de relevo. O norte e o oeste do país apresentam pequenas ondulações. É apenas no centro-sul e no sudeste que temos elevações acima de 600 m, com a cadeia de montanhas dos Alpes, e junto a fronteira com a Espanha, nos Montes Pirineus, região pouco habitada, porém riquíssima em água mineral. O ponto mais alto da França tem mais de 4800 metros: o Monte Branco, nos Alpes.</p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://3.bp.blogspot.com/-AbDmdPhkYxA/VrqAExi_lgI/AAAAAAAACt8/FddgaET3uxU/s1600/fran%25C3%25A7a.jpg"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2015/07/franC3A7a.jpg" width="320" height="246" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">França vista por satélite</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"></div>
<p><b>HIDROGRAFIA</b></p>
<p>A hidrografia da França apresenta duas principais vertentes: uma que corre em direção ao Mar Mediterrâneo e a outra corre em direção ao Mar do Norte.</p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://2.bp.blogspot.com/-uor0NnsRSJQ/VrqAX6pWZZI/AAAAAAAACuE/fBBhtXgdRZk/s1600/gironda.jpg"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2015/07/gironda.jpg" width="332" height="400" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Estuário de Gironda. Por Eric Gaba (Sting &#8211; fr:Sting) &#8211; Obra do próprioTopography : NASA Shuttle Radar Topography Mission (SRTM3 v.2) (public domain) ;Bathymetry: NGDC ETOPO1 (public domain) ;NGDC World Data Bank II (public domain) ;VMap-0 (public domain)., CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=4995423</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As bacias mais importantes da vertente do Mar do Norte são a do <b>rio Loire</b> (rio mais longo do país), do <b>rio Garona</b> (banha a França e a Espanha, apresentando um grande estuário: o estuário do Gironda, a partir de Bordeaux) e do <b>rio Sena</b> (atravessa a cidade de Paris). Na vertente do Mediterrâneo, destaca-se a bacia do <b>rio Ródano</b>, um dos rios mais importantes da Europa, tendo nascente nas geleiras da Suíça.</p>
<p><b>VEGETAÇÃO</b></p>
<p>A vegetação da França é dominada pela floresta de coníferas, com muitas espécies de pinheiros e abetos. Este bioma é caracterizado por espécies decíduas, ou seja, perdem as folhas em uma época específica do ano. Nos alpes, temos regiões ricas em líquens e musgos. No sul, próximo ao Mediterrâneo, temos o surgimento de espécies adaptadas a climas mais quentes, como as laranjeiras e as oliveiras.</p>
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			</item>
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		<title>Como é formado um furacão?</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2015/06/como-e-formado-um-furacao.html</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2015 00:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[Furacão Patrícia visto da ISS O furação é um dos fenômenos meteorológicos mais temidos e conhecidos do mundo. Hollywood, por exemplo, já usou este fenômeno da natureza como plano de fundo de muitos de seus filmes. Sabemos, porém, que os furacões deixam rastros de tragédia por onde passam, como ocorreu em Nova Orleans, com o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="text-align: center;">
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://2.bp.blogspot.com/-T_5hu5Qts0E/VrqBGsBf9iI/AAAAAAAACuQ/w0MImIKnQew/s1600/Hurricane_-Patricia_approaches_-Mexico._It%2527s_massive._Be_careful%2521_-YearInSpace.jpg"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Hurricane_-Patricia_approaches_-Mexico._It27s_massive._Be_careful21_-YearInSpace.jpg" width="320" height="212" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Furacão Patrícia visto da ISS</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>O furação é um dos fenômenos meteorológicos mais temidos e conhecidos do mundo. Hollywood, por exemplo, já usou este fenômeno da natureza como plano de fundo de muitos de seus filmes. Sabemos, porém, que os furacões deixam rastros de tragédia por onde passam, como ocorreu em Nova Orleans, com o famoso Furacão Katrina, que deixou milhares de mortos e desabrigados.</p>
<p>Mas você já se perguntou como se forma um furação? Acompanhe nosso artigo e entenda a dinâmica por trás deste incrível (e destruidor) fenômeno meteorológico.</p>
