Relevo submarino: Plataforma continental, talude, região abissal e zona pelágica

Assim como o continente tem seus formatos irregulares, com terrenos mais altos e outros mais baixos, o fundo dos oceanos são constituídos de diferentes “desníveis” que formam o chamado relevo submarino.

Em terra firme, vemos as planícies, os planaltos, as depressões e as montanhas. Já nos oceanos, vemos alguns tipos de relevo, entre eles: Plataforma Continental, Talude, Região Abissal e Zona Pelágica

Plataforma continental

A plataforma continental nada mais é que uma continuação do continente, que não ultrapassa meros 200 metros de profundidade. É a parte mais facilmente explorada do relevo submarino, por ser alcançada pelos raios solares com pouca dificuldade e, obviamente, ser próxima a costa. É onde temos a maior riqueza de cardumes e também na extração petrolífera.

Talude

A talude é a passagem da plataforma continental para o restante do relevo submarino. Geralmente é uma inclinação abrupta que marca o fim do continente.

Região abissal

É a região mais inexplorada do oceano, com cerca de 5.000 metros de profundidade. Não existe incidência de luz e a vida marinha é rara. Lá, geralmente habitam seres exóticos e até alguns não catalogados.

Zona pelágica

A região Pelágica é constituída por diversas formas de relevo, que vão desde depressões até montanhas que formam ilhas oceânicas.

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Meu nome é Fernando Soares de Jesus, natural de Imbituba/SC, estudante do curso de graduação em Geografia na UFSC e futuro geógrafo e professor. Criei este blog ainda no Ensino Médio, em meados de 2013, com o objetivo de compartilhar e democratizar o conhecimento geográfico, desde o campo físico até o campo humano, permitindo seu acesso de maneira clara e descomplicada.

One Comment

  1. Eliseu Fernandes Reply

    Quero agradecer o autor deste trabalho, tao pouco difundido e tão importante. Geologia, uma matéria fascinante. Outro assunto não menos importante é Teoria da deriva dos Continentes. Muito obrigado e parabéns.

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