Você conhece o BRICS?

BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul

O BRICS é um grupo formado por cinco países emergentes com economias parecidas que dominam boa parte do mercado econômico mundial. Também podem ser consideradas nações que juntas detém força e voz no cenário econômico atual, por conta de suas economias crescentes.

BRICS é uma sigla que refere-se aos seus integrantes, usando as iniciais de cada país para a compor: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, em inglês, South Africa, este que entrou em 2011 para o até então grupo denominado BRIC.

Esta denominação foi sugerida pelo economista inglês Jim O’Neill em um estudo feito em 2001 que apontava as economias dos países citados acima, a partir daí o termo começou a ser usado demasiadamente para discernir a política emergente das quatro (hoje cinco) nações.

O BRICS é um bloco econômico?

Não. O grupo não pode ser considerado um bloco econômico por que não existe relação direta na economia entre um e outro, como acontece na União Européia, por exemplo. O BRICS pode ser mais definido como um grupo de países que faz relações indiretas entre si, e até mesmo acordos, estreitando relações dentre estas economias emergentes.

O BRICS e os Próximos Onze

O grupo denominado Próximos Onze é constituído por onze nações que apresentam um crescimento que pode futuramente igualar-se aos BRICS, são ele: Bangladesh, Nigéria, Egito, Turquia, Irã, Paquistão, Indonésia, Filipinas, Vietnã, México e Coréia do Sul, chamando atenção dos dois últimos, que já tem níveis econômicos muito parecidos e em algumas ocasiões até superiores (no caso dos sul-coreanos) ao dos BRICS, que poderiam sem nenhum problema fazer parte deste grupo. Em breve falaremos mais do grupo dos Próximos Onze.

Meu nome é Fernando Soares de Jesus, natural de Imbituba/SC, geógrafo pela Universidade Federal de Santa Catarina e mestrando na área de Desenvolvimento Regional e Urbano na mesma instituição. Criei este blog ainda no Ensino Médio, em meados de 2013, com o objetivo de compartilhar e democratizar o conhecimento geográfico, desde o campo físico até o campo humano, permitindo seu acesso de maneira clara e descomplicada.

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