<p><b>A FORMAÇÃO DO FURACÃO</b></p>
<p>A origem dos furacões ocorre nos oceanos. Quando o mar atinge uma temperatura superior a 28ºC, ocorre na camada logo acima da água uma zona de baixa pressão, isto é, as moléculas de ar que estão na camada superior à água se aquecem, provocando um afastamento entre os átomos.</p>
<p>Este afastamento cria uma camada de ar menos densa (existe menos moléculas de ar em um determinado volume da atmosfera). Logo, da mesma forma que o óleo de cozinha não &#8220;afunda&#8221; em água por que é menos denso, esta camada de ar começa a subir (para ocupar a camada superior da atmosfera, assim como o óleo). Com a &#8220;ida&#8221; de tais moléculas para camadas mais altas da atmosfera, a região começa a receber partículas de ar vindas de outros lugares (temos uma região de baixa pressão, receptora de ventos).</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/-q3NmpMEUZAs/VYygGMoNo6I/AAAAAAAACPo/svfYg4GBLvM/s1600/ar.PNG"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2015/06/ar.png" border="0" /></a></div>
<div style="text-align: left;">Aos poucos, estes novos &#8220;volumes&#8221; de ar que chegaram à região tornam-se menos densos (estão próximos ao mar quente) e sobem para as camadas mais altas da atmosfera. Isto, então, repete-se várias e várias vezes. Em certo momento, a velocidade que mais partículas chegam a zona de baixa pressão e sobem se torna tão grande que temos a formação de um espiral que vai &#8220;alimentar&#8221; a rotação do ar.</div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://4.bp.blogspot.com/-RWRiMVXs0eU/VYyhe1oH40I/AAAAAAAACQA/hR2f6AV-vdo/s1600/ar2.PNG"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2015/06/ar2.png" border="0" /></a></div>
<div style="text-align: center;"></div>
<p>Em maiores altitudes, este ar que veio da superfície se condensa em micropartículas e forma nuvens, caracterizando a região esbranquiçada que vemos nas fotos de satélite de furacões. No centro do furação, região conhecida como <i>olho</i>, forma-se uma região sem nebulosidade, onde o ar sobe e desce em alta velocidade.</p>
<p>Por ser alimentado pela evaporação das águas do oceano, o furacão acaba &#8220;morrendo&#8221; depois de adentrar o continente. É justamente neste ponto que os furacões diferenciam-se dos tornados. Enquanto os primeiros formam-se no mar, os segundos geralmente tem sua formação em terra-firme. Ambos, porém, podem ser classificados como tipos de ciclones, mais precisamente, <b>ciclones tropicais</b>. Veja:</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://1.bp.blogspot.com/-O70EISQpdI8/VYyfodY0S2I/AAAAAAAACPg/4GsaH0h8Tqc/s1600/furac%25C3%25A3o%2Btornado.PNG"><img src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2015/06/furacC3A3otornado.png" border="0" /></a></div>
<p>Um tornado, porém, também pode se formar no mar. Quando assim formado, é chamado de tromba d&#8217;água. Diferencia-se de um furacão quanto ao seu processo de formação.</p>
<p>Já o tufão, de forma prática, é sinônimo de furacão. A diferença na nomenclatura dá-se pela região no globo onde o fenômeno tem seu aparecimento. Quando formam-se próximo ao litoral da América, tanto no Oceano Pacífico quanto no Oceano Atlântico, chamam-se furacões. Quando formam-se no Oceano Índico, próximo ao litoral da Ásia, Oceania ou África, é denominado Tufão. É interessante notar também que, no hemisfério sul, os furacões giram em sentido horário, já no hemisfério norte, os furacões giram em sentido anti-horário.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Geografia da Itália &#8211; Relevo, hidrografia, clima, vegetação e características gerais</title>
		<link>https://www.geografiaopinativa.com.br/2014/12/geografia-da-italia-relevo-hidrografia.html</link>
					<comments>https://www.geografiaopinativa.com.br/2014/12/geografia-da-italia-relevo-hidrografia.html#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2014 17:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biogeografia]]></category>
		<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Europa Ocidental]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Geomorfologia]]></category>
		<category><![CDATA[Hidrografia]]></category>
		<category><![CDATA[Países em foco]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Relevo]]></category>
		<category><![CDATA[Vegetação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Itália (República Italiana) é um país localizado quase inteiramente na Península Itálica, região no centro-sul da Europa. Ao norte, faz fronteira com França, Suíça, Áustria e Eslovênia. Ao sul, é banhada pelo Mar Mediterrâneo. Sardenha e Silícia são as duas maiores ilhas do Mediterrâneo e pertencem a Itália. Dentro de seu território, estão localizados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;">A Itália (República Italiana) é um país localizado quase inteiramente na Península Itálica, região no centro-sul da Europa. Ao norte, faz fronteira com França, Suíça, Áustria e Eslovênia. Ao sul, é banhada pelo Mar Mediterrâneo.</p>
<p style="text-align: justify;">Sardenha e Silícia são as duas maiores ilhas do Mediterrâneo e pertencem a Itália. Dentro de seu território, estão localizados dois enclaves: Vaticano e San Marino.</p>
<p style="text-align: justify;">É um dos membros da União Europeia e tem atualmente o 8º maior PIB do mundo. Entre suas principais belezas estão o Coliseu (Roma), a Torre de Pisa (Pisa) e a charmosa região da Toscana. É conhecida por ser a terra das massas e por ter sido a base de um dos maiores impérios da história: o Império Romano.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><b>Características Gerais</b></h4>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<p style="text-align: justify;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://2.bp.blogspot.com/-VgYxtlsUsb0/VFaBBalNGEI/AAAAAAAACJA/CesVWFe6BoA/s1600/Italia.png"><img loading="lazy" class="aligncenter" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Italia.png" width="320" height="213" border="0" /></a></p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<p style="text-align: justify;"><b>Capital: </b>Roma;</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<p style="text-align: justify;"><b>Área:</b> 301,3 mil km²;</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<p style="text-align: justify;"><b>Moeda: </b>Euro;</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<p style="text-align: justify;"><b>População: </b>60,7 milhões de habitantes (2013);</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<p style="text-align: justify;"><b>Densidade Demográfica:</b> 199,3 hab./km²;</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<p style="text-align: justify;"><b>PIB:</b> 2,1 trilhões;</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<p style="text-align: justify;"><b>Idioma:</b> Italiano.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<h4 style="text-align: justify;"><b>Clima</b></h4>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<p style="text-align: justify;">O clima italiano, em geral, é mediterrâneo, com verões quentes e invernos amenos. Costuma variar bastante de região para região.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<p style="text-align: justify;">Lugares ao sul de Florença, onde o território italiano adentra o Mediterrâneo, a influência do mesmo é muito grande, principalmente nas regiões litorâneas, onde ocorre o clima mediterrâneo típico. No interior, os verões costumam ser mais secos.</p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://1.bp.blogspot.com/-yS1lOBY7tkY/VrsvllGpKII/AAAAAAAACv8/Jlq0Z6amrCk/s1600/Milan_Cathedral_from_Piazza_del_Duomo.jpg"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Milan_Cathedral_from_Piazza_del_Duomo.jpg" width="400" height="300" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Catedral de Milão. Por Jiuguang Wang &#8211; Obra do próprio, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=11566236</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<p style="text-align: justify;">A paisagem muda quando adentramos o norte do país, em regiões próximas aos Alpes, onde a influência mediterrânea diminui. Em cidades como Milão e Bolonha, por exemplo, costuma nevar no inverno. As temperaturas são baixas o ano inteiro.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<h4 style="text-align: justify;"><b>Relevo</b></h4>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<p style="text-align: justify;">O relevo italiano é predominantemente montanhoso, tendo no monte Branco, com 4810 metros de altura, seu ponto culminante.</p>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://1.bp.blogspot.com/-jLKcJkVwYO0/VrswCXMiYjI/AAAAAAAACwI/1aVikexD4c4/s1600/monte%2Bbranco.jpg"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2014/12/montebranco.jpg" width="400" height="300" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Monte Branco. Por Tinelot Wittermans &#8211; photo taken by Tinelot Wittermans (mother of Gerrit), CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=1317</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<p style="text-align: justify;">Os Apeninos são uma importante cadeia de montanhas que estende-se de norte a sul da Itália, sendo considerada a &#8220;espinha dorsal&#8221; da Península Itálica. A oeste, ela se transforma em uma vasta planície, onde estão localizadas cidades como Roma e Salerno. A leste, ele se estende de forma abrupta até o Mar Adriático.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<p style="text-align: justify;">Ao norte, está localizada a planície do Rio Pó, a maior e mais importante planície italiana.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<h4 style="text-align: justify;"><b>Hidrografia</b></h4>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<div class="" style="clear: both; text-align: left;">
<p style="text-align: justify;">O mais importante rio da Itália é o Rio Pó, com 643 km de extensão, que nasce em Monviso e desemboca no Mar Adriático. Todos os rios da Itália, assim como o Pó, são curtos, devido ao seu território &#8220;comprido&#8221; e a posição geográfica das suas cadeias de montanhas.</p>
<div class="" style="clear: both; text-align: center;">
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://3.bp.blogspot.com/-j9CHDjwPBxc/VrswoVh0JXI/AAAAAAAACwg/IYeVewWvJ9s/s1600/p%25C3%25B3.png"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2014/12/pC3B3.png" width="320" height="244" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Rio Pó. Por NordNordWest &#8211; Obra própria, usando:GTOPO-30 Elevation Data by USGS, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=3806908</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<div class="" style="clear: both; text-align: left;">
<p style="text-align: justify;">A rocha calcária do fundo do leito do Rio Pó e também o derretimento do gelo das montanhas, fazem as águas serem cristalinas, propiciando belas paisagens.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<h4 style="text-align: justify;"><b>Vegetação</b></h4>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<p style="text-align: justify;">A Itália conta com uma das floras mais preservadas do mundo, sendo modelo internacional no assunto. Nas regiões mais próximas do sul e do centro do país, a vegetação é mediterrânea típica, com grande incidência de bosques de faias.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<div class="separator" style="clear: both; text-align: left;">
<p style="text-align: justify;">No norte do país e nas regiões mais altas, é comum as florestas temperadas, com espécies de pinheiros e abetos, além da típica vegetação de altitude. Outras espécies que encontramos em toda a Itália são os romãs, amendoeiras, algodão, árvores de cidra, oliveiras, entre outras.</p>
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		<title>Geografia da Alemanha &#8211; Relevo, Hidrografia, Clima e Características Gerais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernando Soares de Jesus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2014 03:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Biogeografia]]></category>
		<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Europa Ocidental]]></category>
		<category><![CDATA[Geografia Física]]></category>
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					<description><![CDATA[A Alemanha é um país localizado na Europa Central, limítrofe ao sul pela Áustria e Suíça, a oeste pela França, Bélgica, Luxemburgo e Países Baixos, a norte pela Dinamarca (dividindo o litoral, de um lado o Mar do Norte e do outro o Mar Báltico) e a leste pela Polônia e República Tcheca. Tem a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://3.bp.blogspot.com/-uCrtcyFF7lU/U1CYRdd5jPI/AAAAAAAABfY/obIUJf04SKE/s1600/TUDO+SOBRE+ALEMANH.PNG"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2014/04/TUDO-SOBRE-ALEMANH.png" width="400" height="197" border="0" /></a></div>
<div style="text-align: center;"></div>
<p>A Alemanha é um país localizado na Europa Central, limítrofe ao sul pela Áustria e Suíça, a oeste pela França, Bélgica, Luxemburgo e Países Baixos, a norte pela Dinamarca (dividindo o litoral, de um lado o Mar do Norte e do outro o Mar Báltico) e a leste pela Polônia e República Tcheca.</p>
<p>Tem a quarta maior economia do mundo e a maior do continente europeu. O passado do país é marcado pelas duas grandes guerras, em especial pela segunda, dominada pelos ideias nazistas de Adolf Hitler. Outro marco sangrento do país foi o Muro de Berlim, que dividia a cidade em parte ocidental (capitalista) e parte oriental (socialista), durante a Guerra Fria.</p>
<h4><b>CARACTERÍSTICAS GERAIS</b></h4>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://3.bp.blogspot.com/-mT53YbAV2ks/U4uLnbng-PI/AAAAAAAABso/uvL0B07D9HI/s1600/alemanha-lgflag.gif"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2014/04/alemanha-lgflag.gif" width="320" height="195" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Bandeira</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Capital: Berlim;<br />
Área: 357 mil km²;<br />
Moeda: Euro;<br />
População: 81,7 milhões (2007);<br />
Densidade Demográfica: 229 hab./km²;<br />
PIB: 3,63 trilhões;<br />
Idioma: Alemão.</p>
<h4><b>CLIMA</b></h4>
<p>O clima alemão é temperado úmido. Ao norte, temos forte influência oceânica no clima, com muita chuva e invernos e verões amenos. No leste, a influência oceânica é menor, com verões quentes e invernos bem frios, com bastante nevascas.</p>
<p>No sul e centro do país, temos a predominância de verões amenos e invernos frios, com baixas temperaturas e também incidência de neve. É a área de transição entre o clima oceânico do norte (moldado pela Corrente Marítima do Atlântico Norte, como extensão da Corrente do Golfo) e continental do leste.</p>
<p>Vale lembrar que a imprevisibilidade é um fator fundamental do clima alemão.</p>
<h4><b>RELEVO</b></h4>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://3.bp.blogspot.com/-0rpk_Q-LW6M/Vru5u-P-tZI/AAAAAAAAC2U/QfbUw6piTyk/s1600/ale.jpg"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2014/04/ale.jpg" width="242" height="320" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Mapa físico da Alemanha. Por Botaurus-stellaris &#8211; Obra do próprio, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=1376564</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"></div>
<p>O relevo alemão é marcado pelas largas planícies do norte, que delas, já na parte central do país, sobem elevações que transformam-se em montanhas até os Alpes Bávaros. É nesta cadeia de montanhas que encontramos o ponto mais alto da Alemanha, o Zugspitze, que atinge quase 3000 metros de altura.</p>
<h4><b>HIDROGRAFIA</b></h4>
<table class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a style="margin-left: auto; margin-right: auto;" href="http://2.bp.blogspot.com/--WLsxxZWYcY/Vru40TEv09I/AAAAAAAAC2I/rinB_vZpxXU/s1600/danubio.png"><img loading="lazy" src="http://www.geografiaopinativa.com.br/wp-content/uploads/2014/04/danubio.png" width="640" height="280" border="0" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td class="tr-caption" style="text-align: center;">Curso do Rio Danúbio, um dos mais longos da Europa, com sua nascente na Alemanha. Imagem: CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=60129</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b></b>Os principais rios do país são o Reno, Danúbio e Elba, todos atravessam a região de planície do país. Em maior parte, são rios navegáveis. O litoral da Alemanha é dividido ao meio pela Dinamarca. Do lado oeste, temos o Mar do Norte, e do leste, o Mar Báltico.<b><br />
</b><br />
<b>VEGETAÇÃO</b></p>
<p>Os campos e as charnecas (campos xerófilos úmidos) são bem comuns na Alemanha. As florestas de coníferas também são muito normais na paisagem do país.</p>
]]></content:encoded>
					
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